Daily Archives: 2012/11/26

A ESA aprova o orçamento para os próximos cinco anos (ExoMars, Ariane 5ME e Orion MPCV)

Ariane 5ME (http://www.cnes.fr)

Ariane 5ME (http://www.cnes.fr)

Os países membros da Agência Espacial Europeia (ESA) e o Canadá acordaram o orçamento da agência para os próximos cinco anos.

Entre os assuntos que estavam sobre a mesa destacavam-se o rover marciano ExoMars, a modernização do lançador Ariane 5 e a nave Orion da NASA. Além destes projetos, uma verba de doze mil milhões de euros estava também em discussão.

Em primeiro lugar, o ExoMars foi aprovado e com ele a participação russa no projeto (esperemos que não seja de mau agouro, dada a “maldição” russa em Marte). A Roskosmos vai contribuir com vários instrumentos, com o módulo de descida e com um lançador Proton para uma primeira fase, numa segunda fase (em 2018) o rover Pasteur será colocado no solo marciano por outro foguetão russo Proton.

A outra grande questão era o sucessor do Ariane 5, um foguetão extremamente fiável, mas caro e que agora está comercialmente ameaçado por uma série de lançadores indianos, chineses e privados (como os da SpaceX). A opção era criar um novo foguetão, mais barato (o Ariane 6) ou… não. E venceu a Alemanha, que preferia (ao contrário de França) uma melhoramento do Ariane 5 em vez de um novo engenho, o Ariane 6. Assim, em vez de um novo foguetão, a ESA vai desenvolver o Ariane 5ME a partir de 2008 e que deverá realizar a sua primeira missão entre 2012 e 2018.

As nações da ESA decidiram também continuar a suportar a ISS até pelo menos 2020 e contribuir para a concepção da cápsula Orion MPCV da NASA, a cápsula de reabastecimento norte-americana da ISS.

Fonte:

Voice of Russia

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O Reino Unido está a ponderar aplicar o conceito alemão dos “Mini Jobs”

Uma das medidas implementadas pelo governo de Schroeder na década de 1990 foi a adoção do conceito de “mini job”. Muito polémico, a sua concretização foi um dos fatores que contribuiu para o atual momento alemão de bom desempenho. Agora, o Reino Unido – a braços com uma taxa de desemprego galopante – está a ponderar também a sua adoção.

O modelo do “mini job” permite a criação de postos de trabalho com remunerações máximas de até 400 euros mensais e isenta-os do pagamento de impostos e contribuições ao Estado, simplificando a burocracia das empresas e promovendo a criação de novos empregos. O governo britânico está também a ponderar a limitação da carga fiscal apenas aos salários entre os 400 e os 800 euros por forma a aliviar a burocracia corporativa e a estimular o crescimento dos salários a valores superiores aos 800 euros.

O modelo não é contudo isento de pontos negativos… sabe-se pela experiência alemã que funciona, isto é que cria empregos, mas também se sabe que tende a bloquear um número considerável de trabalhadores em remunerações abaixo dos 400 euros, impedindo a sua progressão de carreira e vencimento, o que levou à introdução desse mecanismo de isenção fiscal entre os 400 e os 800 euros.

Atualmente, está ainda tudo nos gabinetes de estudo, mas o interesse britânico no modelo dos minijobs demonstram pelo menos uma vontade em fazer algo para reduzir o monstro do desemprego, uma vontade de caminhar no bom sentido e devia servir de ensinamento para quem (como o governo de Lisboa) não tem lançado nesta arena nenhuma proposta realmente significativa ou inovadora.

Fonte:
http://economico.sapo.pt/noticias/londres-copia-minijobs-do-modelo-alemao_150427.html

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Trabalhar-a-partir-de-Casa: Um novo conceito de Trabalho

Atualmente, nos EUA mais de dez por cento da força laboral trabalha a partir de casa pelo menos uma vez por semana e 4.3% trabalha mesmo mais tempo a partir de casa do que do escritório. E estes são precisamente os trabalhadores mais produtivos das empresas, conforme demonstra um estudo recente da Universidade de Stanford.

Mas mesmo nos EUA – um dos países do mundo onde essa prática está mais disseminada – existe algum ceticismo e ideias feitas sobre esta forma de trabalho, havendo uma multiplicidade de políticas empresariais, frequentemente dissonantes. Por exemplo, algumas companhias de aviação – como a JetBlue – colocam todo o seu call center em casa, enquanto outras utilizam mecanismos mais convencionais, ora fazendo outsourcing, ora colocando o call center em inhouse.

Um dos estudos mais interessantes sobre as vantagens de trabalhar a partir de casa foi conduzido recentemente pela grande agência de viagens chinesa Ctrip, baseada em Shangai e tendo mais de 13 mil colaboradores. A empresa estava a enfrentar problemas decorrentes do aumento explosivo dos custos com espaço de escritório na China e com uma elevada taxa de atrição. Assim, lançou um projeto piloto que reuniu 255 trabalhadores que cumpriam um certo número de requisitos (voluntários, estarem na empresa há pelo menos seis meses, terem acesso de banda larga e uma sala que podiam reservar a essa atividade). Depois, dividiram esses voluntários em dois grupos: os que tivessem nascido em dias pares trabalhavam a partir de casa quatro em cada cinco dias e os restantes ficavam no escritório. Ambos os grupos mantinham os mesmos supervisores (que ficavam todos no escritório) e trabalhavam nos mesmos horários, por forma a simplificar todas as comparações. Após nove meses, a Ctrip observou que se tinha registado um aumento de produtividade de 12% naqueles que estavam em casa, comparados com os que permaneciam no escritório. Deste aumento, 8.5% resultava de um aumento do número de horas trabalhadas (devido a menos pausas e faltas por doença) e 3.5% do aumento bruto de performance medida ao minuto (possivelmente porque estes trabalhadores operavam em condições mais propicias à sua concentração). Nenhum elemento negativo foi observado, nem mesmo no que concerne à comunicação interna. Registou-se uma redução de 50% da taxa de atrição neste grupo e o seu nível de satisfação aumentou. Quando o estudo terminou, nove meses depois, a Ctrip decidiu estender este grupo “trabalhar-a-partir-de-casa” e várias centenas aderiram, cumprindo sempre as mesmas condições inicialmente delineadas. Observou-se então que os empregados mais produtivos tendiam a pedir para trabalharem a partir de casa, enquanto que os menos preferiam ficar no escritório…

Este estudo abordou um tipo de trabalho muito especifico (o dos Call Centers) onde é relativamente fácil medir produtividades, mas os conceitos aplicam-se a muitas outras profissões e atividades, assim como as vantagens do que concerne a espaço de escritório, custos de transporte em tempo e dinheiro, motivação e produtividade e não existe nenhuma razão pela qual uma organização pública ou privada não esteja hoje a – pelo menos – estudar a aplicação desta metodologia nos seus métodos de trabalho.

Fonte:
http://www.wired.com/wiredenterprise/2012/08/working-from-home-youre-a-better-worker

Categories: Economia, Política Nacional, Portugal, Sociedade Civil | Deixe um comentário

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