Daily Archives: 2012/11/13

O que é preciso fazer é estimular a Malta, não austerizá-la

maisdemocracia.org

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Parece cada vez mais certo que todos os sacrifícios e perdas de rendimento dos últimos anos foram em vão e que a bancarrota é mesmo inevitável. Isso começa já a ser dado como absolutamente seguro em círculos internacionais e agora é até a própria Comissão Europeia que o vem dizer: “a redução do défice externo não é, por si só, suficiente para diminuir a dívida externa líquida, sobretudo quando o Produto Interno Bruto (PIB) está em queda, agravando os rácios da dívida”.

Ou seja: não valeu a pena aumentar explosivamente a carga fiscal e reduzir rendimentos do Trabalho para evitar a Bancarrota (e amargurando numa Recessão profunda e duradoura durante pelo menos oito anos) porque esta receita austeritária por muito que agrade ao espírito germano mais não fará do que criar mais Recessão e, logo, mais dificuldades de reequilibrar as contas públicas.

Falta a Portugal um programa de ajustamento real, que anule os juros da dívida (reestruturando-a) e que com dinheiros europeus do norte (onde eles abundam ou são obtidos a juros negativos (!!!) ) e que reindustrialize um país que devido a opções criminosas de políticos profissionais como Cavaco e os seus seguidores Cavaquistas ou seguidores não-Cavaquistas seguiram com uma fidelidade fanática almejando sempre uma reforma dourada em Bruxelas ou num qualquer Conselho de Administração de uma grande empresa.

Fonte:
http://economia.publico.pt/Noticia/divida-externa-portuguesa-aumenta-e-e-insustentavel-1571725

Categories: Economia, maisdemocracia.org, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | Deixe um comentário

“Normalmente, pensar-se-ia que a melhor opção de um primeiro-ministro seria tentar fazer aquilo que provavelmente o levaria a ser reeleito. Mas, na era da globalização e da europeização à moda da UE, creio que os líderes dos pequenos países se encontram na verdade numa situação ligeiramente diferente”

“Normalmente, pensar-se-ia que a melhor opção de um primeiro-ministro seria tentar fazer aquilo que provavelmente o levaria a ser reeleito. Mas, na era da globalização e da europeização à moda da UE, creio que os líderes dos pequenos países se encontram na verdade numa situação ligeiramente diferente. Se algum deles terminar o mandato usufruindo de grande estima por parte do grupo de Davos, há uma infinita série de postos na Comissão Europeia, no FMI ou em organismos afins para os quais poderá ser elegível mesmo que seja completamente desprezado pelos seus próprios conterrâneos. Aliás, ser completamente desprezado seria de certa forma uma mais-valia. A derradeira demonstração de solidariedade à “comunidade internacional” seria fazer aquilo que a comunidade internacional quer, mesmo perante a resistência em massa dos seus próprios círculos eleitorais nacionais.”

Mattew Yglesias, revista Slate

Eis assim explicado porque é que políticos sumamente incompetentes como Barroso, Sampaio, Guterres ou, mais recentemente Passos Coelho se “estão lixando para as eleições”. Não por sentido de Dever ou de Estado, mas porque sabem que se forem fiéis aos ditames da “comunidade internacional” (aka Bilderberg e CFR) o seu futuro e o da sua filharada estará assegurado nos múltiplos faustosos cargos internacionais disponíveis a esse “governo secreto” que, de facto, nos rege.

Isto implica também que vivemos hoje num regime democrático pouco mais que formal e onde este formalismo se aprofunda cada vez mais sempre que um presidente da República é eleito com menos de vinte por cento dos votos possíveis…

Categories: Economia, Política Internacional, Política Nacional, Portugal, união europeia | 2 comentários

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