Daily Archives: 2012/11/01

Portugal pode vir a vender oito aviões F-16 à Bulgária

MiG 21 búlgaros (http://www.aereo.jor.br)

MiG 21 búlgaros (http://www.aereo.jor.br)

A Bulgária está à procura de adquirir oito ou nove aviões de combate para incorporarem a sua força aérea a partir de 2014. O negócio deve ficar em torno dos 309 milhões de euros.

Atualmente, decorrem consultas a vários países europeus que possuem aviões excedentários e que poderão vende-los à Bulgária: Holanda, Alemanha, Bélgica, Noruega, Itália e… Portugal que tem aviões F-16 do padrão MLU disponíveis para venda.

Razões de ordem financeira fazem com que a Bulgária não equacione a aquisição de aviões novos, como o Typhoon ou o Rafale.

Fonte:
http://www.spacemart.com/reports/Bulgaria_plans_to_acquire_new_fighter_jets_in_2014_999.html

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+D = Democracia em Movimento – Declaração (CI nº1 de 2012)

Declaração:

O  +D = Democracia em Movimento (www.maisdemocracia.org) repudia vivamente o desrespeito pela bandeira portuguesa executado pelo exército guineense quando após a detenção do capitão Pansau N’Tchama (suposto líder de um ataque a um quartel em Bissau em 21 de outubro) usou essa bandeira como forma de ligar esse militar a uma alegada “ingerência” portuguesa na Guiné-Bissau. Repudiamos sobretudo a resposta tímida e excessivamente contida do governo português perante tal usurpação do símbolo nacional para fins de propaganda interna na Guiné-Bissau, acirrando ódios antigos que não interessam nem a guineenses, nem a portugueses e permitindo – com este tipo de resposta – que sejam colocados em risco os interesses e vida de centenas de cidadãos lusos que vivem hoje na Guiné-Bissau.

O Movimento +D não compreende nem aceita que o governo da República não tenha uma capacidade de reação mais contundente e assertiva quando estão em causa símbolos e interesses estratégicos do nosso país, nomeadamente através do acima citado desrespeito por Portugal, enquanto nação soberana e está ameaçada a vida e os bens dos nossos cidadãos nesse país da África Lusófona.

Contexto:

Este incidente enquadra-se num contexto da tomada do poder em Bissau por um grupo de militares ligados estreitamente a redes internacionais de narcotraficantes e que procuram agora reavivar questões datadas (e resolvidas) nos tempos coloniais por forma a conseguirem justificar uma vaga de perseguições a adversários políticos que começaram logo a 21 de outubro e que decorrem ainda hoje por forma a perpetuar o “governo de transição” (não reconhecido pela comunidade internacional) no poder e a preservarem as ligações turvas entre narcotraficantes e o oficialato do exército guineense.

Carta Fundadora:

Tais atitudes por parte do “governo de transição” e a incapacidade lusa para reagir adequadamente às mesmas constituem obstáculos para que se caminhe de forma gradual mas decidida para a “transformação da CPLP numa “União Lusófona” que reforce os laços políticos, económicos, sociais e culturais entre os países que a integram” (Carta Fundadora do +D), tornando-se cada vez mais urgente a constituição de uma “Força CPLP de manutenção de Paz, permanente, com meios de todos os países da Comunidade” (Carta Fundadora do +D) que seja capaz de afastar das águas guineenses todo o narcotráfico que financia o regime no Poder da Guiné e que num quadro de legitimidade internacional possa repôr a legalidade democrática neste conturbado país de expressão oficial portuguesa.

www.maisdemocracia.org

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Arménio Carlos: “Os contratos de PPPs devem ser renegociados. E há fundamento jurídico para isso”

Arménio Carlos (http://sicnoticias.sapo.pt)

Arménio Carlos (http://sicnoticias.sapo.pt)

“Os contratos de PPPs devem ser renegociados. E há fundamento jurídico para isso. As circunstâncias em que foram negociados alteraram-se, e isso é um fundamento válido. Outro é o de que alguns desses contratos são leoninos e, nesta medida, os contratos são nulos. Depois, o que nós aprendemos é que o lucro encontra fundamento no risco. As empresas que estão nessas parcerias com o Estado não temem risco no negócio. Esse risco foi todo transferido para o Estado. E as taxas de lucro são brutalmente elevadas.”
Arménio Carlos
Diário de Notícias
29 de setembro de 2012

E contudo, a maioria das “poupanças” com estes tenebrosos contratos (tenebrosos devido às suas cláusulas secretas, objetivos ímpios e cruzados tráficos de interesse) não só não se registam ao nível das renegociações, mas ao nível do cancelamento de novas obras.

Corajoso e audaz em aplicar tapete fiscal atrás de tapete fiscal contra os rendimentos do Trabalho, o Governo mostra-se tímido e temeroso quando afronta os Interesses ligados à partidocracia que se instalaram em Portugal nas últimas décadas e que usam o Estado, dividindo generosamente lucros entre si e nacionalizando dívidas e prejuízos.

Falta decisão para levar também para o campo destes investimentos protegidos e completamente especulativos (lucros anuais garantidos de 12%!) O “enorme” esforço que se aplica aos cidadãos. A menos que os financiamentos a campanhas partidárias sejam mais importantes que Portugal, claro. São?

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Paul Krugman: “A Reserva Federal triplicou o tamanho da base monetária desde 2008, só que a economia continua deprimida. (…) em 1999 o Japão já se encontrava numa situação em que a impressão do dinheiro já não conseguia revitalizar a sua economia deprimida.”

“A Reserva Federal triplicou o tamanho da base monetária desde 2008, só que a economia continua deprimida. (…) em 1999 o Japão já se encontrava numa situação em que a impressão do dinheiro já não conseguia revitalizar a sua economia deprimida.”

Fonte:
“Acabem com esta crise, já!”
Paul Krugman (Nobel da Economia)

Este fenómeno de injeção massiva de capital na economia não ocorreu na Europa, bloqueada pelos dogmas monetaristas obsoletos do BCE e pelos atavicos medos inflacionistas dos alemães. Nos EUA, o processo perdeu vigor devido à obsessão de Obama em estabelecer “consensos” impossíveis com Republicanos inflexiveis, perdeu vigor, nunca ultrapassou uns ridículos 2% do PIB e acabou completamente absorvido pelo setor financeiro.

Na Europa, não houve nenhum pacote de estímulo keynesiano… o BCE nem sequer injetou maos moeda na economia real, limitando a comprar – timidamente – divida soberana e mantendo sempre a cotação do Euro em valores artificialmente altos e criando assim dificuldades desnecessarias às empresas exportadoras.

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