Uma possível resposta europeia à crise do euro

1. Tem que haver uma garantia de liquidez, algo que garanta que os governos não irão ficar insolventes e impedir pânicos do mercado. Isso existe na Suécia, Reino Unido, EUA, Japão, mas está fora do âmbito de ação do BCE. O BCE tem que estar pronto (dizê-lo e fazê-lo) comprando obrigações dos governos das nações do euro.

2. Portugal e outros países cujos custos laborais subiram desde a adesão ao euro têm que persistir no rumo desagradável, mas necessário da compressão de rendimentos, não pela via de uma brutal carga fiscal, mas pela via da inflação, cujas metas o BCE deve flexibilizar até aos 4%, pelo menos neste momento de urgência financeira.

3. Os países do norte da Europa (sobretudo a Alemanha) devem lançar programas de estímulo económico que promovam o pleno emprego, o consumo e as importações dos países do sul da Europa. Isto pode ser feito à custa de uma inflação moderada, uma política monetária expansionista por parte do BCE e do programa de estímulos na Alemanha.

4. Continuação de uma austeridade orçamental, com compressão dos salários mais elevados da função publica (por comparação ao setor privado) e das pensões mais altas. Simultaneamente, haveria que lançar um plano de estímulos ao setor produtivo e exportador com capitais europeus.

Categories: Europa e União Europeia, Política Internacional, Política Nacional, Portugal, união europeia | Deixe um comentário

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