Daily Archives: 2012/09/18

Existem “Cláusulas Secretas” nos contratos das PPPs

O sistema político português está esgotado. E está esgotado porque já não é credível nem merece o voto à maioria dos cidadãos. Os partidos da coligação governamental (PSD e PP) governam hoje de forma absolutamente contrário aquilo que originalmente inscreveram nos seus programas eleitorais, entretendo-se a lançarem tapetes fiscais uns atrás dos outros, esmagando os cidadãos e contribuintes, sem nunca afrontarem – de forma decidida e corajosa – os Grandes Interesses que se instalaram na política e economia em Portugal. O PS, o outro eixo desse “sagrado” rotativismo que nos rege não está melhor… maior responsável pela espiral do endividamento externo da última década e grande culpado (até criminalmente) dessa grande cancro nacional que são as PPPs, não oferece alternativa credível.

Neste contexto, resultam particularmente grave as afirmações de António Barreto (que continua tendo bons contatos no aparelho socialista) de que existem “cláusulas secretas” nos contratos hiper-blindados das PPPs. A ser verdade, estamos perante uma afronta difícil de igualar ao Estado de Direito e aos superiores interesses da República.

Estas “cláusulas secretas” só o são porque – manifestamente – colidem contra toda a racionalidade e decência. O atual Governo (que tem falado muito das PPPs, mas feito pouco) podia começar por, em nome da transparência, revelar quais são elas exatamente e depois, com a pressão popular que daí inevitavelmente resultaria, partir para as renegociações nunca esquecendo que enquanto Estado de Direito, cabe sempre a Portugal e aos seus representantes legitimamente eleitos a capacidade para as dissolver e declarar públicos os seus bens.

Fonte:
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/ppp-antonio-barreto-clausulas-secretas-parcerias-publico-privadas-governo-ultimas-noticias/1374080-1730.html

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A Indústria Espacial Russa está em “Crise Sistemética”?

Foguetão russo Proton (http://cache.gizmodo.com)

Foguetão russo Proton (http://cache.gizmodo.com)

Apesar da negação por parte do Governo russo, é manifesto que existem sérios problemas na industria espacial russa. Os mais altos responsáveis russos negam e renegam, mas é evidente que existe uma crise sistémica na industria espacial russa.

Os problemas parecem mais graves em algumas empresas do complexo industrial espacial russo que noutras e decorrem de problemas de tecnologia, de falta de pessoal devidamente qualificado e disciplina, como se admite, na Rússia, ainda que negando sempre essa “crise sistémica”.

Os problemas com lançamentos comerciais, com os anteriormente fiáveis Proton, sucedem-se. Até as muito fiáveis e seguras cápsulas Soyuz têm apresentado problemas graves nos últimos lançamentos e, cumulando toda esta humilhante serie de fiascos, temos o maior de todos: o fracasso clamoroso da sonda marciana Phobos-Grunt, especialmente notável numa época em que a NASA acumula sucesso atrás de sucesso no difícil e “amaldiçoado” Planeta Vermelho. É certo que a “maldição” de Marte parece especialmente forte nos russos que falharam 17 em 17 missões marcianas, enquanto que no ainda mais agreste Vénus acumularam sucesso atrás de sucesso, mas ainda assim, o fracasso do Phobos-Grunt e agora, mais recentemente, de uma sucessão de lançadores Proton provam que algo vai mal (e muito) na indústria espacial russa.

Fonte:
http://www.spacedaily.com/reports/Russia_Denies_Systemic_Crisis_in_Space_Industry_999.html

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Agostinho da Silva: “A propriedade privada – que consiste essencialmente em que a minoria priva de propriedade a maioria – passará a propriedade coletiva, com os seus males, quando em larga escala, da burocracia e dos planos centralizados”

Agostinho da Silva (http://guiadoocio.com)

Agostinho da Silva (http://guiadoocio.com)

“A propriedade privada – que consiste essencialmente em que a minoria priva de propriedade a maioria – passará a propriedade coletiva, com os seus males, quando em larga escala, da burocracia e dos planos centralizados; e haverá finalmente no mundo a não-propriedade para todos, de qualquer meio de produção ou de transporte. Este é o Paraíso em que pensa e que deseja o povo português e que nós temos a obrigação de o ajudar a atingir; se ele é plenamente atingível ou não ignora-o o povo e ignoro-o eu; e não há prova alguma científica de que o seja, como não há prova do contrário.”
Educação de Portugal
Agostinho da Silva

Simplesmente, não haverá recursos naturais bastantes no globo para sustentar crescimentos económicos constantes. O dogma estafado do Crescimento contínuo e o aferimento da saúde de um país pelo registo continuado e sempre ascendente produto bruto.

Se não podemos mais tornar a fazer construir economias em torno do crescimento e do consumo em constante crescimento, então temos que as erguer em torno de novos paradigmas que não podem mais basear-se na produção e consumo de coisas. Esses paradigmas passam pela união do pensamento e da criação com a ação e produção. O trabalho – entendido como dever e obrigação – deve terminar enquanto forma de “castigo”, as sociedades devem reorganizar-se por forma a garantirem um “rendimento cidadão único”, abastecido com os impostos sobre o capital e a especulação financeira (que hoje lhes fogem) e abrir assim espaço à criação cultural e a liberdade individual e coletiva.

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