Daily Archives: 2012/09/10

Fim das ilusões quanto à inexistência de mais um tapete fiscal de bombas sobre a economia nacional

Fim das ilusões quanto à inexistência de mais um tapete fiscal de bombas sobre a economia nacional. As notícias de quem realmente manda (a Troika) não permitiria tal absurdo não se concretizaram e lá levamos com mais uma onda de sanha fiscal num Estado que insiste em não se reformar nem em afrontar de forma decidida e corajosa os Interesses que no seu seio se instalaram.

Tudo caminha muito rapidamente para a impossibilidade da sustentação política do atual governo de coligação. A sagaz gestão mediática das aparições públicas do líder do CDS-PP vai resguardando este das piores consequências eleitorais num cenário de eleições antecipadas que já se avizinha no horizonte e que pode já bem ser em meados do ano que vem se o descalabro eleitoral do PSD for tão grande como se antevê. Se o PP recolher uma boa votação (o que, apesar de tudo é improvável dada a escassa presença local do partido) a dissolução da coligação é quase certa. Portas sabe que não é do seu interesse afundar-se juntamente com o país e o PSD e saltara fora da coligação logo que isso seja minimamente conveniente aos seus próprios interesses.

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Será que o “disco voador” do Báltico afinal de contas é apenas…

A anomalia do Báltico (http://truthfall.com)

A anomalia do Báltico (http://truthfall.com)

Uma das descobertas mais entusiasmantes do ano passado foi, sem dúvida, a descoberta daquilo que parecia ser um “disco voador” no fundo do Mar Báltico… a empresa que tinha localizado a “anomalia”, a sueca Ocean X parecia convicta da natureza alienígena do objeto e multiplicou as declarações mais ou menos crípticas sobre a sua natureza, contribuindo para um mistério que se foi avolumando.

Peter Lindberg, da Ocean X, afirmou que o objeto “tinha uma estranha formação em forma de escada” e que “se foi construido, tem que o ter sido dezenas de milhar de anos antes da Idade do Gelo”, ou seja, há mais de vinte mil anos atrás. O sueco chegou mesmo a dizer “se isto for Atlantis, então isso seria mesmo espetacular”. Mas o seu registo nem sempre anda em linhas tão esotéricas, admitindo que pode ser uma formação natural, um meteorito ou um vulcão submarino.

O local exato onde se encontra o objeto é conhecido apenas pela Ocean X que está agora a trabalhar num documentário televisivo sobre o achado, pelo que brevemente poderemos conhecer mais alguns detalhes sobre o “disco”. Mas já se sabe que afinal de contas existe uma grande possibilidade que se trate mesmo de uma formação natural: Volker Brüchert, professor de Geologia da Universidade de Estocolmo recebeu algum do material recolhido do local pela Ocean X e constatou que se tratava de algumas rochas vulcânicas, com algumas dezenas de milhar de anos e uma maioria de rochas sedimentares. Em suma, precisamente aquilo que seria de esperar encontrar no fundo do Báltico. As rochas vulcânicas, especula o geólogo, poderão estar aqui apenas pela ação dos glaciares que na Idade do Gelo esculpiram as feições geográficas que hoje apresenta o Mar Báltico.

Fonte:
http://www.lifeslittlemysteries.com/2839-baltic-sea-object-glacial-deposit.html

Categories: Mitos e Mistérios, OVNIs, SpaceNewsPt | 4 comentários

Sobre o fenómeno do recuo do cidadão em relação à vida política

Existe em Portugal e no resto do dito “mundo desenvolvido” um evidente fenómeno de recuo do cidadão em relação à vida política. Os cidadãos participam cada vez menos na vida das suas sociedades, quer militando cada vez menos nos partidos, quer participando cada vez menos em associações e movimentos sociais ou culturais. Este recuo sensível da participação cívica está diretamente ligado ao fato de hoje Portugal ser o pais mais desigual da OCDE, batendo em 2011, a Bulgária e a Estónia, países que até então ocupavam esse desonroso pódio. Perante o agravamento das condições de vida que se registou com especial agudeza depois de 2008, muitos portugueses apontaram os indicadores – não sem razão – para os grandes partidos representados na Assembleia da República, sobretudo para aqueles dois que têm repartido entre si o poder desde 1975 e aos quais chamamos – invocando o malsano “rotativismo democrático” do século XIX – de “bi-partido”. Em consequência, assistimos a um recuo da participação nos sufrágios eleitorais e no afluxo de novos militantes aos grandes partidos, que os pudessem renovar e fizessem brotar à superfície novos valores e quadros. A maioria dos português culpou os partidos pela situação atual, pela efetiva bancarrota da República, pelos insustentáveis níveis de desemprego cronico, pela redução inédita (desde 1989) do nível de vida e pelas humilhações e perdas de soberania que representam a presença da Troia e as suas draconianas condições de austeridade orçamental. Os partidos são responsáveis por esta situação, decerto. Mas os cidadãos que se demitiram de exercerem uma vida política ou cívica mais intensa ou que – pior – se recusaram a votar, eleição após eleição, não podem ser esquecidos. Se uns governaram mal (por dolo ou incompetência) os outros deixaram que assim sucedesse durante mais de vinte anos, demitindo do dever democrático de participação cívica que obriga moralmente cada cidadão a exercer sobre a República uma vigilância ativa e uma presença constante e amiúde nos sufrágios.

Essa é de facto a grande questão: os partidos estão doentes e fechados dentro de si mesmos, mas os cidadãos não se podem render a essa evidência e deixar a que os partidos (cada vez mais clientelares e dominados por pequenas famílias) entrem em roda vida e se distanciem completamente da sociedade civil. Se queremos mudar alguma coisa numa situação que todos reconhecemos ser impossível, então devemos mudar os partidos e pressiona-los para que introduzam no sistema político formas alternativas (não partidárias) de participação política: iniciativas legislativas de cidadãos menos restritivas, admissão de deputados independentes à Assembleia da República (ou ressuscitação do “Senado” e usando-o para esse fim), efetivação do mecanismo das petições públicas, etc, etc

Cabe-nos a todos redinamizar esta democracia cada vez mais formal e esvaziada de sentido prático e operacional. Os partidos têm que “ser invadidos” por cidadãos insatisfeitos e dispostos a renovarem os seus quadros, propósitos e objetivos a partir de dentro. A democracia deve ser reorganizada com novas formas de participação que a abram a novas formas de representatividade da Sociedade Civil. Só assim, a democracia pode deixar de ser uma mera formalidade, cada vez mais entregue a grupos de interesse e pressão, manipuladores dos Media e das Massas, servindo sempre os seus interesses particulares e egoístas e prejudicando severamente o Bem Comum.

Categories: Política Nacional, Portugal, Sociedade Civil | 2 comentários

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