Para quando o envio de uma Força de Paz para a Guiné-Bissau?

Guiné-Bissau (http://www.didinho.org)

Guiné-Bissau (http://www.didinho.org)

Recentemente, o representante do secretário-geral das Nações Unidas na Guiné-Bissau, Joseph Mutaboba, declarou que o pedido de uma força multinacional para este país lusófono só pode ser realizado pelas autoridades guineenses. O responsável das Nações Unidas respondia assim a uma questão numa conferência de imprensa e onde a questão do golpe militar de 12 de abril foi levantada.

Ora, o primeiro-ministro legítimo da Guiné-Bissau, Carlos Gomes Júnior já disse várias vezes que defende o envio de uma força multinacional sob a bandeira da ONU para a Guiné-Bissau. Contudo, estas declarações do governo legítimo de Bissau não parecem ter sido ainda tornadas em forma oficial e formalmente apresentadas no Conselho de Segurança da ONU, como confirma este alto responsável das Nações Unidas.

Esta contenção por parte de Carlos Gomes pode justificar-se pela tentativa de resolução da crise de forma interna, quer através da intervenção do único partido político organizado na Guiné-Bissau, o PAIGC, que juntamente com alguns oficiais locais estará (segundo os golpistas) a preparar um contra-golpe que restaure a legalidade democrática neste sofrido país africano de expressão oficial portuguesa.

Já assinou a Carta Aberta à CPLP de Apoio à Guiné-Bissau?

Fonte:
http://noticias.sapo.cv/lusa/artigo/14871693.html

Categories: Guiné-Bissau, Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | 6 comentários

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6 thoughts on “Para quando o envio de uma Força de Paz para a Guiné-Bissau?

  1. sugiro a Colômbia, o Equador, a Bolívia e o Panamá como força de interposição.
    assim tocam todos a salsa e as caracas

    • Interposicao presume que ha dois lados… nao os ha. O que faz mesmo falta é uma forca de intervencao, pequena, movel e bem apoiada, capaz de desmobilizar o narcoexercito local e de o reconstruir de raiz. E de raiz lusofona, claro, angolana, brasileira e portuguesa.

      • claro que há, os cidadãos pobres, explorados, humilhados, trabalhadores, honestos e os políticos, governadores e aquela cambada toda daquela miserável tropa fandanga a quem dão o nome hilariante de forças armadas guineenses…

        são 2 lados.
        então e força lusófona era para quê senão para se interpor???

        • Para desarmar os narcomilitares pacificamente se estes o quisessem ou para os forçar a desarmarem se a tal se recusassem (como seria previsível, dado o seu passado).
          Não poderia ser assim uma força de paradas, mas um grupo pequeno, bem treinado, equipado e apoiado (por mar e ar). Nada de semelhante às forças decorativas que a Ecowas enviou para a Guiné…

        • Interpor so para ser entre a Lei e a Justica e o Crime e o Narcotrafico.
          Tecnicamente seria uma força de intervencao, nao de interposicao (que so faz sentido, quando existem dois lados e ha uma pacificacao ou cessar-fogo em curso)

  2. no meu país esse tema foi totalmente esquecido infelizmente

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