Daily Archives: 2012/08/28

O primeiro PAK-FA indiano vai voar em 2014

A primeira versão do novo caça indiano de 5a geração, desenvolvido conjuntamente pela Rússia e pela Índia a partir do PAK-FA (Sukhoi T-50) deverá realizar o seu primeiro voo em 2014, sendo um segundo protótipo recebido da Sukhoi três anos depois. O programa recebeu a designação “Fifth Generation Fighter Aircraft” (FGFA) e conhecera posteriormente, em 2022, uma segunda fase, com a adoção de caraterísticas furtivas no aparelho. Até ao final deste ano a conceção final do aparelho deve estar terminada pelos engenheiros russos e indianos que se encontram hoje na Sukhoi, começando logo depois a construção do primeiro protótipo.

O projeto conjunto deverá ascender a mais de 11 mil milhões de dólares e deverá traduzir-se na aquisição de 214 aparelhos FGFA até 2030, a custo estimado de 30 mil milhões de dólares.

Fonte:
http://www.defencetalk.com/fifth-gen-fighter-aircraft-to-be-unveiled-in-india-by-2014-44279/

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“Estando impedido pelos seus estatutos de intervir nos leilões de dívida pública no mercado primário (como acontece com o Fed, o Banco de Inglaterra ou o Banco do Japão), o BCE nunca atuou como lender of last resort informal no mercado secundário – o que os bancos centrais acima referidos já fazem em caso de necessidade (e que os mercados sabem que acontece e confiam – levando a que, na prática, esses bancos centrais ou tenham de intervir muito limitadamente ou nem sequer o tenham que fazer de todo”

“Estando impedido pelos seus estatutos de intervir nos leilões de dívida pública no mercado primário (como acontece com o Fed, o Banco de Inglaterra ou o Banco do Japão), o BCE nunca atuou como lender of last resort informal no mercado secundário – o que os bancos centrais acima referidos já fazem em caso de necessidade (e que os mercados sabem que acontece e confiam – levando a que, na prática, esses bancos centrais ou tenham de intervir muito limitadamente ou nem sequer o tenham que fazer de todo.
Aliás, mesmo quando (desde 2010) comprou dívida pública no mercado secundário, o BCE fê-lo de forma intermitente” (…) “e a cereja no topo do bolo veio em maio último, quando o BCE anunciou – aí com uma postura bastante mais afirmativa e, digamos, satisfeita, do que anteriormente – que não tinha planos para implementar quaisquer medidas destinadas a contrariar a volatilidade nos mercados financeiros”.

Miguel Frasquilho
SOL
3 agosto de 2012

A situação é insustentável: bloqueado pelos dogmas monetaristas e pelos pavores atávicos dos germanos e que resultam da hiperinflação alemã da década de trinta, o BCE funciona como um “banco central incompleto”. Sabedores desse auto-condicionamento estúpido (porque baseado em critérios emocionais e não religiosos), os Mercados atiram todo o seu imenso poder de fogo financeiro contra a europa do sul e acumulam ganhos especulativos tremendos.

Os políticos europeus (se os houvessem, dignos desse nome) deviam estar a tratar de rever os objetivos do BCE (expandi-os alem da monotemática defesa contra a inflação) em vez de estarem permanente a queixarem-se contra um BCE que – sejamos sinceros – não faz mais do que cumprir o seu mandato! E se Frasquilho é influente dentro do PSD (e sabemos que sim) então porque não está o governo português na primeira linha internacional, de forma corajosa e assertiva, ao lado daqueles que defendem a revisão urgente dos estatutos do BCE?!…

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Sobre o modelo borgo-relvista de Concessão da RTP1 e encerramento da RTP2

António Borges, o para-ministro (http://www.meiosepublicidade.pt)

António Borges, o para-ministro (http://www.meiosepublicidade.pt)

Existem sinais fiáveis de que o modelo que António Borges (o tal economista que o FMI despediu por ser demasiado incompetente e que Passos Coelho repescou como para-ministro) para a privatização da RTP e que Relvas usou para “sondar” os portugueses está severamente ferido de legitimidade.

Com efeito, é incompreensível que alguém que esteja realmente interessado em defender os supremos interesses da República não veja nenhum problema em usar um imposto (a taxa audiovisual) para alimentar diretamente os cofres de uma empresa privada, concessionaria da RTP. Os impostos são (conjuntamente com a Justiça e a Defesa) um dos três aspetos centrais do Estado e a sua cedência direta a particulares consagra uma muito elementar violação de um dos mais basilares princípios do Estado de Direito.

Além desta grave ilegalidade, o facto deste concessionário “dourado” (e provavelmente já selecionado por Relvas numa qualquer lógica turva) vir a ser beneficiado com uma “renda garantida” vai também criar dificuldades às outras empresas de televisão em Portugal: SIC e TVI, que assim não terão acesso a essa vantagem ilegal (já o dissemos) e desleal (dizêmo-lo agora). E uma deslealdade com vinte anos de duração, bem à imagem das imensamente perniciosas PPPs…

Tenha-se em conta que não tenho objeções de princípio contra o modelo de concessão a privados de um canal: desde que isso seja feito num contrato com uma longevidade razoável (nunca de vinte anos!), não implique o abjeto pagamento direto de impostos a privados e implique (pelo contrário!) Um pagamento de uma renda anual ao Estado. Discordamos igualmente do fim da RTP 2 (que deve manter-se no modelo atual) e, sobretudo, da RTP Internacional, especial ferramenta de ligações das Comunidades da Diáspora e da RTP África, indispensável meio de projeção de Portugal no mundo africano de expressão oficial portuguesa.

Fonte:
http://economico.sapo.pt/noticias/vamos-ver-a-rtp1_150643.html

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BioQuids S1: Quem era este homem?

 

1. Todos os quids valem um ponto e todos serão sobre personalidades conhecidas, com fotografias obtidas na Internet.

2. Os Quids são lançados a qualquer hora.

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Pontos:

Otus: 5 (Harry Turtledove + Alberto Pimentel + Ian Watson + William Reddington Hewlett + Philip José Farmer)

HSMW: 2 (Michael Wittman + Howard Clive Mayers)

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António Borges: “o encaixe resultante da privatização da TAP não será muito elevado”

Quando o “Duque das Privatizações”, António Borges, diz que “o encaixe resultante da privatização da TAP não será muito elevado», então há que perguntar se nesse caso vale mesmo a pena privatizá-la. Ou não? O conhecido ex-funcionário do FMI – despedido por incompetência – vai ainda mais longe na sua aleivosia acrescentando que “o encaixe financeiro não é o principal objetivo da operação”.

Pois não, Borges, não é: o objetivo imposto pela Troika (dominada em dois terços por europeus do norte) é o de desmantelar uma das duas ferramentas que Portugal dispõe para poder alcançar o mundo da diáspora e da lusofonia: a RTP Internacional (também prestes a ser desmantelada por Borges) e a TAP. Sem a primeira, Portugal eclipsa-se da África Lusófona, que segue com grande fidelidade esse canal, sem a segunda, torna-se um país periférico irrelevante nas importantes ligações para a África Lusófona e para a América do Sul.

Borges, como Passos, estão mais preocupados em agradarem a Merkel do que a servirem Portugal, por isso estão dispostos a seguirem caninamente esse plano germânico de desmantelamento de Portugal, sem se darem sequer ao luxo de o mascararem com a alegação de “encaixe financeiro” mas esperando depois a recompensa: um sumptuoso cargo numa qualquer grande instituição internacional que recompense essa fidelidade e traição a Portugal.

Fonte:
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/empresas/tap-privatizacao-ana-antonio-borges/1369907-1728.html

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Agostinho da Silva: “Nas nossas universidades, em lugar de andar procurando com uma lanterna na mão quais os homens rebeldes e agressivos, quais os homens que ela chama de desajustados, andam, pelo contrário, à procura dos homens não rebeldes, dos não-agressivos, dos homens ajustados”

Agostinho da Silva (http://www.cenif.com)

Agostinho da Silva (http://www.cenif.com)

“Nas nossas universidades, em lugar de andar procurando com uma lanterna na mão quais os homens rebeldes e agressivos, quais os homens que ela chama de desajustados, andam, pelo contrário, à procura dos homens não rebeldes, dos não-agressivos, dos homens ajustados.”
Depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito
Agostinho da Silva

Porque se estima muito mais o comodismo e bovino assentamento frente ao Sistema do que o seu permanente desafio e contestação… as universidades modernas são depósitos infindos de gerontes que se arrastam de cadeirão em cadeirão, com a lentidão de caracóis barbudos tentando tudo por tudo bloquear a entrada de jovens promissores (mas potencialmente contestatários) nas suas carreiras.

As Universidades são os seus professores, não os seus edifícios, salas, cadeiras, quadros de ardósia ou – mesmo – laboratórios. É no recrutamento dos seus melhores que devem concentrar o cerne dos seus esforços, mas não é isto que têm feito, pela simples razão de que as carreiras estão bloqueadas por estas hostes infindas de gerontes e por hierarquias que preferem sempre a estabilidade bacoca e a ortodoxia fundamentalista à inovação e à renovação de quadros.

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