Daily Archives: 2012/08/26

BioQuids S1: Quem era este homem?

1. Todos os quids valem um ponto e todos serão sobre personalidades conhecidas, com fotografias obtidas na Internet.

2. Os Quids são lançados a qualquer hora.

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Pontos:

Otus: 4 (Harry Turtledove + Alberto Pimentel + Ian Watson + William Reddington Hewlett)

HSMW: 2 (Michael Wittman + Howard Clive Mayers)

Categories: BioQuids S1 | 4 comentários

Da imperativa necessidade de proibir globalmente os algoritmos automáticos de Trading nos Mercados Financeiros

Recentemente escrevi algo no Quintus contra os algoritmos automáticos que eram hoje responsáveis por mais de 70% de todas as transações nos mercados financeiros. Defendo a sua total proibição, por forma a devolver alguma estabilidade e previsibilidade a um sistema completamente desequilibrado e nervoso até à esquizofrenia.

Nos começos de agosto, uma notícia (discretamente escondida do foco mediático) deu conta de um “update” no software de trading (algoritmo) que teria provocado um massivo volume de compras e vendas, o que provocou, em cascata, na New York Stock Exchange. Algumas destas transações foram anuladas pelo regulador da Bolsa, mas a Knight Capital Group terá perdido em consequência deste bug qualquer coisa como 400 milhões de dólares…

O nível de perdas mais alto continua ao bug (atribuído a um erro do processador Pentium) dito de “Pentium FDIV Bug” e que provocou perdas superiores a 500 milhões de dólares.

Estes algoritmos continuam a existir, nos EUA, na Europa e em Portugal, mas os reguladores parecem incapazes de os monitorizar e os legisladores continuam amorfos perante os mesmos, quando no clima de elevado nervosismo nos Mercados estes perigosos automatismos deviam estar completamente proibidos. De facto, França e Espanha já vieram dar razão a esta proibição quando recentemente proibiram temporariamente o correlacionado “short selling”. Falta contudo ação mais decisiva, por parte da Comissão Europeia e dos políticos dos EUA e da Europa.

Fonte:

http://rss.slashdot.org/~r/Slashdot/slashdot/~3/CIZOASRQU7A/algorithmic-trading-glitch-costs-firm-440-million

Categories: Economia, Política Internacional, Portugal | Deixe um comentário

BioQuids S1: Quem era este homem?

1. Todos os quids valem um ponto e todos serão sobre personalidades conhecidas, com fotografias obtidas na Internet.

2. Os Quids são lançados a qualquer hora.

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Pontos:

Otus: 4 (Harry Turtledove + Alberto Pimentel + Ian Watson + William Reddington Hewlett)

HSMW: 1 (Michael Wittman)

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“Os gestores portugueses tiveram um aumento médio de remunerações de 5.3% relativamente a 2010 (…) [mas] os custos com pessoal foram reduzidos em média, em 11%”

José Manuel Pureza (http://www.ces.uc.pt)

José Manuel Pureza (http://www.ces.uc.pt)

“Os gestores portugueses tiveram um aumento médio de remunerações de 5.3% relativamente a 2010 (…) os custos com pessoal foram reduzidos em média, em 11%. (…) os grandes executivos das empresas cotadas passaram, em 2011, a ganhar mais 44 vezes que os seus trabalhadores (em 2010 a diferença era de apenas 37 vezes). Portugal é o país mais desigual no espaço da União Europeia. E o que a austeridade está a operar é uma radicalização dessa austeridade. Sob a retórica descarada da distribuição dos sacrifícios por todos escancarar-se uma realidade de polarização social cada vez maior, em que um empobrecimento geral contrasta com um enriquecimento obsceno de uns poucos (…) nisto como em tanto mais Portugal é a Grécia. A política de austeridade está a conseguir o seu intuito de destruir a classe média precarizando-a, proletarizando-a e empobrecendo-a.”

José Manuel Pureza
Diário de Notícias
18 de maio de 2012

Portugal já foi o terceiro país mais desigual em termos de rendimentos da OCDE. No ano passado, passamos a uma inglória primeira posição nesse nefasto ranking… algo está a correr muito mal na distribuição de riqueza em Portugal e tinha que correr, num contexto de grande austeridade e perda de rendimentos por parte da classe média! Sem esta justa distribuição de rendimentos criam-se condições para uma revolta social de proporções sem semelhantes na nossa História! O grande problema está em que os “mecanismos automáticos” de auto-regulação empresarial que supostamente deviam impedir esta ascensão insustentada dos rendimentos dos gestores e o aprofundamento do fosso salarial entre estes e os trabalhadores destas empresas não está a funcionar. Impõe-se assim que o Estado intervenha e determine alguma regulação na distribuição dos rendimentos.

Se o Estado abandonar os dogmas neoliberais de “não-intervenção” na política salarial das empresas privadas e determinar, por exemplo, distancias máximas entre o salário mais alto e o mais baixo, a incorporação obrigatória dos subsídios no salário base, limitações legais dos prémios de gestão, participações percentuais obrigatórios dos trabalhadores no capital das suas empresas, etc, poder-se-á corrigir algumas destas disfunções e reduzir a profundidade deste fosso. Mas para isso é preciso coragem política.

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