Daily Archives: 2012/08/22

O primeiro Drone WiFi: O “Parrot AR Drone 2.0”

Uma parte (muito grande) de mim há de sempre gostar de gadgets… e quando essa parte soube do lançamento de um mini helicóptero de nome “Parrot AR Drone 2.0” tive que usar toda a força do meu cérebro supostamente superior para conter uma pulsão animal para o comprar.

O Parrot é, com efeito, o sonho de qualquer viciado em tecnologia: basicamente é um drone pessoal, um aparelho voador de quatro propulsores controlado por smartphone, com uma câmara HD de vídeo. O Drone quando é ativado mantém-se estático a cerca de um metro de altura, depois, fica disponível para receber comandos. O Parrot tem duas câmaras, uma frontal de 720p e uma de ventre que não sendo nada de especial, fazem o seu trabalho. O alcance do drone está limitado ao do sinal WiFi: ou seja, em espaço aberto pode chegar aos quarenta e tal metros. Ou mais… ou menos… depois das condições de humidade, temperatura e claro, da existência de obstáculos (muros e vegetação muito densa). A aplicação do Parrot que se instala no smartphone permite guardar os vídeos captados aqui ou num usb stick que se insere diretamente no drone, sendo esta a opção que suporta um bitrate mais alto e livre de perdas de frames como pode suceder nas ligações WiFi de mais baixa qualidade.

O Parrot custa cerca de 300 dólares, o que sendo caro para um mini-helicóptero fica bem em conta que se trata de um autêntico pequeno drone… uma curiosidade fascinante para um particular, decerto, mas uma ferramenta crucial para qual força da ordem ou companhia de bombeiros em operações contra incêndios florestais ou urbanos.

Fonte:
http://gizmodo.com/5931424/parrot-ar-drone-20-review-your-own-private-predator

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Categories: Ciência e Tecnologia, Informática | Deixe um comentário

Da imperativa necessidade de um “Pacote de Estímulos” na Europa e em Portugal

Se não fosse o profundo dogmatismo que hoje domina o pensamento económico dominante no BCE, CE e FMI (a famigerada Troika) já se teria percebido que a aplicação contínua e isolada de pacotes sucessivos de austeridade não pode resolver o problema nem dos défices orçamentais (pelos seus efeitos recessivos), nem o das dívidas externas (até o aumenta, pelos juros pagos pelos pacotes de “ajuda”. Racionalmente, este modelo austeritário deveria estar já a ser reavaliado. Mas não está. A cegueira neoliberal da Troika continua a repetir incansavelmente o sacro mantra da redução das despesas do Estado, pela compressão contínua e interminável do Estado Social.

Não há dúvidas de que as despesas do Estado têm que ser reestruturadas, sobretudo no campo dos salários da função pública e das reformas (mais de 60% das despesas correntes mensais do Estado), e nos salários e reformas mais elevados. Mas o foco nesta contenção de despesas deve acontecer com especial força nas criminosas PPPs e nas malfadadas fundações. Umas e outras têm servido como “prateleiras douradas” para muitos políticos reformados ou caídos em desgraça, umas e outras têm que ser ou nacionalizadas (PPPs). Essa contaminação explica os contratos absurdos que garantem rentabilidades de 12% ao ano por 25 anos!

Se a austeridade falhou, e falhou rotundamente, como provam os 7% de queda do PIB grego neste ano, então chegou a altura de recorrer à conhecida receita Keynesiama que tão bons resultados deu na Grande Depressão da década de 1930 e lançar um grande pacote de estímulo. E este pacote de estímulo deve ser bem orientado e ter a escala que a gravidade da situação atual exige, nada semelhante ao tímido pacote semelhante lançado por Obama em 2009, e que nunca teve mais que dois por cento do PIB dos EUA… tem que ser grande, de pelo menos dez por cento do PIB de cada país europeu onde for aplicado, usar fundos diretamente provenientes da CE e ser diretamente dirigido não ao Estado, mas às empresas privadas mas contemplar mecanismos que impeçam que esses fundos acabem em prémios de gestores, especuladores ou a caminho de países extra-europeus. De facto, em troca desses financiamentos diretos a juros muito baixos, a CE deve estimular setores estratégicos da economia europeia (energias renováveis, tecnologia, transportes, defesa, tecnologias de saúde, aeroespacial, portos e navegação marítima, mar, agricultura e investigação científica). Nesse grande pacote de estímulos empresariais as energias renováveis devem ser prioritárias. Quer no campo da investigação, quer no campo da criação de novas empresas neste setor. A aquisição de instalações de energia renovável nos meios urbanos por parte de particulares deve também ser contemplada, mas incluindo mecanismos que favoreçam a origem local dos equipamentos adquiridos.

Categories: Economia, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | Deixe um comentário

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