Daily Archives: 2012/08/18

A OCDE “aconselhou” o governo português a reduzir a duração do subsídio de desemprego aos cidadãos de maior idade

Recentemente, a OCDE (esse grande fórum de economistas neoliberais que só viram a recessão de 2008 quando esta chocou frontalmente com eles) “aconselhou” o governo português a reduzir a duração do subsídio de desemprego aos cidadãos de maior idade.

A lógica ideológica por detras de uma “recomendacao” dada em tom de ordem (num contexto de Protetorado da Troika) acabará inevitavelmente por ser adotada por um Governo que tem excedido todas as expetativas no seguidismo norte-europeu e neoliberal… o objetivo é o de continuar a comprimir ainda mais o Estado Social, forçando estes cidadãos a aceitarem reduções ainda mais profundas dos níveis remuneratórios e assim pressionar também para baixo os salários auferidos por aqueles trabalhadores com mais de 45 anos que ainda têm o “privilégio” de trabalharem. Indiferentes às dificuldades quase impossíveis de vencer para encontrar um trabalho num mercado bloqueado a todos os desempregados seniores, estes “peritos” da OCDE propõem algo que vai diminuir ainda mais a Procura e agravar ainda mais a Depressão que se instalou (duradouramente) em Portugal.

Num período em que o desemprego senior assume proporcoes cada vez maiores, com consequencias sociais que o desemprejo jovem não tem (filhos dependentes, familias sem qualquer rendimentos, ambos os pais desempregados, etc) vir reduzir ainda mais a rede social a familias com filhos (tipicamente existentes em pais com mais de 45 anos) revela uma absoluta insensibilidade humana que só pode ser encontrada noss neoliberais mais fanatizados e ideologicamente obcecados. Como os que mandam hoje no FMI e na OCDE, precisamente…

Fonte:
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=2687923

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Categories: Economia, Política Nacional, Portugal | 24 comentários

Comentário à obra de Dalila Pereira da Costa: “A Nau e o Graal”

Dalila Pereira da Costa (http://diariodigital.sapo.pt)

Dalila Pereira da Costa (http://diariodigital.sapo.pt)

Uma das obras mais importantes da filósofa Dalila Pereira da Costa é “A Nau e o Graal”. Texto indispensável para compreender Portugal e a visão que a filósofa portuense tinha do nosso destino e missão coletivas, a “Nau e o Graal” é crucial para compreendermos o que somos e, sobretudo, para onde vamos, num momento de grave crise financeira e social.

1. Perda de Vitalidade

“Além duma real perda de vitalidade houve, por exaustão, após seu portentoso acto ou missão, ou pelo facto de completa realização desse ato ou missão, como revelação terrestre a eles supremamente incumbida na história universal – ter-se-ia dado, a partir do século XVII, uma não-sincronização ou partilha, entre eles e o resto da Europa, duma certa eleição, forma e estrutura de pensamento e conhecimento.”
Dalila Pereira da Costa, A Nau e o Graal

Na visão de Dalila Pereira da Costa, Portugal teria entrado em plena Idade Moderna e – depois – na Pré Industrial, sem ânimo, objetivos de longo prazo ou desígnios nacionais que lhe permitissem alimentar o mesmo grau de intensidade de presença no mundo e de influência planetária dos finais da Idade Média. Depois do grande desaire de Alcácer Quibir, o país porta-se como se lhe tivessem quebrado a espinha dorsal, como se estivesse sem outro destino que não fosse o de sobreviver e de deixar passar dia a dia como se nada fosse realmente importante ou merecesse a pena. Desde a perda do Rei, Portugal age como se estivesse em depressão coletiva, um sentimento intercalado apenas por breves momento de euforia ou de alienação de massas. Neste contexto, a construção do Brasil assume-se como o último grande fôlego de uma aventura que perdeu em finais do século XVI o seu maior fulgor e energia.  Esse esgotamento explicaria a desincronia de desenvolvimento económico e social que Portugal experimenta desde meados do século XVII e que é especialmente evidente depois do século XX com a industrialização do continente europeu que não alcançaria nunca o país.

Depois da escala extraordinária das suas realizações no período dos Descobrimentos e da Expansão, Portugal está desincrónico com a Europa. É um facto, mas poderá estar nesta situação porque na sua mais profunda essência Portugal não será realmente um “país europeu”? Na sua História já milenar, raramente o país esteve inserido no contexto político e diplomático europeu. Quase sempre pautou as suas políticas e desígnios nacionais muito mais pelo Atlântico e por aquilo que havia para além dele (o “além mar”) do que pelo que se passava no continente europeu. Portugal pode estar assim desincrónico apenas porque… Essa é a sua natureza: atlântica e global e não continental e regional. Assim, o “defeito” seria de facto, uma caraterística de um dado ponto – intermédio – do desenvolvimento e da vida coletiva do país e que seria apenas a antecâmara para um novo estádio da vida coletiva de uma nação que ainda não cumpriu plenamente o seu verdadeiro destino.

2. O Regresso de Portugal do Brasil

“Como nova emersão, subida do seio materno, da semente fecundada, para nova vida duma civilização, ela será a segunda vinda da ilha do Encoberto. A Ilha da Promissão dos Santos, que São Brandão procurou durante sete anos, ou Ilha das Sete Cidades, ambas foram e estiveram no apelo e realização da aventura para oeste, que por ela, culminaria na viagem de 1500, que os mareantes de Álvares Cabral, por certo levando uma rota estabelecida, memorizaram pelas palavras de Pêro Vaz de Caminha: “e assim seguimos nosso caminho, por este mar, de longo.
Uma manhã, o monge São Brandão e os seus 14 companheiros, partiram navegando para ocidente em busca “duma certa ilha que o homem de Deus Bariunto lhe tinha falado e que era terra espaçosa e verde e muito frutífera.”
Dalila Pereira da Costa, A Nau e o Graal

Noutros pontos desta importante obra Dalila Pereira da Costa já deixara bem claro que acreditava que Dom Sebastião haveria de regressar numa manhã de nevoeiro (simbólica) vindo da Ilha das Sete Cidades sendo que a filósofa do Porto explica o que seria exatamente essa “ilha”: a mesma que estivera na base do apelo atlântico que impulsionara Portugal à extraordinária gesta dos Bandeirantes e à construção heróica da maior nação da América do Sul: o Brasil.

A “terra espaçosa e muito verde” de São Brandão, a Ilha do Encoberto, a Ilha das Sete Cidades (refúgio dos cristãos visigóticos) e a Terra de Vera Cruz são assim uma e só uma realidade: O Brasil. Interpretando Dalila concluímos assim que a Salvação de Portugal das trevas em que anda imerso desde Alcácer Quibir virá dessa mítica “terra espaçosa e verde”,que a filósofa associa à Terra de Vera Cruz, o Brasil, e que assim, será essa “Ilha Encoberta” de onde virá o Rei do Tempo Futuro que abre assim a era do Quinto Império. Será o Brasil o futuro de Portugal? Virá do Brasil a figura salvífica prevista pelos profetas? Ou… Será simplesmente essa salvação realizada através da materialização do conceito de uma União ou Comunidade Lusófona?…

3. Portugal e a Rússia

“Na Europa, só um outro seu país, e justamente na sua outra extremidade, a oriental – assim, como criados em pólos opostos de simetria equilibrada – a Rússia, deterá tal vontade e poder de messianismo. E de valorização última, sagrada, da história: como justificadora e salvadora.”
Dalila Pereira da Costa, A Nau e o Graal

A Europa não o sabe. Mas ela é de facto uma entidade oscilante que cintila entre um equilíbrio tripolar: Rússia, Portugal e Grécia. Ao contrário do que creem os eurocratas de Bruxelas ou os Neoimperialistas de Berlim o “centro” da Europa não reside nem em Berlim, nem em Paris nem (muito menos) na parasitária e ridícula Bruxelas. O “centro” da Europa são os seus tripolos. É deles que emana a energia que dinamizou o continente que deu ao mundo realizações tão notáveis como a democracia, a ciência ou os direitos humanos.

O centro europeu oscila ora na direção de Portugal sendo então a Europa mundialista e aberta ao mundo. Quando o centro oscila na direção da Grécia, a Europa é racional, criativa e democrática. Quando oscila para a Rússia, é imperial, “romana”, continental, sonhadora e ambiciosa. A Europa não é o seu centro. É a sua periferia, é ela que a define enquanto matriz civilizacional e cultural.

4. Paralelismos entre os mitos arturiano e sebástico

“Dom Sebastião continuará o mito do Rei Artur, como modelo exemplar da soberania; do rei que, como oficiante e vitima, se oferta e Imola no sacrifício ritual pelo seu reino, dele seu representante, a ele identificado transcendentemente; e o que, após longa dormição, o virá salvar. E assim como os Cavaleiros da Távola Redonda foram exterminados na batalha de Camlan, assim também o foram os cavaleiros da nobreza do reino lusíada na batalha de Alcácer Quibir: mas também depois da sua morte, seu longo período de pausa e ocultamento, o rei salvador voltará ressuscitado, purificado e iniciado, para redimir e ressuscitar o seu povo. E entretanto, como Artur ficou permanecendo na Ilha de Avalon, centro do mundo, assim também Dom Sebastião ficou permanecendo na sua Ilha Encoberta, como outro centro do mundo.”
Dalila Pereira da Costa, A Nau e o Graal

Os paralelismos entre o mito arturiano do “rei perdido, mas que regressará” e o sebastianismo português, são, como aponta esta grande teórica do movimento lusófono, evidentes. Sebastião é o Artur dos portugueses e Artur o Sebastião dos ingleses. Um e outro pertencem ao mesmo quadro mítico-simbólico de fundo celta, cruzado de elementos messiânicos judaicos. Um e outro mito fundador buscam numa misteriosa e oculta ilha atlântica o refúgio desse Rei perdido. Um e outro construíram um projeto nacional em torno das navegações atlânticas e um e outro ergueram impérios transatlânticos absolutamente ímpares.

Os ingleses de hoje não sentem muitos traços de união com estes seus parentes celtizados, atlânticos e ultraperiféricos, mas a mesma matriz civilizacional continua lá. E o mesmo sucede com Portugal, país que sempre foi muito mais atlântico, que “europeu” (no sentido restrito), muito mais marítimo que continental e muito mais aventureiro do que laborador (no sentido germânico do termo).

5. O Graal é Portugal

“Nas diferentes versões da Demanda, o graal será, na mais antiga, a de Chretien de Troyes (século XII), uma escudela; na de Wolfram Von Echenbach, uma pedra; na de Peredur, do País de Gales, e de autor desconhecido, um prato com uma cabeça; e na Demanda do Santo Graal, atribuída a Robert Boron, o vaso onde Cristo celebrou a última ceia e onde José de Arimateia recolheu no Calvário o santo sangue. Será esta versão, do século XIII, difundida pela Ordem de Cister, a mais lida no Portugal de então. À qual ainda, no mesmo complexo, se juntará, o Livro de José de Arimateia, atribuído ao mesmo autor, e a Crónica do Imperador Vespasiano, como ligados ao mesmo circulo.”
Dalila Pereira da Costa, A Nau e o Graal

Assim, a visão do Graal adotada em Portugal por inspiração de Cister e propagada pelos monges-guerreiros do Templo seria precisamente a do Graal enquanto Vaso ou recetor do Sangue de Cristo. O Graal é em Portugal, o Vaso Sagrado e Portugal assume ele próprio, logo desde a sua fundação (precisamente cumprindo um plano de Cister executado pelos Templários) a essência do próprio Graal que está incluso na sua própria designação “porto-do-graal” e testemunhada no selo de Afonso Henriques e no Mosteiro da Batalha.
Portugal é o Vaso do Graal. O Porto de onde partiram e tornarão a partir as Caravelas sejam elas as de Henrique, ontem, ou da Lusofonia ou do Espaço, amanhã.

6. O Mundo do Futuro

(…) essa semente aqui fossilizada, mas intacta na sua potência germinativa, o que urgirá ofertar ao Ocidente. (…) e não sabendo, ele, que aqui existe preservada numa cultura sua, ocidental atlântica, neste seu extremo, sua Península. (…)
Essa semente, consigo trará o fim dum mundo em si obstruído, morto, nas suas formas ou forças de conhecimento e vida, do qual as aparências, nós por vezes as podemos apontar, como: distanciação do real, impossibilidade de aderência a ele, solipsismo, abstração, inteletualismo e racionalismo, estremes e estéreis; e negação última de possibilidade de vida, como niilismo, ou loucura.”
Dalila Pereira da Costa, A Nau e o Graal

A renovação da Europa virá de Portugal. Portugal não deverá assim “europeizar”, mas pelo contrário deve – como também dizia Agostinho da Silva – tudo fazer para preservar o seu carácter livre e independente e por contaminar com este caráter o continente europeu.
Portugal pode curar a Europa do mal de que esta hoje padece. Fazer com que deixe de ser uma criatura que padece de “solipsismo, abstração, inteletualismo e racionalismo, estremes e estéreis; e negação última de possibilidade de vida” negando a natureza humana das sociedades, dando primazia radical e absoluta ao individualismo e ao egoísmo contra a comunidade e a integração com a natureza e o meio e rendendo – sobretudo – o cívico e o político ao económico e financeiro.

A Europa tem que se recentrar no Homem. Retomar a ligação do Homem com a Vida e sem pudores ou receios admitir que a existência plena do humano no mundo não se faz sem a admissão e inclusão de um plano espiritual.

7. Os tempos do Nigredo

“Este povo, logo após Alcácer Quibir, teria começado, recomeçado por sua vez, na historia individual e coletiva, para merecer o ressurgimento e possessão do bem supremo – e em gesto solidário ao do seu rei – a perfazer em si uma longa prova, tal outra demanda e navegação: como sacrifício ritual. Para futura regeneração. E que seria ao mesmo tempo de ocultação e prova. Ou em termos de alquimia e hermética o tempo de Nigredo.”
Dalila Pereira da Costa, A Nau e o Graal

O Nigredo Português é assim a fase do desenvolvimento nacional em que ainda hoje vivemos. Parte de um Processo maior, significa que Portugal tem que passar por ela para poder evoluir até ao Albedo e daqui para a sua realização mais plena e completa, o alquímico Rubedo ou “Pedra ao Rubro”. Em Alcácer Quibir não morre (se morre) apenas um Rei de um país independente e soberano, cobiçado por Espanha/Castela. Acabe com ele toda uma nação que a partir daí se limita a existir perdendo todo o norte e energia, vagueando ao sabor das circunstâncias, sem projeto nacional ou energia bastante para recentrar uma existência que deixou de ser possível nos mesmos termos em que se desenvolvia depois do sacrifício do rei nas areias do norte de África. Portugal tem que passar, como passou o seu Rei, pela Morte ritual, para poder renascer. Tem que cruzar o Nigredo para chegar ao Albedo. Tem que morrer para poder renascer.

9. O Regresso do Encoberto

“Na Ilha do Encoberto, se dará a morte ritual (ou segunda morte), dum rei e do seu reino, como anulação ou suspensão da sua história. (…) Assim, o Desejado repetirá no Atlântico, o que desde tempos imemoriais desde o paganismo e através do cristianismo, o homem dessa pátria sempre realizou na água, ou Santo Vaso. Dom Sebastião emergirá do mar, na manhã da sua epifania, regenerado como dum Batismo.”
Dalila Pereira da Costa, A Nau e o Graal

O Rei Encoberto só regressará depois de morrer na sua Ilha atlântica onde se encontra hoje refugiado… Essa morte ritual será na água, como um batismo e será sucedida por um renascimento que o fará renascer do lado de cá do Atlântico. O Graal – veiculo da regeneração do Rei, assim como também o foi da sua imortalidade – é nesta leitura – o Vaso que cura o Rei é o Mar… O Mar onde está a Ilha do Encoberto é assim o vetor de Portugal e do seu Renascimento deste pantanal infecto e paralisante onde vegeta desde o desvio do projeto nacional conduzido pelo ultracatolicismo, pela Inquisição e pela adesão ao espírito do Lucro e do Império em desfavor do Espírito criador, das liberdades cívicas e do universalismo fraterno que prometia a primeira fase dos Descobrimentos.

Portugal será reconstruido pelo Mar, por Aquele que dele e por ele virá e o Graal mítico que buscamos e precisamos será simultâneamente esse Rei Redentor e o Mar, eixo fundamental de uma reconstrução que só pode ser feita olhando para e para alem do Atlântico.

10. Um dos Centros Espirituais do Ocidente

“Vejamos Portugal, no seu período de vero esplendor, como sua plena manifestação, o período de inicio da Idade Moderna, como tendo sido então um dos centros espirituais do Ocidente. De que a sua posterior decadência, nada mais seria que a ocultação, como movimento ou processo natural das leis cíclicas da manifestação, que se segue à revelação; e que a posterior face de comércio, de simples ganância e luxo mundano, em que neste reino decaiu a aventura da descoberta da terra, nada mais seria que um sinal concomitante e revelador dessa degenerescência, como sua queda duma primeira função e missão arcada no seu vero plano, num outro puramente material e humano.”
Dalila Pereira da Costa, A Nau e o Graal

Portugal foi grande apenas enquanto assumiu de forma plena e realizada a sua espiritualidade. Fomos grandes enquanto realizámos o Reino do Espírito Santo e o tornámos universal, levando- aos Açores e, mais além, até ao Brasil. O comercio, a ganância e o luxo levaram à decadência e esta à morte ritual de Portugal em Alcácer Quibir. O renascimento, patrocinado por esse Rei Encoberto que há de surgir do Vaso do Graal que é o Mar Oceano passará pela recusa ao luxo e à ganância como formas de vida e pelo regresso a um estilo de vida regrado e contido, mas generoso e sonhador que caraterizava o “reino de ouro” de Dom Dinis e dos alvores da Gesta dos Descobrimentos. Austero e moderado, mas ambicioso e universal, esse será o Portugal dos tempos futuros que hoje já é possível antever por entre as brumas da grave crise social, financeira e de mentalidades que hoje atravessamos.

Texto publicado na Revista Nova Águia

Categories: História, Mitos e Mistérios, Nova Águia, Política Nacional, Portugal | 3 comentários

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