“Em setembro, quando entrar em funcionamento o fundo de resgate permanente – o mecanismo de estabilidade europeu (MEE) – Portugal será obrigado a contribuir financeiramente”

Rajoy (http://n.i.uol.com.br)

Olé! Rajoy (http://n.i.uol.com.br)

“Em setembro, quando entrar em funcionamento o fundo de resgate permanente – o mecanismo de estabilidade europeu (MEE) – Portugal será obrigado a contribuir financeiramente para os futuros resgates na Zona Euro, a que Espanha é o primeiro candidato. A matemática é fácil de fazer: se o MEE emprestar 500 mil milhões de euros a Madrid, Portugal terá de entregar 12.5 mil milhões de euros.”
SOL de 27 de julho de 2012

Curiosamente, a quota lusa é maior que a finlandesa (12.5 mil milhões e que a Irlandesa (11.1 mil milhões)… e isto apesar de o PIB per capita da Finlândia ser de 34769 euros e o de Portugal ser de apenas pouco mais de 21 mil euros. Mais um tratado bem negociado, portanto… por outro lado, como é? Estamos em regime de protetorado europeu, suando a estopinhas para suportar as doses e camadas sucessivas que lá de Berlim nos mandam cumprir (e a malta cumpre, obediente) e agora também temos que pedir emprestado (a juros especulativos, sempre) para emprestar a quem ainda há uns meses atrás andava a dizer que “não somos Portugal!”?… e a alguém que (ainda por cima) nos ocupa território nacional (os concelhos de Olivença) e nos rouba a água dos rios internacionais?!…

Categories: Economia, Política Internacional, Política Nacional, Portugal, união europeia | Etiquetas: | 7 comentários

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7 thoughts on ““Em setembro, quando entrar em funcionamento o fundo de resgate permanente – o mecanismo de estabilidade europeu (MEE) – Portugal será obrigado a contribuir financeiramente”

  1. Pedro

    De facto esses 12,5 mil milhões virão emprestados…o que se está a vislumbrar é Portugal se preparar para aceder a esse fundo para reforço financeiro para que a nossa banca apoie o tão apregoado crescimento económico.
    Ou seja estamos já todos a ver Pedro Passos Coelho de repente por artes mágicas a falar em apostar em crescimento económico…mais uma vez iremos pela lei do menor esforço e cada vez mais hipotecados ao projecto federativo europeu para que os cidadãos nacionais e também europeus à custa dessas elevadas hipotecas dos estados ao fundo europeu se amaciem e deixem que esse projecto avance, para mim esta crise é uma estratégia que já estava agendada e que visa exactamente o federalismo europeu, um banco europeu, passando os bancos nacionais no caso do Banco de Portugal a uma sucursal que na prática já é apenas não está no papel, um só governo europeu, um só líder europeu.
    A questão que se põe é, querem os portugueses ser governados de fora, abdicando do pouco que resta da sua soberania em prol de um facilitismo aparente de bem estar?
    Creio que já deveria estar a circular uma espécie de referendo com apenas uma pergunta “Deseja que a UE se converta numa federação política? (Sim/Não)”.
    Antes deveria haver um debate na sociedade civil acerca do que implicaria para Portugal essa federação.
    No meu caso não preciso de qualquer debate para definir claramente e sem equívocos a minha posição como cidadão votante e que nunca se absteve ou votou nulo desde os 18 anos de idade, a minha resposta, é e será NÃO.

    • Nunca, mas nunca mesmo, haverá um referendo… a federacao ficticia (comandada pelo norte da europa) vai insinuar-se subrepticiamente e apresentada comi inevitavel.
      E os povos da europa hao de aceitar o novo reich sem sequer notarem que ele esta a chegar.

      • Pedro

        O “não” por muito pouca força que tenha, desde que seja o justo e correcto prevalecerá contra a “democracia dócil” da maioria do sim, como água mole em pedra dura…
        Nem sempre a manada vai para o prado certo, quem está no meio dela se deverá questionar a casa passo, quem está liderando a manada e se por acaso não irá direita ao precipício, e digamos que aqueles que vão do meio para o princípio só se aperceberão quando se derem conta que o chão lhes saiu debaixo dos pés ou das “patas” talvez palavra mais adequada, a nossa salvação é que os que vão no lugares do meio para o fim se apercebam a tempo e assim talvez haja tempo pelo menos de salvarmos metade da manada…

        • Por isso é que esta “federalizacao” da União Europeia se está a fazer numa logica de pequenos, subtis e “inevitaveis” passos… para que nao haja nunca um momento unico (como um Referendo) onde os povos possam dizer esse “nao”.

          • Pedro

            “2013 será o ano da inversão económica em Portugal”, ora aí esta a frase mesmo a propósito dita por Pedro Passos Coelho no seu discurso da reentré política no Pontal, Algarve.
            Já ficamos a saber donde virá o dinheiro para a nossa banca financiar a inversão económica….
            Seria bom alguém aconselhar os espanhóis a despacharem-se para irem buscar dinheiro ao fundo de estabilização europeu, é que este senhor já está com água na boca para ir ao pote e para aplicar o velho ditado “por uns não quererem estão outros desertos”.

            • “Ir buscar” nao vai resolver o problema de ninguem. So vai aumentar a divida e a adiar a solucao de um problema que tem que passar pela reestruturavao das dividas acompanhada de um programa de estimulo em grande escala.

      • mau!!!

        afinal é um novo Reich ou são os odiosos loiros, de olhos azuis, limpinhos e asseados do Norte da Europa???
        mas afinal quem são eles???
        são todos???
        alguns (quem exactamente)???
        então os morenos, peludos, meio-mestiços e sujos do Sul da Europa gostam???
        vão deixar acontecer isso???
        vejam bem…
        vou emigrar para o sul, lá serei bem tratado pelos meus iguais.

        sobre haver referendo ou não, estou contigo CP, devia de haver.

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