Daily Archives: 2012/08/01

O novo sistema comercial Liberty, que está a ser desenvolvido pela empresa norte-americana ATK e que inclui um lançador e uma cápsula tripulada passou os testes iniciais da NASA e mantém os planos para colocar astronautas no Espaço até 2015

O sistema Liberty da ATK (http://www.hobbyspace.com)

O sistema Liberty da ATK (http://www.hobbyspace.com)

O novo sistema comercial Liberty, que está a ser desenvolvido pela empresa norte-americana ATK e que inclui um lançador e uma cápsula tripulada passou os testes iniciais da NASA e mantém os planos para colocar astronautas no Espaço até 2015.

O sistema inclui um lançador Liberty e uma cápsula para até sete passageiros que terá como principal objetivo transportar astronautas de e até à Estação Espacial Internacional (ISS). O sistema está a ser desenvolvido em parceria com a Lockheed Martin e a empresa aeroespacial europeia Astrium, que constrói o lançador pesado Ariane 5.

O projeto tem sido até financiado pela ATK e pelos seus parceiros, não tendo a empresa beneficiado dos 270 milhões de dólares distribuidos a quatro empresas diferentes pela NASA no âmbito do programa CCDev-2 (SpaceX, Boeing, Sierra Nevada e Blue Origin)

O veículo lançador da ATK incorpora algum do trabalho investido anteriormente no abandonado projeto de novo lancador Ares I e tecnologia já bem conhecida usada atualmente no Ariane 5. Os primeiros voos não-tripulados terão lugar entre 2014 e 2015 e o primeiro com astronautas nos finais desse último ano, se tudo correr como previsto. Os primeiros voos comerciais comecarao pouco depois, em 2016.

Nesta área, a ATK concorre de perto com a Orbital Sciences que entre novembro e dezembro deste ano vai enviar a sua cápsula Cygnus num lançador Antares até à ISS e com a muito mais conhecida SpaceX que ja realizou um voo de demonstracao bem sucedido até à ISS em maio e que a partir de setembro deverá realizar a primeira missão comercial de reabastecimento à ISS.

Fonte:
http://www.space.com/16631-private-liberty-rocket-space-capsule-milestone.html

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Porque é que o governo não age para fazer que as “lojas” e restaurantes chineses paguem IRC como todas as empresas portuguesas?

Não percebo porque é que de permeio com tanta sanha fiscal o governo (nem os anteriores) se dedicaram ainda a anular a absurda convenção bilateral entre Portugal e a China que garante aos cidadãos chineses a total isenção de IRC durante cinco anos (e não, não se trata de um “mito urbano”).

A convenção até tinha objetivos meritórios que passavam pela facilitação a cidadãos dos dois países para abrirem novas empresas nos dois países, gerando assim riqueza e emprego. Mas a China neste (e em muitos outros campos) nunca jogou limpo e ergueu uma altíssima muralha burocrática que dificulta ao máximo o estabelecimento de empresas ocidentais na China,  preferindo sempre o modelo da “parceria” ou da subcontratação. Pelo contrário, Portugal cumpriu à letra o Acordo e ao seu abrigo já se instalaram múltiplas empresas chinesas em Portugal.

O problema está em que todas as “empresas” chinesas que se estabeleceram em Portugal não trouxeram qualquer aumento à capacidade produtiva nacional,  pelo contrário, tornaram-se em polos de ainda mais importações, de produtos manufaturados chineses ou alimentares (para os milhares de restaurantes chineses que prosperam entre nós). Estas empresas também não geram qualquer emprego ou descontos para a Segurança Social, já que fundamentalmente empregam familiares ou parentes em regime de rotação de vistos turísticos. E para se furtarem ao pagamento de IRC,  antes que se esgote o prazo de cinco anos de isenção do IRC consagrado no acordo, transferem a propriedade para outro familiar e o período de contagem é assim reinicializado.

Enquanto os empreendedores portugueses se vêm esmagados por uma carga fiscal cada vez mais opressiva, os empresários chineses prosperam, quase livres de impostos e aumentando sempre e mais o défice da nossa balança comercial. A situação é insustentável e exige ação corajosa. Para quando?

Categories: China, Economia, Política Nacional, Portugal | 8 comentários

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