Ernesto Guerra da Cal: “Reclamo o que de juz me cabe: o direito a sonhar com uma estrutura da Hispânia mais em harmonia com a pluralidade dos Povos que a compõem”

Ernesto Guerra da Cal (http://emigracion.xunta.es)

Ernesto Guerra da Cal (http://emigracion.xunta.es)

“Reclamo o que de juz me cabe: o direito a sonhar com uma estrutura da Hispânia mais em harmonia com a pluralidade dos Povos que a compõem; o direito a sonhar que nessa nova ordenação o Minho deixe de ser uma linha de separação política para passar a ser apenas uma bela fita de prata numa paisagem comum; o direito a sonhar com a resposta de uma Galiza livre ao apelo lançado pelo poeta Lopes Vieira: “Deixa a Castela e vem com nós”; o direito, enfim, a sonhar com aquela Portugaliza ideal dos dois Povos do Cabo da Europa que visionaram Pondal e Teixeira de Pascoaes – e Mestre Lapa, vitalício sonhador, que, graças a Deus, continua a nutrir sonhos animadores de realidades.”

Ernesto Guerra da Cal
Citado em
Revista Nova Águia, número oito

Espanha é uma entidade anómala e anti-natural: não é uma “nação”, com uma cultura ou língua única, mas um constructo erguido por Castela e por Madrid, asfixiando, anexando ou colonizando etnicamente e linguisticamente os demais povos ibéricos. Espanha confunde-se nesta visão com Castela, sendo apenas a máscara do tradicional imperialismo castelhano.

Espanha quis afirmar-se com Ibéria, engolindo tudo à sua volta num projeto asfixiante a que apenas Portugal se soube furtar, pagando ainda assim o preço trágico de ter sido obrigado a deixar para trás a sua metade feminina (“que devia arcar enquanto Portugal barcava”), a Galiza…

Categories: Política Nacional, Portugal | 25 comentários

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25 thoughts on “Ernesto Guerra da Cal: “Reclamo o que de juz me cabe: o direito a sonhar com uma estrutura da Hispânia mais em harmonia com a pluralidade dos Povos que a compõem”

  1. A Espanha foi um projecto comum de luta contra o infiel e de construção de um mundo cristão (católico) nas Américas. Por isso acho que a maioria dos nacionalistas das pequenas nações de Espanha na verdade usam argumentos hipócritas. Têm direito de resgatar a Sua nacionalidade de sonhar em maiorizarem-se. Mas fora a Galiza mais nenhum deles na verdade poderia maiorizar-se sem castela. Na verdade a luta maior em Espanha é por um novo centro imperial. Só por muita cândice é que não se nota que a Catalunha quer o lugar central de Castela, de restaurar Tarragona, como centro da Ibéria. Por isso arrasta galegos e bascos numa busca de hiperidentidade específica com moldes muito identificáveis. Concidero as pretenções da Catalunha medonhas e muito perigosas para Portugal. Basta ler textos menos publicados pelos nacionalistas “catalães” (Catalunha, Baleares e Valência) para perceber que o projecto catalão passa por anexar Portugal no seu micro impéria da estupidez.

    A meu ver os galegos são uns pobres coitados. Pois em vez construirem uma Galiza real e lusófona relegam essa aspiração já quase milenar de fazer mea culpa sobre a estupidez Compostelana e resubmeter-se a Braga, de resgatar o seu lugar de direito.

    E por isso se renegam (usando os mesmo moldes catalães de fundamentalismo originário) pois nada daquilo faz sentido. Que é feito dos outros 8 séculos de história?
    Claro que aos Portugueses muito nos afaz saber que os galegos não perderam o sentido de liberdade anti-imperial que nos manteve unidos. Mas isso é uma mentira. A maioria dos galegos há muito que perdeu essa consciência. E a maioria que nos chega são nacionalista à la carte ibérica.

    Apoiei de perto a Portugaliza, antes de alguém por cá acreditar nela. Depois percebi o quão perigosa ela é para Portugal. Ela criou um fundamento nos nortenhos, uma ideia falseada pela exagerada celtilidade argumentativa dos nacionalistas galegos. E começa pelo abuso de alterar Portugal. Invertendo todo o significado deste nome. A união entre o norte e o sul, onde Cale significa sul não o norte galego. Criando a mouraridade de Lisboa.

    Ora Portugal tem sido um processo de integração contínuo e não de fundamentalização genética. Esse tipo de contrução ideológica culturalista e genética destroi as bases legitimas de Portugal. Um projecto politico dos pequenos contra os grandes, o garante mínimo de liberdade para o Povo. Nada disto se compraz com galegismos e castelhanismo e outras petas fundamentalistas.

    Nós, Portugueses temos de educar os galegos não agalizarmo-nos! Poderemos no futuro canabiliza-los integrando-os no Portus Cale. Mas terá de ser um processo mútuo de crioulagem e não no multiculturalismo exótico londrina ou à melting pot ou na treta europeísta do cosmopolitianismo.

    • A catalunha acaba de levar com um balde agua fria nas suas pretensoes independentistas ao ser forcada a assumir que faliu a estender a mao a Madrid… e a sua visao é muito centrada sobre si mesma, os catalaes nao se importam muito com os destinos das outras nacionalidades ibericas, Galiza incluida, pelo menos é o que me dizem os galegos que conheço…

      • Sim, nesta soma de improvistos e desvarios a Catalunha é a grande perdedora em dois pontos. Não é autosuficiente ao final das contas, depende da Espanha (eu creio que os verdadeiro estrategas catalães sabem disso há muito), e perderam a face perante as outras regiões às quais a Catalunha acusava de lhes roubar dividendos que deveriam ser-lhes entregue e competitividade.

        • É verdade, com este estender de mao, os independentistas catalaes recuaram pelo menos vinte anos. E com eles, todas as outras nacionalidades da Iberia.

          • Mas talvez desta forma as outras nações se possam libertar desse nacionalismo hiperidentitário baseado em fundamentos dum pertenço pleno nomolinguismo arcaico e pureza genética num dado passado medievo cheio de gloria e soberba. E pricipalmente não sonham com uma Ibéria plena e unida, com a anexação de Portugal.

            • A “Espanha” atual é uma criacao de um regime ultra-direitista, altamente criminoso e profundamente hipercatolico. Por isso os nacionalismos em Espanha viram sempre a Esquerda, ao contrario do resto do mundo. ..

  2. otusscops

    já é a terceira vez que coloco este comentário:

    touché Francisco Manuel Napoleão!!!

    conheço uns incautos que em nome de outro “multiculturalismo exótico” chamado Lusofonia andam a fazer um jogo perigoso com os galegos.
    como diz o ditado “quem brinca com crianças, acorda molhado…”

  3. Pedro

    O comentário acima referido toca no ponto.
    De facto os galegos estão a fazer uma aproximação a Portugal pelo lado que não nos interessa, ou seja intentando fomentar uma clivagem entre o Norte e Sul, felizmente para Portugal a nossa nacionalidade está alicerçada em bases sólidas do Minho ao Algarve, senão haveria o risco desses galegos conseguirem esse intento, aliás o próprio argumento celtista que os galegos introduziram visa exactamente puxar o norte para a gravitação galega.
    Não é de todo interessante verificar que as maiores unidades militares nacionais vão só até Lamego e Aveiro, revelador de uma grande sabedoria militar ao não dar muito poder ao norte nessa área.
    Como costumo dizer as aproximações galegas são bem vindas desde que sejam pela “frente” ou seja dialogando com Lisboa e não utilizando uma estratégia subtil de aproximação ao norte e fazendo valer o tal arco atlântico, mas então a costa atlântica não vai até ao Algarve?
    Há tempos fiz vincar aqui o meu apoio e único até agora em Paulo Portas , ao não admitir a Galiza como observador na CPLP, explicando aqui as razões e a principal era a de que a Galiza quer jogar em dois tabuleiros e dar-se bem nos dois, por um lado convém-lhe estar no estado espanhol por outro lhe interessa aceder à lusofonia, mas desenganem-se não por causa de Portugal mas sim por causa do crescimento do Brasil, ou seja uma atitude interesseira e da qual todos dispensamos.
    Quando veja o presidente da Junta de Galiza a visitar mais Lisboa e a lutar pela inclusão da língua portuguesa no ensino oficial galego, abertura dos meios de comunicação à cultura portuguesa, etc…aí poderemos ter uma base de entendimento acerca do que Portugal possa fazer pela defesa da cultura galega.

    • Fala-se muito disso: da vontade dos galegos de formarem uma “portugaliza” so com o norte de Portugal.
      Francamente, conheço muitos e falo muito com eles e nunca nenhum defendeu frontalmente essa tese.
      A maioria defende apenas mais autononomia e identidade de castela. Alguns defendem a independencia, poucos, defendem uma fusao com Portugal. Nenhum defende essa mitica criacao usada pelos espanholistas para virar portugueses contra galegos.

      • otusscops

        CP

        “…conheço muitos e falo muito com eles e nunca nenhum defendeu frontalmente essa tese.”
        só falta começar a chamar-te mentiroso e eu não queria entrar nisso pelo respeito que te tenho.
        mas estás a faltar ao respeito à Verdade quando escreves isso.
        já te coloquei aqui links a provar o contrário, mas insistes.

        • So posso falar com a devida autoridade daquilo que sei e oico em primeira mao. Suponho que ha radicais para todos os gostos… especialmente na internet.
          Por exemplo, ha um grupo de andaluzes que defende o “regresso” à soberanis portuguesa. Mas achas que sao demograficamente significativos? Tanto quanto esses radicais.

      • Pedro

        É evidente que muitos galegos não o assumem frontalmente, mas de facto existe uma corrente até em certos meios académicos galegos que não descuraria essa hipótese.
        Mais do que nunca Portugal deveria exercer uma estratégia de influência no contexto peninsular, tendo uma estratégia não globalizante com todas as regiões espanholas, mas apostando naquelas que nos estão mais próximas e que fazem fronteira.
        Por diversas razões a principal, é que naturalmente Lisboa conseguiria lentamente aumentar o seu centro de gravidade de influência no contexto peninsular contrapondo a Madrid.
        A outra estratégia seria isolar politicamente a Catalunha, ou seja não dando importância deliberada a essa região em detrimento com o País Basco por exemplo.
        Ou seja o jogo europeu para Portugal deverá primeiramente ser jogado no tabuleiro peninsular com estratégia definida de expansão de influência clara e sem preconceitos.
        Tomar uma postura de afrontamento nomeadamente pondo na agenda assuntos delicados como o controle de caudais dos rios que nascem em Espanha e a questão de Olivença.
        Sempre defendi que Portugal deveria ter uma força de “infiltração” treinada especificamente e preparada para actuar dentro da península ibérica em cenário de manter posições após desmantelamento de unidades fulcrais no país vizinho.
        Uma companhia derivada dos comandos seria a ideal e até em tom de brincadeira um dia até lhe dei o nome de “Companhia Viriato”.
        O caso do desvio de caudais é uma situação de interesse vital para o nosso país, e é motivo suficiente para intervenção em território vizinho, ora essa companhia estaria preparada para tomar posições em barragens a montante com a maior rapidez e eficácia.
        Outra situação é a constante violação do nosso espaço aéreo nas selvagens, para mim sempre foi claro que qualquer invasão de espaço aéreo territorial seja por quem for, deverá ser interceptada com ordem específica e clara de abater.
        Há uma lei que sempre norteou a manutenção de um país como nação, a “focalização do inimigo”, no dia em que isso deixar de existir o país ficará à mercê de quem o coma por incauto.
        Em 1970 o inimigo eram a KGB e a CIA que se infiltraram nos nosso domínios africanos, militarmente foram vencidos nos quatro campos de batalha mas quis a nossa política que não…mas isso seria outro debate…
        Após a nossa entrada para CEE e UE, deixamos de ter o inimigo focalizado e agora temos as nossas forças armadas a caçar traficantes que dão à nossa costa e é quando tem a sorte de os apanhar.
        Portanto tornar-se imperioso redireccionar o “nosso inimigo” que sempre foi desde a nossa fundação a Espanha.

        • Nao digo que elejamos espanha, claramente, como “inimigo”. Militar, economica e demograficamente, nao teriamos hipóteses num conflito aberto. Mas diplomaticamente temos que ser muito mais assertivos e saber jogar com as nacionalidades espanholas… o que espanha faz com os transvases, o dumping do iva, as selvagens ew olivenca é merecedor de uma voz mais alta, pelo menos, a cada nova (e velha) intrusao.
          Em termos de nacionalidades temos que ser sinceros: a curto prazo apenas uma de condicoes (ate de apoio local) para ser independente e essa é a catalunha… mas eles sao vistos com muita desconfianca por bascos e galegos, que vêem nela mais uma “nova castela”, que um par…

          • Pedro

            Apenas concordo a nível demográfico, a nível militar embora mais numerosos, sempre tivemos melhor qualidade nas forças regulares e então nas forças especiais nem se fala, é preciso notar que até 1974 sempre estivemos “activos a sério” e eles apenas participando agora recentemente em forças internacionais de paz e com baixas assinaláveis nomeadamente no Afeganistão.
            A nível económico sempre achei e agora confirma-se que são e sempre foram um autêntico bluff na economia europeia, aliás curiosamente não produzem nada que nós não produzamos também com a diferença de que produzimos de melhor qualidade, excepto no presunto pata negra 🙂

            • Os espanhois (no pais basco e na catalunha) têm ainda uma assinalavel capacidade industrial, e a sua têm uma boa capacidade agroindustrial. Por outro lado, na costa leste têm muito turismo. E têm regiões bem governadas (a Galiza é o melhor exemplo).
              Em suma: apesar das grandes loucuras imobiliarias das ultimas decadas (mais de duas casas por família, em média!) Têm uma base de recuperacao;
              Ja nós, teremos que partir quase do zero…
              Quanto à qualidade do exército português, acho uma nova guerra peninsular altamente improvavel… e de desfecho certo. Estamos demasiado (Lisboa) da fronteira para num mundo de boas vias de comunicacao e de guerra mecanizadas aguentar mais que uns dias. E nem temos solo para guerra de guerrilha…

  4. joaquim

    Os galegos encabeçados pelo Sr. Feijó, que é de alma e coração castelhano, e por ele dirigidos, estão mais interessados em desenvolver aquilo que o Pedro apresenta no seu quadro de ideias, do que em outra coisa, na verdade.
    O Sr. Feijó é camaleão e usa o mimetismo com destreza e procura distraír-nos com falsa postura. Os castelhanos sempre usaram esse sistema para connosco e devemos sempre recorrer à história para os compreeender na sua essência de pseudos e sem honra, veja o caso de Olivença.

    • Feijó é como a maioria dos galegos: sentem-se acima de tudo “espanhois” e olham para os que defendem ainda uma identidade nacional galega como se de radicais se tratassem. Colonos ou colonizados, nao se sentem “galegos”, mas “espanhois”. Mas enquanto houver um galego sentindo-se “galego” a nação não morrera, por muito que isso incomode a Madrid, porque a reversao do status quo poderá sempre acontecer.
      E Espanha é um país pouco estável, a História ja o mostrou varias vezes, pelo que tudo pode acontecer.
      Por exemplo, imaginemos que esta crise foge completamente ao controlo, isso nao tera impacto nas nacionalidades espanholas?…

      • esta insistência numa nação galega dá-me vontade de rir!!!

        continuo à espera do teu famoso texto sobre a dívida dos portugueses para com os galegos, meu masoquista adorado!!!

        :mrgreen:

        • Serei claro: so haverá “nação galega” quando a maioria dos galegos desejar tal coisa. E atualmente essa nao é – claramente – a vontade dessa maioria. Mas nem todos pensam assim nem é esse o superior interesse de Portugal e da Lusofonia.

          • o superior interesse de Portugal é Portugal e os portugueses.
            a Lusofonia é apenas mais uma oportunidade que nos pode favorecer tal como a europa.
            essa santificação, panaceia para todos os males, endeusamento da Lusofonia é intoxicante, pois é falsa e difícil.

            vai lá para Cabo Delgado falar em Lusofonia, ou para o centro de São Paulo, ou para as Lundas para ver o que acontece…

            • Isolacionista… se olharmos apenas para o nosso retangulo europeu, neste mundo de tubaroes e de “chinas” imorais, estamos acabados. Temos que construir uma rede aliancas e parcerias e nesta, a lusofonia é um capital incomparavel.

  5. Riquepqd

    Linguisticamente falando, por incrível que pareça, a mim é muito mais familiar o som da fala de um galego do que de um português.

    Talvez pelo sotaque do galego ser mais próximo ao português do Brasil, do que o português europeu.

    • Pode ser uma questão fonetica… voces usam mais vogais abertas do que nos… mas francamente, nao acho que seja isso, porque o que vejo no galego mais falado – ha vários “galegos” – é precisamente um enfoque consonantal…

    • Riqui

      eu respondo sem os salamaleques delicodoces do CP para com os seus leitores brasileiros:
      os galegos nem sabe de que terra são, ora falam galego corrompido, ora falam castelhano.
      os brasileiros é parecido, falam um português adulterado por imigrantes do mundo inteiro e com a ditadura da falta de rigor linguístico no ensino apoiada pelo poder político (vê aquele decreto lei ridículo da PresidentA Dilma http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12605.htm)

      por isso entendem-se todos.

      P.S. – CP, os galegos não falam com as consoantes abertas por serem galegos mas porque estão acastelhanizados.

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