A Islândia já perdeu todo o entusiasmo em aderir ao Euro e à União Europeia

Pouco depois do colapso do seu sistema financeiro em 2008, a Islândia procurou aderir rapidamente à União Europeia, como forma de impedir a recorrência de turbulências futuras do mesmo tipo. Mas a atual confusão no sistema financeiro europeu fez os islandeses mudarem de opinião… isso e o facto de a sua economia estar a recuperar rapidamente. Nas ruas, e entre as elites económicas e políticas o sentimento dominante tornou a ser contrário à integração política e monetária na Europa. O turismo está em franco crescimento, beneficiando do facto de a Coroa islandesa valer hoje metade do que valia em 2008, o que tornou o país muito atrativo ao turismo estrangeiro. A indústria da pesca também está de boa saúde, com os stocks piscícolas em bom estado e as exportações beneficiando do baixo valor da moeda nacional. De facto, a imposição de partilha das águas islandesas, determinada por Bruxelas, está até a funcionar como um dissuasor contra a adesão…

Com efeito, com a adesão ao Euro, a Islândia perderia a moeda competitiva que hoje possui e que lhe permitiu recuperar de forma muito sensível as suas exportações e tornar mais atrativo do que nunca o setor do Turismo. Com a adesão à União Europeia, veria as suas reservas piscícolas invadidas pelas frotas de arrastões espanholas, britânicas e francesas. E esse setor é estratégico para esta ilha, já que 3% do seu PIB depende diretamente da Pesca, enquanto que a média europeia é de apenas 1%.

A Islândia, depois de em 2008, nos ter dado a lição de que é preferível deixar os credores perder os seus investimentos especulativos a reduzir pensões, benefícios sociais e criar o caos na sociedade. Em vez de salvar os seus Bancos a todo o custo e sacrificando em seu nome toda a sociedade, a Islândia preferiu deixá-los falir de forma controlada, salvando a economia.

Fonte:
http://www.voanews.com/content/iceland-turns-away-from-eu-as-economy-grows-again/1381587.html

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Categories: Economia, Política Internacional, Política Nacional, Portugal, união europeia | Etiquetas: | 61 comentários

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61 thoughts on “A Islândia já perdeu todo o entusiasmo em aderir ao Euro e à União Europeia

  1. Thor

    A Dinamarca e a Suécia até agora não aderiram ao euro. Eu acho que, se o Reino Unido sair da UE (mesmo que a Escócia se torne independente e volte para a UE), eu acho que a Dinamarca e a Suécia vão seguir os passos de Londres. Se acontecer, eu acho que a Dinamarca, a Suécia, a Noruega e a Islândia vão formar um bloco à parte. O que você acha?

    • Ha duas saidas para esta crise europeia: ou o federalismo ou a cisao em duas “unioes”. A primeira aposta nao recolhe apoios nos “pagantes” paises do norte, pelo que nao sera aplicada a segunda sim, pelo que é cada vez mais provavel…

  2. Thor

    Mas eu não acredito que, caso haja a cisão da UE em uniões menores, acho que Londres e Berlim não vão estar no mesmo grupo. Possivelmente, a Alemanha, a Áustria, a Holanda e a Finlândia fiquem no mesmo bloco e conservem o euro. Eu acredito que Londres vai tentar fazer o seu próprio megabloco com a Commonwealth, se sair da UE. A Islândia teve problemas com o Reino Unido na ocasião em que entrou em bancarrota, mas com exceção da Finlândia, os nórdicos são mais simpáticos à Inglaterra do que à Alemanha, pelo que me parece. Eu acho que a Inglaterra quer recuperar a sua liderança e superar a Alemanha, e vai investir na British Commonwealth e nos nórdicos que não aderiram ao euro.

    • O Reino Unido está mais falido e mais desindustrializado que nós… nao tem condições economicas para liderar ninguém. A separação, a acontecer (e é hoje mais provavel que a manutenção) sera entre ricos (exceto londres) e pobres da UE, com prováveis transferencias financeiras do norte para o sul. Os ingleses ficarao de fora de ambas, na minha opinião…

      • Thor

        Como que o Ocidente, o tão poderoso Ocidente conseguiu tamanha proeza com o Capitalismo? Eu reconheço que o Welfare State tem os seus defeitos, deixa os trabalhadores acomodados, prejudica a produtividade, etc, mas a boa vontade do Adam Smith, do Milton Friedman & George Stigler com a elite global não funciona bem na prática por muito tempo. Aconteceu em 1929 e aconteceu de novo em 2008. É claro que há diferenças, em 1929 houve superprodução industrial, e em 2008 foi consequência de excessos de governos esquerdistas, e no caso irlandês, salvar a banca. A verdade é que a humanidade ainda não tem maturidade para um mundo de mercado livre.

        • Continuo a crer (como Agostinho da Silva) que o Capitalismo é o melhor dos sistemas possíveis, mas atenção, isso nao pode significar que seja deixado a livre curso! Nao queremos a selvajaria do reino unido do seculo xix nem de hongkong. Nesse extremo capitalismo é incompativel com democracia e importa encontrar formas de conciliar e harmonizar os dois conceitos, algo que está a ser esquecido com esta tendencia para a globalização, a tercializacao e a formacao de grandes corporacoes multinacionais. Esta perfida teia tem que ser rompida pela Localizacao, pela reconstrucao dos setores primarios e pela divisao das grandes empresas em empresas nacionais, regionais ou de foco local.

          • Thor

            “o Capitalismo é o melhor dos sistemas possíveis” – é o melhor ou o menos pior já criado.
            “Nesse extremo capitalismo é incompativel com democracia…” – Tanto que o povo depois vota em partidos de esquerda para o governo, que fazem a dívida pública crescer até ficar impagável, e o liberalismo/neoliberalismo vai para um “buraco sem fundo”. E os governos reestatizam bancos e empresas antes privatizados pra salvar a economia.

            • Nao se ve hoje esse movimento de “reestatizacao” do setor financeiro… e estaremos condenados mesmo a essa oscilacao pendular?… de notar que a resposta à presente crise mundial (que comeca agora a afetar tambem os BRIC) tem sido liberal e nao estatista… esse modelo de resposta ainda nao foi ensaiado nesta crise!

  3. otusscops

    a Europa desunida é que é o fim…
    ou se pensa assim ou então estamos liquidados TODOS.

    mas o problema é político-ideológico, meus caros.
    a democracia, as soberanias nacionais e os seus povos estão neste momento reféns da Escola de Chicago e dos seus representantes.
    não há cá lusofonia que nos salve, nem hispanofonia, francofonia, germanofonia, anglofonia, etc, que os salve também.

    é um ataque maciço aos estado-da-arte da Existência Humana, o Estado Social.
    os próprios norte-americanos estão a sofrer igualmente, mas são tão estúpidos e condicionados (no geral) que não percebem.

    vejam este vídeo e depois digam alguma coisa:

    fixem o nome: Dr. Rath!

    • Aqui não é uma questão de “lusofonia”: a europa caminha a passos largos para essa cisão: resta saber se haverão duas “unioes” uma “uniao dos ricos” e os pobres um por cada si.
      E a cada aprofundar da crise em Espanha e Itália essa cisão torna-se cada vez mais próxima. Ou o que achas que acontecera quando oo pilar dos pilares da UE for ao ar? O Euro?…

      • a Europa tem vários pilares, o €uro é um.
        mas admito que está a funcionar mal.

        mas a tua persistência em querer “ver o elefante à lupa” leva-te a não saíres desse registo maledicente em relação à UE.

        isto é uma opção politico-ideológica: lê com atenção o que escrevi acima, PORRA!!!
        :MRGREEN:

        P.S. – viste o que o germano Dr. Rath disse no vídeo???

        • Vi o comeco e perdi logo a vontade de ver o resto… estes germanos que comecam a falar descartando logo a sua responsabilidade genocida irritam-me…
          Ha alguma coisa alem do Euro, nesta Europa?…

    • “Em duas vezes o nosso povo consentiu em assumir”?! Isto é que é branqueamento… como se entre 39 e 43 a esmagadora maioria dos alemães naop apoiasse fervorosamente o partido nazi…

      • CP

        atrevo-me aqui a dar uma pequena achega a esta conversa que não vejo coerência no teu artigo (se calhar enganas-te no local da resposta).
        quando dizes “como se entre 39 e 43 a esmagadora maioria dos alemães nao apoiasse fervorosamente o partido nazi…”
        não é verdade, Hitler e os seus capangas das SA e SS apoderaram-se ilegitimamente do poder.
        os resultados foram estes:

        Data Percentual Cadeiras no Reichstag
        Maio de 1924 6,5 32
        Dezembro de 1924 3,0 14
        Maio de 1928 2,6 12
        Setembro de 1930 18,3 107
        Julho de 1932 37,4 230
        Novembro de 1932 33,1 196
        Março de 1933 43,9 288

        conclusão:
        nunca foi maioria, muito menos esmagadora…

        😎

        • Sim, toda a gente sabe disso. Mas essa nao e a questao: durante a maior parte da guerra deixaram tudo acpontecer, sabiam que algo se passava (o genocidio e outras loucuras) e nao agiram, tirando muito poucas excepcoes.

          • CP

            essa conversa “durante a guerra”…
            então como foi em Portugal cerca de 20 anos depois???
            não nos comportamos da mesma maneira também???
            ora, ora, gostava de te ver em plena ditadura nazi a cantares loas ao judaísmo e a defenderes direitos humanos, cívicos e políticos.
            tens mesmo ódio aos alemães… acho que é inveja, é mais amor-ódio (que é parecido).
            :mrgreen:

            • Nao tenho “odio” aos alemaes, simplesmente tenho ouvidos e leio aquilo que eles tem dito de nos nos ultimos meses. Nem todos estamos cegos pelo federalismo europeista defendido pelos “grandes interesses”, sabes?

        • percebi agora, estavas a falar do Dr. Rath, desculpa!!!

          sim, ela não branqueou nada, devias de ver o desenvolvimento.
          é igualmente “enegrecedor” dizeres isso, DEZENAS DE MILHÕES de alemães eram e são contra o nazismo.
          os alemães provavelmente foram os que mais sofreram com o nazismo, além dos mortos, feridos e mutilados tinham o país practicamente destruído e tiveram de pagar indemnizações de guerra astronómicas …

          • Tiveram que pagar apenas uma pequena parcela do que destruiram e nada poderá jamais fazer regressar aqueles que a tirania nazi assassinou.
            Por exemplo: o ouro roubado do banco central de Atenas nunca foi devolvido e os emprestimos de guerra foram perdoados na decada de cinquenta. Cade a equidade?…

    • Thor

      Eu só vou poder ver o vídeo do Herr Rath em casa, no meu notebook. Mas quero adiantar o seguinte. Da minha parte, não estou torcendo pelo fim da UE. Estou apenas convencido de que, ou a elite europeia vai impor o Superestado Federal Europeu, ou a UE vai ser desfeita, ou fragmentada em uniões menores. Agora, existe o risco, e eu considero baixo o risco, mas existe o risco da OTAN (NATO) ser afetada e países saírem da aliança do Atlântico Norte no caso de fragmentação ou do fim da UE, e na pior das hipóteses, a III Guerra Mundial. Por que? Porque a UE trouxe paz e tolerância à Europa como nunca antes na história. As relações os países europeus sobretudo com a Alemanha vai azedar. A Europa vai enfraquecer, se acontecer o fim da UE, ou mesmo o seu desmembramento em blocos menores. Va desestabilizar a geopolítica mundial, e até ameaçar a paz entre as nações.

      • Nao vou (nao posso) negar: uma europa sem UE é uma europa pior e onde se criam inumeros pontos de conflitos que a prazo podem fazer regressar o fantasma da guerra.
        Mas é o mundo onde vivemos e os europeus que temos.
        Podemos fazer como o Otus e deixar-nos cegar pela ideologia pro-europeista ou ser realistas e encarar esta dissolucao de frente e preparar o futuro…

        • eu só pró-UE, mas no contexto do meu país não nego que existe o espaço lusófono, que nos daria mais peso na própria UE e o facto de sermos UE nos daria mais peso no espaço lusófono reciprocamente.
          mas antes das nossas cegueiras, a minha europeísta e a tua lusófona, eu coloco Portugal em primeiro lugar.
          temos muito por fazer “cá em casa”…
          sem isso resolvido nunca seremos nem nada nem ninguém, seremos sempre mal vistos quer pelos nossos pares europeus, quer pelos nossos “irmãos” lusófonos…

          • Ai estamos completamente e acordo. Nem pensar em embarcar numa aventura federalista (lusofona ou europeiazi sem antes arrumar a causa, restaurar a economia, a sustentabilidade financeira e o orgulho nacional.
            Reconstruir Portugal, primeiro. Depois, o resto.
            Mas atencao que os “partidos do eixo do pôder” nao pensam assim.

        • Thor

          Vocês devem estar preparado tanto para a dissolução da UE quanto para o Superestado Federal Europeu. Ficar como está, você pode acreditar que não vai. E dos Portugueses que eu conheço pela internet, a maioria prefere que Portugal saia “do barco” e fique “orgulhosamente só”. E o fracasso da UE vai servir de propaganda contra a União Lusófona, principalmente na sociedade portuguesa.

          • vamos ver no que dá, Thor.

            a situação é má, mas há sinais positivos no horizonte.
            contudo a “potência” Brasil parece que está a mirrar:
            http://sicnoticias.sapo.pt/Lusa/2012/07/20/brasil-governo-reve-em-baixa-a-previsao-de-crescimento-do-pib-para-3

            portanto, a crise chega a todos!!!

            e só não é pior devido aos governos mais Keynesianos do PT, se assim não fosse seria muito mau.

            portanto, como já disse aqui, se a UE colapsar é o maior e mais poderoso mercado do planeta que arrastará tudo consigo.

            • Thor

              Um sinal positivo é que Portugal começou a crescer. E o Brasil não é uma potência mundial. Ele foi cogitado por um economista do banco Goldman Sachs que tem uma TEORIA sobre um grupo de países chamados BRIC. Depois passou a ser BRICS. E nunca ouvi dizer que algum país é potência mundial exportanto commodities. Até onde eu sei, e olha que eu sou ignorante e semi-analfabeto no assunto, mas pra mim, potência mundial exporta tecnologia de ponta, seja civil, seja militar, seja para área de medicina e saúde, seja informática, seja robótica, seja informática… mas potência desenvolve e vende tecnologia. Vamos todos para o “buraco negro”. 😀

              • Portugal nao está bem a crescer… as importacoes é que cairam tanto que agora exportamos (quase) mais que importamos… coisas do alto desemprego e das reducoes salariais.

            • E a China (finalmente!)… todos estes paises que exportam massivamente (e protegem os seus mercados internos) estao finalmente a comecar a pagar o preco da crise da divida europeia.
              O Brasil vai aguentar uns anos de estagnacao, mas a China aguentara? O seu povo apenas tolera aquela ditadura enquanto ela lhe for dando um crescimento dos padroes de vida, mas e quando isso parar?…

              • Nunca houve democracia na China. Acho que não podemos opinar sobre um país tão diferente do Ocidente com valores ocidentais, como a democracia. Agora, não acho a China sustentável, principalmente ecologicamente.

                • É verdade… como na Rússia. Mas os tempos sao outros e hoje, com a Internet é impossivel travar a chegada a um pais de conceitos como a liberdade e a democracia.
                  A prazo, os chineses terao conhecimento, vontade e poder para se livrarem do jugo da ditadura que os rege.
                  E esse prazo vai chegar quando os insustentaveis niveis de crescimento comecarem a abrandar.

          • A maioria dos portugueses nao pensa, nao forma opiniao propria e vive no Medo (da fome, de perder a casa e, sobretudo, o Emprego).
            Aceita tudo o que lhe impuserem de fora e so vai erguer-se (e irá) quando o desemprego cronico chegar a um nivel tal que fica socialmente insuportavel.
            Os europeus (e o seu “gros plan”) sabem que esse é o risco e por isso têm alertado que é no desemprego que o seu plano de impor um federalismo nao-democratico centrado na Alta Financa e nos interesses dos paises do norte, pode falhar.

            • “Os europeus (e o seu “gros plan”)…”

              detesto quando dizes estas coisas…
              👿

              ainda para mais, quem está a comprar os activos Portugueses são chineses, árabes, brasileiros (infelizmente muito menos) e sobretudo angolanos.
              é horrível a tua má vontade fanática contra a Europa.

              “…impor um federalismo nao-democratico centrado na Alta Financa”
              aqui sim, tens razão.
              mas não é por ser do Norte da Europa, é apenas porque esta zona do globo tem trabalhado bem e permitiu-lhes ter “cash-flow” para agora fazerem o que estão a fazer.
              os grandes empresários gregos fizeram o mesmo (sobretudo a casta dos armadores), lixaram o seu povo e mudara-se para Londres.
              no Norte da europa também há cada vez mais desempregados e cidadãos da classe média a empobrecer, sabias???

              esta mania de colocares raças e povos uns contra os outros é um vício péssimo que tens CP e no teu caso parece muito mal, devido à tua cultura, formação e sobretudo devido ao teu Humanismo.
              a tua deriva mestiçante, abrasileirante, agostiniana e antonivieiriana (enviesada) cega-te.

              • Cego não é quem o diz, é quem o é… é cada vez mais evidente que existe um “grande plano” por parte dos “grandes interesses” dos especuladores e financeiros do norte da europa (obviamente, nao dos lavradores alemaes ou dos limpa-chamines dinamarqueses) para tornar esta europa num monobloco falsamente federal e governado diretamente por esses interesses. Usando o Medo (da fome, do desemprego, da crise) impoem a “federacao” nao-democratica como a unica saída, pouco a pouco. Usando a propaganda (que lhe oferecem os Media que eles ja dominam) manterao os povos doceis e calados enquanto instalam calmamente este plano…

  4. Pedro

    E nós também…

    • Esta-se a cozinhar (nas chancelarias) uma “saida” federal, com declaracoes sucessivas de bancarota seguidas da cedência massiva de soberania para a “uniao europeia.

      • Pedro

        O pior é que quer o maior partido da governação e o maior partido da oposição não se importam nada desde que isso garanta o “status quo”.

  5. Fenix

    Como antieuropeu que sou não podia estar de acordo com o CP.

    • Bem, eu nao sou exatamente “anti-europeu”. Sou contra ESTA europa, nao-democratica, racista, federalista e que empobreceu Portugal.
      Mas nada tenho contra uma outra europa, que julgo ate, ser completamente compativel com as soberanias nacionais e com a uniao lusofona, a prazo.

    • otusscops

      Fenix

      se és anti-europeu porquê???

      • Fenix

        Porque para mim a união europeia como está é simplemente uma nova roma. E não vivo de titulos quer ser Europeu e não quero ser europeu de segunda categoria.Fui daqueles que sempre tive os olhos abertos que tudo não passava de ilusão gostava de estar enganado mas estou cada vez mais certo o capital quis a união europeia e levou o povinho a acreditar nisso.
        Agora temos um antieuropeu ou cetico como lhe queram chamar.

        • otusscops

          fiquei na mesma…
          não encontrei uma queixa específica objectiva, só generalidades sem substância.

        • Thor

          “Porque para mim a união europeia como está é simplemente uma nova roma.”
          – É o que os teólogos escatologistas evangélicos afirmavam, que a UE é o ressurgimento do Império Romano, os “10 chifres” da besta do Apocalipse, e acreditavam ou acreditam que o anticristo será o governante da UE que implantará o governo mundial.

        • Antes fosse uma “nova roma” (esse aliás era o sonho do adolfo…) o imperio romano era inclusivo e tolerante coom as religioes e culturas locais, desde que se respeitasse o “modo romano”. No final, era uma fantastica estrutura administrativa que (palavras de Nietzche, um alemao) foi a mais perfeita forma de administracao politica de sempre, capaz mesmo de suportar imperadores loucos como Caligula e Nero e seguir em frente. A Alemanha, por exemplo, nao teve a sabedoria bastante para resistir a Hitler…

  6. Fenix

    Não vai haver outra Europa a não ser esta que temos.Por isso não tenho a ilusão de acreditar que vai mudar.Sempre fui contra a esta Europa e penso mesmo que quanto mais Portugal tiver de costa voltadas para a europa mais tem a ganhar.

    • Nao penso que devamos voltar as costas definitavemente a nada… por exemplo uma “união europeia do sul” ou melhor, uma “união mediterranea” teria muito mais condições de sustentabilidade, paridade, equidade e respeito mútuo que atual neoliberal, germanizada e financeira entidade atual.

      • otusscops

        lá vem “ele” com o “germanizada”…

        o Gaspar é germano???
        o Borges é germano???
        o Pedro Passos Coelho é germano???
        o Carlos Moedas é germano???
        o Paulo Portas, a Assunção Cristas, o Mota Soares são Germanos???
        o Frasquilho, o Adolfo Mesquita Nunes, o Paulo Macedo, Morais Sarmento, o Leal da Costa são germanos???
        o Rajoy é germano???
        o De Guindos é germano???
        o Sarkozy é germano????
        o Monti é germano???
        o Samaras é germano???
        o Karamanlis (este tive de ir à Wiki) é germano???
        o Barroso é germano???

        etc……………

        • Usando o termo romano, sao “auxiliares”, os descartaveis que seguiam com as legioes romanas.
          Sao isso mesmo: sabujos de interesses externos e muito maiores que eles.

          • otusscops

            mas são germanos ou não, PORRA???
            👿

            • Os islandeses? Tecnicamente, nao, e em termos de comportamento, certamente que nao. Mas isso é irrelevante, sabes bem que isso das raças é tudo uma grande treta e que a cultura é tudo nos comportamentos coletivos das nacoes e ai, decididamente, os islandeses nao sao decididamente alemaes.

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