Daily Archives: 2012/07/12

Em Defesa de uma Base de Dados Aberta e publicamente acessível do Património Cultural Português

O Turismo representa hoje cerca de 12% do PIB nacional. E não são somente as praias e o Sol, nem sequer a rica diversidade geográfica e natural do nosso território que atraem as centenas de milhar de turistas que nos visitam todos os anos. O rico património cultural, imaterial e edificado assume aqui um importante fator de atração.

Tendo em conta a importância de que se reveste o setor do Turismo para a economia nacional e o papel que o património histórico detém neste contexto falta uma extensiva e aberta base de dados nacional, aberta à edição (wiki) por todos os interessados, que liste todo este património, defina mecanismos e alarmísticas quando for reportado (por SMS, Twitter ou email) um determinado atentado (volitivo ou por desleixo) contra esse património e que dê a conhecer às autoridades esse atentado. Lancemos pois uma base de dados aberta em colaborativa sobre o património cultural português e tornemos essa base de dados uma fonte de informações multilingue para todos aqueles que todos os anos nos visitam.

http://pasc-plataformaactiva.blogspot.pt/

Categories: Economia, Política Nacional, Portugal, Sociedade Civil, Sociedade Portuguesa | Deixe um comentário

Pedro Cipriano: “O sistema económico atual prevê e necessita de um crescimento contínuo e acelerado devido às regras impostas pelas mecânicas modernas de criação e movimento de dinheiro, um ritmo exponencial segundo a matemática”

“O sistema económico atual prevê e necessita de um crescimento contínuo e acelerado devido às regras impostas pelas mecânicas modernas de criação e movimento de dinheiro, um ritmo exponencial segundo a matemática. Os empréstimos são o melhor espelho desse mesmo crescimento. Num planeta de recursos finitos isso simplesmente não é possível, traduzindo-se na prática em recessões cíclicas seguidas de recuperação. Uma das maneiras de impedir que isso aconteça é equilibrando a balança do consumo com a da produção. Uma primeira aproximação seria limitar a produção de certos bens de modo a que só o fossem à medida que o mercado os conseguisse escoar. Contudo, essa alternativa não é compatível com o desejo de crescimento exponencial. Quando chega a altura de aprovar as leis, é notório o peso que lobbies com grande volume de capital têm nesse processo. No plano prático, só resta aumentar o consumo, sendo o método mais comum o da publicidade. Todavia, é fácil de adivinhar que nem mesmo a possibilidade mais perfeita pode aumentar indefinidamente o consumo, pois a certa altura deixa de haver potenciais clientes com meios para comprá-los.”

Ensaio sobre o futuro de Portugal, do seu povo e da sua cultura
Pedro Cipriano
Nova Águia, número 8

O Crescimento Zero, advogado na década de setenta como uma resposta possível das economias ocidentais ao Choque Petrolífero, tem que ser hoje novamente equacionado. Atualmente é evidente aos olhos de quem quiser olhar além do horizonte de uma década que o atual modelo de desenvolvimento está fadado ao desastre: não só o petróleo já alcançou o seu Pico de produção e daqui em diante o seu preço vai subir sem parar,  de forma descontrolada, algo que será evidente quando o consumo regressar aos valores de pré-recessão, como outras matérias primas se encontram também com as reservas perigosamente baixas, como o carvão e o ferro.

O modelo que pressupunha crescimentos constantes e imparáveis está esgotado e à beira no fim. Nós, que vivemos hoje, somos a geração que vai assistir ao colapso deste mundo e ao começo da sua transformação num novo paradigma que terá que ser o do crescimento zero, privilegiando as economias e moedas locais onde antes se via neoliberalismo financeiro, a desregulação comercial e a globalização como uma tríade imbatível de alienação das massas e de imposições do Poder financeiro às democracias. Contudo, esta não será uma transição doce ou suave: as contradições acumuladas hoje no sistema de dominação capitalista são de tal forma grandes, o seu grau de domínio sobre os Estados, tamanho, que não há espaço (nem tempo) para transições suaves ou graduais. Quando ocorrer esta transição, ela será violenta e súbita, implicando anos de grande agitação social e humana.

Categories: Economia, Política Nacional, Portugal | 2 comentários

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