Daily Archives: 2012/06/25

Israel tem capacidade para lançar mísseis nucleares de cruzeiro

Type 800 israelita da Classe Dolphin (http://www.naval.com.br)

Type 800 israelita da Classe Dolphin (http://www.naval.com.br)

Israel está a desenvolver capacidades para lançar a partir dos seus submarinos mísseis de cruzeiro capazes de transportarem engenhos nucleares. Sinais disso mesmo foram revelados na revista alemã Der Spiegel que afirma numa das suas últimas edições que os três submarinos alemães Type 800 da Classe Dolphin recentemente vendidos a Israel incluíam um “dispositivo classificado” para o lançamento de mísseis de cruzeiro com armas nucleares.

Como os submarinos já se encontram ao serviço da marinha israelita é provável que já tenham esse tipo de armamento. Além destes três submarinos, Israel vai receber mais outros três navios do mesmo tipo em 2017 os quais – espera-se – deverão ter equipamento idêntico, concedendo assim a Israel uma decisiva capacidade para responder a qualquer tipo de ataque nuclear iraniano, mesmo após um ataque desse tipo ter sido realizado sobre o seu país.

Fonte:
http://www.military.com/daily-news/2012/06/05/report-israeli-submarines-nuclear-armed.html?ESRC=topstories.RSS
http://en.wikipedia.org/wiki/Dolphin_class_submarine

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Continua a guerra do Dumping…

“Os produtores de carne nacional acusam: as promoções de carne – vão resultar num aumento da importação de carne espanhola, já que Portugal não é autosuficiente para fazer face a esta procura. Numa situação normal, por ano, Portugal importa cerca de 45 e 50% de carne estrangeira, a maioria espanhola. (…) A ASAE diz-se “atenta a esta situação” (…) as cadeias de distribuição Jerónimo Martins e Minipreço não quiseram prestar declarações (…) os talhos de rua vão ter dificuldades e isto não é bom para ninguém porque estas empresas de distribuição vão acabar por tomar conta de tudo diz a Associação de Comerciantes de Carnes de Lisboa.”

18 de maio de 2012
Diário de Notícias

De uma vez por todas, o governo deve abrir os olhos e lançar um pacote de medidas que promova o peque comércio – gerador de impostos e emprego – ao contrário das grandes superfícies que pagam parcelas crescentes da sua fiscalidade na Alemanha ou na Holanda e que por cada emprego sub-remunerado destroem dois ou três auto-empregos no pequeno comércio deixando os consumidores com cada vez menos hipóteses e abrindo caminho a um oligopolio que só interessa às grandes redes de distribuição.

As grandes superfícies estão a destruir o pouco que resta em Portugal da pequena e média distribuição de raiz familiar. O dever do governo é o de defender todo o emprego, riqueza e empresas familiares que a grande distribuição ainda não destruiu e de intencionalmente as conter (desde logo, pela via fiscal) por forma a reabrir espaço para que ressurjam todas empresas pessoais e familiares que foram destruídas no processo de construção de monopólios da distribuição a que hoje assistimos.

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“Até nos resgates financeiros a Europa um princípio escrito por George Orwell no Triunfo dos Porcos: todos são iguais, mas uns são mais iguais que outros”

“Até nos resgates financeiros a Europa um princípio escrito por George Orwell no Triunfo dos Porcos: todos são iguais, mas uns são mais iguais que outros. A ajuda a Espanha é mais favorável do que o apoio a Portugal. O empréstimo de cem mil milhões à Banca espanhola, à taxa de juro de 3%, não obriga à draconiana austeridade portuguesa, com exames regulares.” (…) “não há razões para o resgate dos vizinhos ser melhor que o nosso.”
Armando Esteves Pereira
11 de junho de 2012
Correio da Manhã

Ainda não se conheciam os detalhes do resgate espanhol e já o Primeiro Ministro Passos Coelho vinha repetir o seu estafado mantra: “não renegociamos”. Passos Coelho deu assim mostras de uma teimosia e de um autismo que tem um – je ne sais pas quois – de socrático, já que os irlandeses (menos socráticos que Passos) se apressaram a vir a terreno anunciar que queriam as mesmas condições muito favoráveis dos espanhóis.

As condições do empréstimos português são absurdas: a “ajuda” cobra juros agiotas, muito superiores aos dos resgate espanhol e, sobretudo, exigindo um pagamento num prazo mais compacto… e, sobretudo, os espanhóis não terão associado a este resgate nenhum pacote adicional de austeridade.

Obviamente, agora, com o exemplo espanhol, há que renegociar o empréstimo português. A única razão para não o fazer passa por este estar a ser usado (e a austeridade que lhe está associada) como pretexto para neoliberalizar a nossa sociedade e destruir o Estado Social…

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Portugal Precisa de um Programa de Estímulo a Obras de Otimização Térmica dos Edifícios

“Sabia que cerca de 25% a 30% das nossas necessidades de aquecimento são devidas às perdas de calor que se originam nas janelas? E que 30% da energia que se gasta em Portugal é proveniente dos edifícios? Na realidade, só o setor residencial contribuiu com 17% dos consumos de energia primária em termos nacionais.” (…) “Cerca de 60% das caixilharias foram aplicadas há mais de 40 anos e a sua qualidade em termos de estanquicidade e permeabilidade é má ou muito má.”
Sol 9 de março de 2012

Um dos setores que mais sofre atualmente as consequências da crise atual é o setor da construção. Tal pressão resulta de décadas de construção descontrolada e de muita cumplicidade autárquica, condimentada com doses iguais de incompetência, irresponsabilidade e corrupção. Naturalmente, dada a contenção do crédito e a compressão das disponibilidades financeiras de muitos portugueses, agora o setor conhece uma crise histórica.

Nada a fazer? Errado. Portugal é – como se constata neste extrato – um dos países com mais a ganhar no que respeita ao lançamento de um programa alargado de melhoramento das características térmicas dos seus edifícios. Um programa governamental, que poderia passar simplesmente pelo estabelecimento de uma cativante isenção fiscal às obras de otimização térmica dos edifícios antigos poderia reduzir a fatura energética dos cidadãos e empresas, reduzir o défice energético e comercial luso e dar um balão de oxigénio a muitas pequenas empresas do ramo da construção…

Fica a sugestão!

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