Dalila Pereira da Costa: A morte de Portugal

Dalila Pereira da Costa (novaaguia.blogspot.com)

Dalila Pereira da Costa (novaaguia.blogspot.com)

“Este povo, logo após Alcácer Quibir, teria começado, recomeçado por sua vez, na historia individual e coletiva, para merecer o ressurgimento e possessão do bem supremo – e em gesto solidário ao do seu rei – a perfazer em si uma longa prova, tal outra demanda e navegação: como sacrifício ritual. Para futura regeneração. E que seria ao mesmo tempo de ocultação e prova. Ou em termos de alquimia e hermética o tempo de Nigredo.”

Dalila Pereira da Costa
A Nau e o Graal

O Nigredo Português é assim a fase do desenvolvimento nacional em que ainda hoje vivemos. Parte de um Processo maior, significa que Portugal tem que passar por ela para pode evoluir até ao Albedo e daqui para a sua realização mais plena e completa. Em Alcácer Quibir não morre (se morre) apenas um Rei de uma Nação. Fenece com ele toda uma nação que a partir daí se limita a existir perdendo todo o norte e energia, vagueando ao sabor das circunstâncias, sem projeto nacional ou energia bastante para recentrar uma existência que deixou de ser possível.

Portugal tem que passar pela Morte ritual, para poder renascer. Tem que cruzar o Nigredo para chegar ao Albedo. Tem que morrer para poder renascer.

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