Daily Archives: 2012/06/15

“Duarte Lima terá já cumprido toda a sua pena: será julgado mas, mesmo que seja condenado pelos três crimes de burla qualificada, fraude fiscal e branqueamento, dificilmente voltará a dormir no desconforto de uma cela”

“Duarte Lima terá já cumprido toda a sua pena: será julgado mas, mesmo que seja condenado pelos três crimes de burla qualificada, fraude fiscal e branqueamento, dificilmente voltará a dormir no desconforto de uma cela. Basta a Duarte Lima fazer uso da técnica do empata – estratégia que como se sabe só está ao alcance de uns tantos com dinheiro para gastar em recursos até à prescrição final. Há vários exemplos do género. O último é o de Isaltino Morais.”

Manuel Catarino
Correio da Manhã, 17 de maio de 2012

Parece certo que todos os casos mediáticos que atravessam a Justiça portuguesa conseguem produzir o mesmo matemático efeito: a montanha pare… nem um rato, mas uma bufa de rato.

A doença da Justiça é grave e exige solução urgente: os problemas estão de há muito diagnosticados e as soluções identificadas (a este respeito sugiro por exemplo um dos últimos debates PODe/MIL) mas o sistema judicioso (não confundir com “judicial”) teima em tudo bloquear e sucessivos ministros da Justiça não provaram serem (ou quererem) vencer essa inércia. Pessoalmente, contudo, deposito grande esperança na reforma que agora se prepara e que vai alterar (esperamos!) Radicalmente a contagem de tempo para as prescrições e assim anular o principal método que os ricos e poderosos usam para se furtarem à mão da Justiça.

Espero não me desiludir.

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O Brasil, Terra de Vera Cruz como a Ilha do Encoberto em Dalila Pereira da Costa

Dalila Pereira da Costa (http://www.cnc.pt)

Dalila Pereira da Costa (http://www.cnc.pt)

“Como nova emersão, subida do seio materno, da semente fecundada, para nova vida duma civilização, ela será a segunda vinda da ilha do Encoberto.
Ilha da Promissão dos Santos, que São Brandão procurou durante sete anos, ou Ilha das Sete Cidades, ambas foram e estiveram no apelo e realização da aventura para oeste, que por ela, culminaria na viagem de 1500, que os mareantes de Álvares Cabral, por certo levando uma rota estabelecida, memorizaram pelas palavras de Pêro Vaz de Caminha: “e assim seguimos nosso caminho, por este mar, de longo.
Uma manha, o monge São Brandão e os seus 14 companheiros, partiram navegando para ocidente em busca “duma certa ilha que o homem de Deus Bariunto lhe tinha falado e que era terra espaçosa e verde e muito frutífera.”

Dalila Pereira da Costa
A Nau e o Graal

Dalila Pereira da Costa não poderia ser mais clara: noutros pontos desta importante obra da portugalidade já deixara claro que acreditava que Dom Sebastião haveria de regressar numa manha de nevoeiro simbólica vindo da Ilha das Sete Cidades, neste passo explica o que seria exatamente essa “ilha”: a mesma que estivera na base do apelo atlântico luso que impulsionará Portugal à extraordinária gesta dos Bandeirantes e à construção heroica da maior nação da América do Sul.

A “terra espaçosa e muito verde” de São Brandão, a Ilha do Encoberto, a Ilha das Sete Cidades (refúgio dos cristãos visigóticos) e a Terra de Vera Cruz são assim uma e só uma realidade: O Brasil. Interpretando Dalila concluímos assim que a Salvação de Portugal das trevas em que anda imerso desde Alcácer Quibir virá dessa mítica “terra espaçosa e verde”, que no parágrafo seguinte a filósofa associa à Terra de Verá Cruz, o Brasil, e que assim, será essa a “Ilha Encoberta” de onde vira o Rei do Tempo Futuro que inaugurará a era do Quinto Império. Será o Brasil o futuro de Portugal? Virá do Brasil a figura salvífica prevista pelos profetas? Ou… Será simplesmente essa salvação realizada através da materialização do conceito de uma União ou Comunidade Lusófona?…

Categories: História, Lusofonia, Política Nacional, Portugal | 1 Comentário

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