Daily Archives: 2012/06/14

Hollande: “Há momentos em que é necessário nomear o inimigo. Fi-lo com a Finanças e será necessário fazê-lo com os chineses. Eles são o problema. Fazem batota em tudo. Na moeda, com a investigação. A dificuldade é que muitas empresas europeias vivem dos negócios na China”

François Hollande (http://diariodigital.sapo.pt)

François Hollande (http://diariodigital.sapo.pt)

“Há momentos em que é necessário nomear o inimigo. Fi-lo com a Finanças e será necessário fazê-lo com os chineses. Eles são o problema. Fazem batota em tudo. Na moeda, com a investigação. A dificuldade é que muitas empresas europeias vivem dos negócios na China.”
Correio da Manhã, 17.5.2012
Citando o livro de François Hollande “A Vitória Envenenada”

Como com Obama, espero agora que Hollande passe das palavras ao atos. Obama era pelo menos tão bem intencionado como agora Hollande parece ser, mas perante o imenso monstro dos “altos interesses” que cresceu nos anos da globalização neoliberal, cedeu… e cedeu. E tornou a ceder, desvirtuando praticamente todas as suas melhores medidas (regulação do setor financeiro, saúde pública, saneamento das finanças: etc).

Hollande vai agora enfrentar as mesmas inércias e o mesmo Monstro, mas desta vez apoiado numa “união” europeia cada vez mais imperial e germânica e mais desconforme aos princípios da solidariedade e do desenvolvimento comum. Veremos se será capaz de cumprir o que escreveu e de enfrentar as grandes multinacionais e a grande responsável pela destruição do setor produtivo europeu (a China) e, logo, dos impossíveis défices comerciais crescentes que estão na base da dívida pública europeia. Veremos.

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Dalila Pereira da Costa: da Perda de Vitalidade de Portugal

Dalila Pereira da Costa (http://novaaguia.blogspot.com)

Dalila Pereira da Costa (novaaguia.blogspot.com)

“Além duma real perda de vitalidade houve, por exaustão, após seu portentoso acto ou missão, ou pelo facto de completa realização desse ato ou missão, como revelação terrestre a eles supremamente incumbida na história universal – ter-se-ia dado, a partir do século XVII, uma não-sincronização ou partilha, entre eles e o resto da Europa, duma certa eleição, forma e estrutura de pensamento e conhecimento.”

Dalila Pereira da Costa
A Nau e o Graal

Por esgotamento da sua energia anímica, então, Portugal teria entrado em plena Idade Moderna e – depois – na Pré Industrial, completamente esgotado. Esse esgotamento explicaria a desincronia de desenvolvimento económico e social que Portugal experimenta desde meados do século XVII e que é especialmente evidente depois do século XX.

O patente atraso de Portugal seria, segundo Dalila Pereira da Costa, não a consequência de qualquer incapacidade mental ou organizativa dos portugueses, mas uma consequência da escala extraordinária das suas realizações no período dos Descobrimentos e da Expansão.

Portugal esta descincrónico com a Europa. É um facto, mas poderá estar porque na sua mais profunda essência não será realmente um “país europeu”? Na sua Historia já milenar, raramente o pais esteve inserido no contexto político e diplomático europeu. Quase sempre pautou as suas políticas e desígnios nacionais muito mais pelo Atlântico e por aquilo que havia para alem dele (o “além mar”) do que pelo que se passava no continente europeu. Portugal pode estar assim desincrónico apenas porque… Essa é a sua natureza: atlântica e global e não continental e regional. Assim, o “defeito” seria de facto, uma virtude, que faltava assumir para que pudesse tornar-se assim numa verdadeira vantagem.

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