Daily Archives: 2012/06/12

“Os prejuízos das empresas públicas de transportes aumentaram 25.2% entre 2010 e 2011, de 1091 milhões de euros para 1366 milhões”

“Os prejuízos das empresas públicas de transportes aumentaram 25.2% entre 2010 e 2011, de 1091 milhões de euros para 1366 milhões. No caso do Metro de Lisboa o prejuízo reportado à tutela contém 585 milhões de euros de perdas relacionadas com pagamentos de juros ou instrumentos financeiros associados (…) A Carris apresentou prejuízos de 30 milho de euros devido ao pagamento de 100 milhões em encargos financeiros.”
Sol, 24 de fevereiro de 2012

Por muito que se cortem as despesas, reduzindo os salários acima da média do setor privado (que os há), reduzindo o serviço ou a qualidade do mesmo ou reestruturando recursos humanos, a evidência destes números é que tudo isso é inútil se não se resolver o problema que asfixia as empresas públicas, assim como asfixia Portugal: a dívida externa impagável.

A situação – cada vez mais gravosa – das empresas públicas aponta na mesma direção para onde aponta a dívida externa da República: a recusa de pagamentos pela via da bancarrota total ou parcial. Os credores que assumam o Risco, com que são tão generosamente remunerados por juros cada vez maiores e que reflitam nos seus balanços os créditos que irresponsavelmente concederam e que Portugal siga em frente assumindo esses credores estrangeiros o essencial do seu erro.

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O Templo Imperial do Sol, da Lua e do Oceano de Colares (foz do rio das Maçãs)

“Junto à foz do rio de Maçãs, no Alto da Vigia existiu outrora um grande santuário dedicado ao Sol e à Lua e ao culto imperial, datável dos séculos II e III d.C., mas de que no século XVI já só se viam esparsas ruínas. Na época, o recinto circular do santuário erguia-se até aos 40 metros de altitude sobre uma elevação rochosa que avança pelo mar e constitui um pequeno promontório.”
(…)
“O monumento foi revelado em 1505 por Valentim de Morávia, tendo sido estudado pelo humanista André de Resende na sua obra De Antiquitatibus Lusitanae, publicada em 1593: “Junto ao sopé da serra, mesmo no cimo do promontório, que é cortado abruptamente sobre o oceano existiu outrora um templo consagrado ao Sol e à Lua, do qual agora apenas existem ruínas nas areias do litoral e cipos, alguns com inscrições reveladoras da antiga superstição.”
(…)
De acordo com o desenho de Ollanda, tratar-se-ia de um recinto circular implantado numa plataforma de terra sobre a qual se distribuíram 16 aras prismáticas, organizadas a espaços regulares; ao centro vê-se um disco solar raiado, com um crescente lunar, que talvez tenha sido feito em mosaicos.”

Lugares Inesquecíveis de Portugal
Paulo Loução
Eranos

A disposição circular deste templo romano faz crer que seria uma justaposição a um templo megalítico anterior, talvez desmontado ou destruído na era romana, ou melhor, “romanizado”, uma vez que este tipo de construções não são Clássicas das edificações religiosas dos romanos. Existe também a possibilidade de se tratar de um templo megalítico que o Humanista português confundiu com “os romanos” um pouco como hoje a sabedoria popular atribui aos “mouros” todas as ruínas que subsistem na paisagem rural portuguesa… Seria assim um circulo de megalitos, um cromleque, que o tempo destruiria não subsistindo nos dias de hoje qualquer vestígio desse monumento?…

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