João Marcelino: “A ação do Pingo Doce de um de maio foi uma operação que continha alguns riscos delicados, sobretudo na área da segurança e que estes não foram devidamente pesados pela Jerónimo Martins. Podem não ter sido acautelados todos, mas a forma discreta como a ação foi publicitada demonstra que havia a consciência da corrida desenfreada que poderia desencadear entre os consumidores e dos perigos inerentes.”

João Marcelino (http://www.dn.pt)

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“A ação do Pingo Doce de um de maio foi uma operação que continha alguns riscos delicados, sobretudo na área da segurança e que estes não foram devidamente pesados pela Jerónimo Martins. Podem não ter sido acautelados todos, mas a forma discreta como a ação foi publicitada demonstra que havia a consciência da corrida desenfreada que poderia desencadear entre os consumidores e dos perigos inerentes.”

João Marcelino
Diário de Notícias, 5 de maio de 2012

Aquilo que o Pingo Doce fez a um de meio assumiu-se num risco – calculado e antevisto (!) – de segurança pública sem nome. Sabedores dos tremendos riscos de que este dumping massivo implicaria em termos de tumultos, saques, feridos e mortos, os gestores criminosos desta maléfica rede de distribuição, verdadeiros “foot soldiers” de um magnate arrogante e fujão de impostos, preferiram esmifrar (ainda mais) os produtores nacionais e praticar dumping nos produtos importados.

O objetivo era claro: levar à ruína o pouco que resta de distribuição independente e escravizar ainda mais os produtores nacionais,  levando à sua falência massiva por forma a que se possam comprar despudoradamente mais produtos europeus (espanhóis, sobretudo). De permeio, o Pingo Doce ganha uma massa amorfa,  acéfala e completamente bovinizada de consumidores-abstencionistas, a versão de “novo português” preferida pelo Pingo Doce.

De permeio, esta malévola empresa desvia as polícias de missões mais importantes, usando-a como verdadeira guarda pretoriana privativa para guardar as prateleiras dos seus sagrados supermercados das massas ululantes que subjugou através de doses massivas de propaganda e dumping.

É a distopia versão Pingo Doce.

Adira! http://www.facebook.com/pages/P%C3%A1gina-Anti-Pingo-Doce/140428769405463

Categories: Economia, Política Nacional, Portugal | 3 comentários

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3 thoughts on “João Marcelino: “A ação do Pingo Doce de um de maio foi uma operação que continha alguns riscos delicados, sobretudo na área da segurança e que estes não foram devidamente pesados pela Jerónimo Martins. Podem não ter sido acautelados todos, mas a forma discreta como a ação foi publicitada demonstra que havia a consciência da corrida desenfreada que poderia desencadear entre os consumidores e dos perigos inerentes.”

  1. Fenix

  2. Fenix

    O grupo Jerónimo Martins é o que é hoje devido aos fundos comunitarios a fundo predido.Foi a empresa que melhor soube oproveitar esses fundos em Portugal fazendo lojas norte a sul do pais. Comprando outras redes de supermercados e tendo ainda na Polonia a rede Biedronka.A rede Biedronka significa 60% dos lucros do grupo.O pingo doce decada 90 era dos supermercados mais caros que havia no mercado até ao aperecimento das redes low cost.No mercado mais competitivo o pingo doce foi obrigado a dexer o preços dos seus produtos logo a pagar menos a quem produzia para eles.Na internaciolização do grupo houve um grande falhaço no Brasil onde foram obrigados a vender as lojas.
    A loucora das promoções deste ultimo 1 maio que podia ter dado em mortes mas espelha bem a competividade que vai no sector.

  3. ora bem… uso a UE para destruir dezenas de milhar de empregos (auto-emprego na sua maioria). Os preços de alguns produtos, desceram, decerto. Mas com essa descida, subiu o desemprego.
    Compensou?

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