Sobre a criação do “exército do Benelux” e das lições que a CPLP poderia aqui tirar

Decorrem a bom ritmo as negociações para transformar os exércitos da Holanda,  da Bélgica e do Luxemburgo numa força unificada: o Exército do Benelux. Uma das primeiras forças a unificar serão os para-quedistas que brevemente começarão o treinamento conjunto. De seguida, será integrado o treinamento das forças aéreas e a seguir, será o equipamento da força aérea a ser unificado.

Os países do Benelux desenvolveram já contactos com países fronteiros como a Noruega, a Dinamarca e o Reino Unido para estenderem mais este processo de integração das forças de defesa do centro da Europa.

Este processo de integração vai permitir aumentar a eficiência dos meios de defesa europeus que hoje em dia desperdiçam muitos recursos em redundâncias de comando e equipamento. Em particular,  esperam-se grandes poupanças por exemplo na utilização de um substituto único para o F-16 que os três países hoje utilizam. As poupanças em treinamento (nomeadamente pela existência de uma frota unificada de treinadores e simuladores), compras em escala de aparelhos,  peças e manutenção seriam consideráveis.

Esta experiência deve ser seguida atentamente… Um modelo semelhante poderia ser seguido nos países da CPLP ou pelo menos entre aqueles que têm necessidades em equipamento de Defesa de maior escala, como Portugal, Brasil e Angola. As vantagens financeiras de manter, adquirir e operar em conjunto equipamentos militares mais sofisticados, como aviões de combate ou navio de guerra modernos seriam tremendas e muito consideráveis numa comunidade unida por mar e ar e onde as necessidades de vigiar zonas marítimas de grande extensão e proporcional riqueza.

Fonte:
http://www.defencetalk.com/benelux-army-in-the-making-41798/

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Categories: DefenseNewsPt, Defesa Nacional, Lusofonia, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | 29 comentários

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29 thoughts on “Sobre a criação do “exército do Benelux” e das lições que a CPLP poderia aqui tirar

  1. Enoque

    Sinceramente? Acho mais provável Portugal unificar as suas forças armadas com a Espanha do que com Angola e Brasil. Na verdade, o Benelux unificar suas forças armadas é apenas o embrião do que a UE vai fazer futuramente.

    • Com Espanha? Jamais! Espanha ocupa ainda território portugues e reclama as aguas em torno das Ilhas Desertas.
      De qualquer modo (e o meu texto parece ter deixado essa confusão) eu nao defendo a fusão dos exercitos da cplp: defendo uma forca lusofona permanente de manutencao de paz e centrais de compras e manutencao comuns… o resto vira depois, muito depois. ..

  2. lusitanium

    Como é que eu adivinhei que tinha de vir um comentário destes…

    Com Espanha?!?! Tá tudo doido ou quê?!?!
    Vai de retro Satanás!!!

    O Brasil tem ambições militares próprias que podem ir de encontro à NATO e aos EUA.

    Angola é estado quase mais corrupto que o FCP. E para um união deste género é necessário que os militares de todos os países envolvidos saibam ler e escrever…

    Portugal… Está como todos sabemos… E só por isso colocamos a hipótese de uniões militares como estas…

    • Nao defendo uma “união militar”, mas compras em conjunto, manutencao comum e missoes pontuais em comum… o que é perto da proposta atual da Benelux.

  3. Enoque

    o Lusitanium tem toda a razão, Portugal e Espanha não podem integrar-se (a Espanha está em processo de extinção, diga-se) são realidades diferentes do Benelux que em boa verdade será a absorção da Flandres pela Holanda e provavelmente parte da Valónia integrará a França, ficando a zona de Bruxelas como capital da UE, uma zona internacional tipo cidade-estado.
    o Luxemburgo não conta para nada…

    sobre a compra de equipamentos comuns é boa ideia, seja com Brasil, Angola, ou quaisquer outros.
    mas no fundo é isso que se passa, nós temos padrão NATO, seja por via de equipamento, treino, doutrina, comunicações, etc…
    o nosso futuro será receber F-35, daqui por 20 anos, até lá vamos andando de F-16 e viva o luxo!!!

    Lusitanium

    estiveste bem, berra com eles!!!
    :mrgreen:

    • Enoque

      Sábio mocho do Minho, acho que não me expressei de forma que a minha ironia fosse percebida com clareza. O que quis dizer foi que se nem com a Espanha vocês fariam, menos ainda com Angola e Brasil.
      O Lusitan demonstra acreditar que o Brasil vai realmente se virar contra o Ocidente, contra os EUA. Não se enganem, os políticos do Brasil, mesmo os da esquerda, são “ajuizados” (covardes) demais para se atreverem a afrontar os EUA. O Brasil não é a Argentina que insiste em afrontar à Inglaterra por causa das Malvinas e nem é a Venezuela de Chávez que gosta de desafiar os EUA. O Brasil só vai até onde Washington D.C. permitir. A esquerda brasileira é moderada.
      Se a Espanha não superar a crise e permanecer em austeridade por muito tempo, a monarquia espanhola vai cair, e o país vai se fragmentar.
      Também não acredito que a Bélgica tenha futuro como país. Acho que flamengos e francófonos vão se separar sim. E a Valônia passará a ser francesa.
      Para Portugal comprar equipamentos em comum com outros países de língua portuguesa, vai acabar entrando em atrito com a OTAN e com a UE também. Para os outros países de língua portuguesa, principalmente os africanos, pode até acontecer e é uma boa ideia. Mas Portugal está comprometido com a UE e com a OTAN, e os demais países lusófonos não estão e até podem vir a apoiar algum país adversário da OTAN.

      • Enoque

        Onde escrevi “Lusitan”, foi um erro de digitação. Na verdade quis escrever “Lusitanium”. Peço desculpas.

      • A esse respeito, por exemplo, o fx-2 vai acabar por provar, de resto, essa tese…

      • Enoque

        realmente não me apercebi que estavas a ironizar.
        um conselho amigo: ironiza com o que quiseres, menos com Espanha se queres ter amigos em Portugal.
        vê lá a tua vida… 😈

        quanto ao Brasil virar-se contra o Ocidente, não me parece.
        pode seguir uma linha diferente (como já o faz) e isso é desejável, mas virar-se contra seria virar contra si próprio, é contra-natura.

        sim, popr enquanto o Brasil e o Mundo só vão até onde Washigton D.C. permitir, essa é que é a realidade. mas os ódios acumulados e a acumular já passaram da conta à muito tempo, não durarão eternamente no comando.

        sobre a monarquia espanhola (castelhana mais precisamente) espero que isso aconteça, sinceramente.
        talvez permaneça em Castela, mas o País Basco e a Catalunha tornar-se-hão repúblicas seguramente.

        sobre os equipamentos, Portugal deve continuar a comprar padrão-NATO, o que podia acontecer era a CPLP também alinhar nisso, o Brasil e demais seguirem essa norma.
        são os melhores equipamentos, só teria benefício nisso.
        aliás, o Brasil está empregando desse padrão, sobretudo no mais importante, a electrónica.
        radares, sistemas de armas, vigilância, é tudo NATO, é tudo compatível.
        logo não há incompatibilidades ou atritos.

        • Enoque

          É… e a Espanha está na “lista negra” do Brasil devido ao problema de barrarem turistas. 😈
          O D. Juan Carlos já irritou os espanhóis com o seu safari na África.
          “o Brasil está empregando desse padrão…”
          – O quê? Você está abrasileirando a sua língua? Hahahahahahahahahahaha… 😀 Não seria “está a empregar” ? Critica tanto o CP, mas no fundo… 😀

          Sim, entre Portugal e Brasil até que não vai haver atritos ou problemas. Já a maioria dos Palop’s, que usam tecnologia soviética e chinesa…

          • otusscops

            Enoque!!!

            😀

            quase fui apanhado!!!
            eu queria escrever “impregnado” mas o corrector do Safari não tinha a palavra e mudou para “empregando” e não dei por isso.

            a frase devia ficar então assim:
            “…o Brasil está IMPREGNADO desse padrão, sobretudo no mais importante, a electrónica.”

            ainda não me dobrei ao abrasileramento de Portugal (isso é com o CP), mas ninguém é de ferro, qualquer dia…
            :mrgreen:

            sobre turistas brasileiros em Espanha: é bem feito!!!
            😈
            deviam de vir era para Portugal gastar os reais.
            toma, embrulha!!!

            “Já a maioria dos Palop’s, que usam tecnologia soviética e chinesa”
            bem visto (mais uma brilhante observação produto da tua argúcia)

            agora chamares tecnologia ao material chinês é claramente um exagero, não???
            chinelologia talvez…
            😈

    • Já corrigi o nick… 😉

  4. CP

    muito pior que a proposta do Enoque é teres escrito 4 vezes “treinamento”, uma expressão em bom brasileiro.

    quando djigo qui você qué abrasileirá uiss porrtugueziss, tem aí essi seu ézemplo (maiss um) prá próvá.

    chama-se a isto falta de amor-próprio…

    (não issqueci ú ássunto Djiuma não)
    😈

    • Ora a lingua é uma coisa móvel, não é como o latim…

      • CP

        o Latim também mudou ao longo do tempo também.
        e não confundas língua e ortografia, não lances cortinas de fumo para iludir as massas…

        fala-me da “mobilidade” linguística por decreto-lei da língua brasileira (à moda de ditador sul-americano) país que assinou um acordo internacional linguístico com Portugal se faz favor.
        comenta o que a Dilma legislou, o que pensas, o que pensam os lusófonos, o que pensa o MIL, o que pensam os prosélitos do (des)AO90 com tu.

        • noooope. não tenho lá muito interesse naquilo que a Dilma legisla sobre questões internas.
          Numa escala de 1 a 10, das minhas prioridades isso anda perto do -7

          • o “modus operandi” dos governos brasileiros tem sido este:
            acordam e depois desacordam.
            é com este tipo de gente que te queres “unir”???
            são actos de traição.
            o nacionalismo brasileiro está a imperar, a estratégia deles é excelente, e os apoiantes do (des)AO90 e da abrasileiração de Portugal tem de ser responsabilizados.

            mesmo que o assunto te mereca uma boa pontuação, deixa-te de conversas e comenta o decreto-lei da presidentA Dilma que reinventa a língua. vá lá.

  5. a propósito de Portugal-Espanha, hoje (7-5-2012) no diário de notícias:

    http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=2487801&page=-1

    Portugal é “mercado seguro” para empresas espanholas

    por LusaHoje

    Portugal é um “mercado seguro” para Espanha e será “das últimas hipóteses a considerar” se as empresas espanholas tiverem de “desinvestir” do exterior, disseram à Lusa especialistas em questões ibéricas.

    “Portugal tem com Espanha uma relação muito privilegiada em termos comerciais, de interdependência económica, mas essa interdependência tem por trás uma relação de grande fidelidade”, disse à Lusa o presidente da Fundação Luso-Espanhola, José António Silva e Sousa, para quem “o mercado português tem sido um mercado seguro para o espanhol, e vice-versa”.

    Silva e Sousa referiu que “o investidor espanhol é cauteloso e aprecia segurança e lealdade” e disse estar “absolutamente convicto de que, a pensar num desinvestimento, Portugal será a última das hipóteses a ser considerada”.

    “Os problemas que surgem em algumas partes da América Latina [com as nacionalizações de ativos espanhóis na Bolívia e na Argentina] são casos que em Portugal, sinceramente, não vejo hipótese de acontecer”, acrescentou.

    Enrique Santos, presidente da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Espanhola, disse que as empresas portuguesas continuam interessadas no mercado espanhol.

    “Tem havido maior curiosidade por parte das pequenas e médias empresas portuguesas, sobretudo na zona Norte, em instalar-se em Espanha, para aproveitar um mercado quatro ou cinco vezes maior. Pelo contrário, da parte da Espanha para Portugal, não tem havido mais entradas de empresa espanholas”, afirmou.

    Isso deve-se, no entanto, a uma “saturação do mercado português”, disse Enrique Santos.

    Pouco depois de ser nomeado primeiro-ministro, José Sócrates disse, em 2005, que as três prioridades do seu Governo no exterior seriam “Espanha, Espanha, Espanha”.

    “Essa promessa manifestamente não foi cumprida”, disse José António Silva e Sousa. “Não houve nenhum sinal indiciador de esforço, de revitalização do mercado, houve só uma consolidação de uma relação que já existia. Isso transparece, por exemplo, na ausência de cimeiras ibéricas desde 2009”.

    O presidente da Fundação Luso-Espanhola acrescentou, contudo, que “os empresários portugueses e espanhóis já encaram o mercado ibérico como um mercado único, não um mercado de internacionalização mas um mercado de expansão natural, que pode servir de prancha para entrar em realidades mais distantes”.

    A esse respeito, Enrique Santos menciona que as empresas portuguesas e espanholas podem recorrer a parcerias para “poder concorrer em outros mercados” emergentes na Ásia, em África ou na América Latina.

    “Para competir com empresas de outros países, é preciso uma grande estrutura e, com poucas exceções, as empresas portuguesas não as têm”, afirmou o presidente da Câmara de Comércio. Para lá da vantagem das economias de escala, estas parcerias permitem a empresas portuguesas e espanholas partilhar o ‘know how’ em relação a mercados como a África lusófona ou o Brasil e outros países da América Latina.

    A XXV Cimeira Luso-espanhola, que decorre na próxima quarta-feira, no Porto, terá entre os objetivos centrais reatar a proximidade nas relações ibéricas e intensificar os laços Portugal/Espanha. Desde 2009 que não se realizavam cimeiras bilaterais entre Portugal e Espanha.

    ——————————————-

    há que ter muito cuidado a “manusear” estas questões, estamos envolvidos demais.

    • A questão está em que na balança entre emprego perdido em Portugal e ganho para espanha (por via da “iberizacao”), importacoes e destruicao do tecido industrial, comercial e agricola, Portugal tem perdido muito mais nesta relação do que Espanha.
      Perante uma hipotética (e radical) corte de fronteiras com Espanha estariamos em clima de grande confusão, mas como importamos muito mais do que exportamos isso estimularia a nossa economia, levando-a a producoes de substituicao.

      • “… mas como importamos muito mais do que exportamos isso estimularia a nossa economia, levando-a a producoes de substituicao.”
        CP, então feche-se imediatamente as fronteiras!!!
        tenho aqui as chaves, podias vir comigo ajudar-me, que dizes???
        o proteccionismo não leva a lado nenhum.
        os espanóis inundam-nos de produtos (regra geral de qualidade BEM inferior à nossa) porque nós não suprimos esses necesidades devido à nossa falta de iniciativa.
        se fechares a fronteira apenas passaremos necessidades, os nossos “empreendedores” querem rendas, lucros garantidos.

        “A Espanha continua a ser o principal destino das exportações e a maior fonte das importações de Portugal, mas com a crise financeira o peso espanhol no comércio português tem-se reduzido.

        Em 2011, Portugal exportou 10.509 milhões de euros em bens para Espanha – 24,8 por cento do total das exportações portuguesas. Segundo estes dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), o país vizinho é o maior cliente dos produtos portugueses, valendo quase tanto como os segundo e terceiro maiores destinos de exportação, Alemanha (13,6 por cento) e França (12 por cento).

        No sentido inverso, Portugal importou 18.226 milhões de euros em bens espanhóis – o equivalente a 31,6 por cento do total das importações portuguesas. Espanha é também a principal origem das importações de Portugal, desde o início dos anos 1990.

        É igualmente com Espanha que Portugal regista o seu maior défice comercial. No ano passado, a balança comercial entre os dois países foi favorável a Espanha em 7.717 milhões de euros – quase metade do défice comercial português total. ”
        (continua)

        http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=48687

        • CP

          agora que isto está a começar a melhorar para o nosso lado é que queres fechar fronteiras???
          “Exportações: Portugal supera Espanha, pela primeira vez
          Exportações para Espanha ultrapassaram as importações ”

          http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/exportacoes-espanha-portugal-economia-comercio-agencia-financeira/1313232-1730.html

          • Supera porque houve uma retraçao brutal do consumo!
            Acredito – cada vez mais – que a saida deste no gordio em que nos meteram passa pela producao e consumo locais, com subsidios no comercio externo (nao com foco) e numa radical transformacao dos nossos paradigmas de vida, desmaterializando o que for possivel e devolvendo aos aspetos imateriais (cultura) o centro axial das nossas vidas. E isso implica menos consumo, sobretudo dos bens acessorios e de “moda” que o marketing e a publicidade nos dizem ser incontornaveis.

        • O proteccioniasmo cego e duro, não. O neoprotecionismo, sim. O que designo por neoproteccionismo? A restauracao de justica nas relações comerciais internacionais, corrigindo pela via aduaneira, os dumpimgs fiscais, laborais, humanos e ambientais com que a China destrói a economia ocidental, por exemplo.

  6. É sem duvida alguma uma excelente lição, mas considerando a qualidade das classes políticas dos países lusófonos essa lição vai demorar muito para ser aplicada.

  7. Enoque

    http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5764549-EI8140,00-Paises+sulamericanos+compartilham+gastos+militares+pela+vez.html

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