Daily Archives: 2012/04/25

A Coreia do Norte está a trabalhar num novo modelo de míssil balístico

A Coreia do Norte está a trabalhar num novo modelo de míssil balístico que terá sido já sido testado quatro vezes nas instalacoes militares de Musudan-ri, na costa nordeste da península coreana. O míssil tem a designação KN-08 e o seu desenvolvimento paralelo ao ja conhecido e testado sem sucesso por quatro vezes seguidas o modelo “Unha” prova que os norte-coreanos já não acreditam que este lançador venha a ser alguma vez um lançador orbital confiável e seguro.

Não se sabem exatamente as razoes do ultimo falhanço do Unha. Os radares sul-coreanos que o seguiram cuidadosamente desde o lançamento provam que o foguetão se desintegrou depois de apenas dois minutos de voo. Como é nesta fase da sua ascensão que se registam as maiores tensões estruturais,  fruto da existência de mais altas pressões atmosféricas a baixas altitudes e de uma maior velocidade,  especula-se que uma ligeira inclinação do engenho pode ter sido suficiente para exercer lateralmente uma pressão excessiva sobre o foguetão, destruindo-o.

Fonte:
http://www.spacewar.com/reports/N_Korea_tests_long-range_missile_report_999.html

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Categories: Ciência e Tecnologia, DefenseNewsPt, SpaceNewsPt | Etiquetas: | 4 comentários

Miguel Real: “Um futuro novo, uma espécie de choque cultural para o mundo, que figura na Lusofonia uma comunidade eticamente exemplar”

Miguel Real (http://www.dn.pt)

Miguel Real (http://www.dn.pt)

“Existem dois futuros para a Lusofonia:
1 – Reside no mais do mesmo, na repetição do passado, normalizando este, e cada pais tenderá a ser tão dominador quanto a sua real força económica, Angola liderará os países africanos e o Brasil tenderá a imperar, Timor e Guiné-Bissau serão por muito tempo os países pobrezinhos a que os restantes facultam algumas migalhas, etc, etc
2 – reside na criação de um futuro novo, uma espécie de choque cultural para o mundo, que figura na Lusofonia uma comunidade eticamente exemplar.”

O Futuro da Lusofonia
Miguel Real
In Revista Nova Águia, número 8

A União Lusófona não será apenas uma união polìtica dos povos de fala Lusófona. Nesse sentido, não será um neoimpério colonial francês ou britânico, nem uma União Europeia que se assume cada vez mais como um IV Reich germânico. A União Lusófona que serve de eixo fundacional fundamental ao MIL: Movimento Internacional Lusófono terá que ser um novo tipo de união politica entre povos e culturas. Deve ser o protoplasma exemplar de uma futura união mundial que derrube as fronteiras nacionais, os ódios e ressentimentos milenares e derrube assim pela base todos os motivos para guerras e conflitos futuros.

A União ou Comunidade Lusófona deve ser um “super-Estado” de tipo novo, em que o Local substitui a posição dominante ocupada pelo Global, em que o essencial da cidadania se exerce de forma dinâmica e criativa junto da comunidade local, em que o municipalismo é a célula principal da ação política e governativa e onde apenas as parcelas indispensáveis de soberania são tranferidas para o Estado ou para esse “super-Estado” Lusófono. Nesse modelo confederal, além da diplomacia e Defesa, poucas mais competências serão centralizadas, sendo a descentralização municipalista a regra.

A União Lusófona será assim o “super-Estado” mais fraco da História, de forma intencional e objetivada, por forma a garantir que nenhum tipo de imperialismo recaia – opressor – sobre o indivíduo. A ação cidadã será essencialmente local, o exercício democrático permanente e vigilante aplicar-se junto daquilo que é mais próximo para as pessoas: a sua comunidade ou município. Será desta rede pluricontinental de municípios federados, unidos por Estados a uma União Lusófona que brotará o exemplo a que mais tarde outros povos, de outras línguas se irão unindo até formar a União Mundial que serve de objetivo final para este projeto.

Categories: Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | 15 comentários

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