Daily Archives: 2012/04/24

O novo sistema de defesa aérea russo, o muito esperado S-500 vai entrar ao serviço na Rússia em 2015

O novo sistema de defesa aérea russo, o muito esperado S-500 vai entrar ao serviço na Rússia em 2015. O plano é guarnecer dez batalhões de lançadores S-500 entre 2015 e 2020.

O S-500 foi concebido para atacar uma multiplicidade de alvos, desde aviões a misseis balísticos, de cruzeiro ou médio alcance. É provável que o sistema continue os problemas de fabricação do S-400, que embora tenha ficado operacional em 2006 só equipou completamente um esquadrão em 2011. A construção de novas instalações fabris em Kirov e Nizhny Novgorod, visam resolver esses problemas de produção e permitir recuperar o grande atraso atual no processo de reequipamento das forças de Defesa Aérea russa com mísseis S-400.

O programa S-500 está – também ele – muito atrasado e o primeiro teste de voo só deve ocorrer em 2015, com a entrega dos primeiros engenhos de produção em 2017. Isto significa que o S-300V continuara sendo o principal míssil de Defesa Aérea russo, equipando mais de dois terços de todos os batalhões até, pelo menos, 2017…

Fonte:
http://www.defencetalk.com/russia-waiting-for-s-500-air-defense-system-41511/

Categories: DefenseNewsPt | Etiquetas: | 3 comentários

Miguel Real: “Se a Lusofonia se restar aninhada numa visão estritamente politica, criando no seu interior grupos de países contra outros grupos de países, pouco terá valido a pena a sua edificação”

Miguel Real (http://www.dn.pt)

Miguel Real (http://www.dn.pt)

“Se a Lusofonia se restar num patamar de regulação de interesses económicos ou de concertação conjuntural, período a período, de interesses políticos e militares, pouco valerá a pena. Ter-se-á tornado mais uma comunidade internacional entre tantas outras existentes, perfeitamente substituíveis por tratados bilaterais entre Estados.
Se a Lusofonia se restar aninhada numa visão estritamente politica, criando no seu interior grupos de países contra outros grupos de países, pouco terá valido a pena a sua edificação.”
O Futuro da Lusofonia
Miguel Real
In Revista Nova Águia, número 8

A União (ou Comunidade) Lusófona terá que ser algo de substancialmente diferente de qualquer outra “união politica” jamais experimentada na História. Se não for não vale o esforço de a fundar. Terá que ser aquilo que a União Europeia parecia poder ser na década de 80, antes da sua “fuga para a frente”, com a vaga descontrolada de adesões a Leste, abrindo apenas novos mercados à indústria alemã e as portas a vagas de emigrantes indesejáveis e enriquecendo as elites corruptas do Leste. A União Lusófona não pode jamais ter diretórios dos “grandes” ou dos “ricos” que mandem nos “pequenos” e “pobres”. Terá que ser rigorosamente paritária, sem contudo cair no excesso oposto, na “ditadura das minorias”. Será moralmente inatacável, sem Guantánamos, nem apoios à ditadura iraniana ou chinesa, sendo implacável com todas as formas de repressão e imperialismo praticadas no globo.

A União Lusófona será a primeira verdadeira união da História: um verdadeiro país pluricontinental que servirá de farol exemplar aos países vizinhos, cativando-os a si e inaugurando novas formas de relacionamento social e económica. Com uma permanente prioridade ao desenvolvimento local (economias e moedas locais) e à integração global em formas de governação económica e política, a União Lusófona será o protótipo a partir do qual se unirão posteriormente os povos de fala castelhana, depois, os de fala latina até que, por fim, e cumprindo esse exato sonho de Agostinho da Silva o mundo todo estará firme e convicto numa União Mundial, a materialização na Terra do Reino do Espírito Santo, o domínio da paz, da prosperidade e do pleno desenvolvimento do Homem.

Categories: Europa e União Europeia, Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | 11 comentários

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