Daily Archives: 2012/04/13

Segunda Petição a favor da Renúncia de Cavaco Silva e porque deve esta ser aceite na Assembleia da República

Sem grande admiração os deputados da Assembleia da República recusaram-se a aceitar a primeira petição que pedia a demissão de Cavaco. Dizemos “primeira” com verdadeiro sentido de propriedade porque a esta mais se seguirão… Sim, porque embora os deputados recusem ouvir os cidadãos, estes (ou pelo menos, alguns destes) não se vão calar e vão persistir até que o mais inculto, mentalmente diminuído e inepto presidente da república de sempre renuncie ao cargo.

Os deputados recusaram a petição agarrando-se a um formalismo legal alegando que a Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais “não tem competência para demitir o Chefe de Estado.” Obviamente que não. E todos o sabemos. Mas os deputados sabem muito bem que uma petição pode ser aceite no Parlamento se tiver mais que mil assinaturas e assim obrigar à simples audição por parte dos grupos parlamentares. Se uma petição tiver mais que quatro mil peticionários, então tem que ir a plenário e ser aqui discutida. Ou seja, o teor de uma petição não leva – à luz da lei – a nenhuma Lei ou Iniciativa governamental direta. Pela via da petição pública, os peticionários pedem apenas serem recebidos pelos deputados, que os devem ouvir e se esta reunir mais que as ditas quatro mil assinaturas o tema deve ser debatido em plenário. Só isto!

Aceitar uma petição que apele à renúncia do incapaz Cavaco Silva não leva automaticamente à sua demissão! E os deputados sabem-no! Recusando-a estão apenas a dizer aos cidadãos que ainda não se demitiram do seu dever cívico que devem permanecer mudos e quedos e deixar as “coisas importantes” da governação com eles, os “especialistas”…

Vamos aceitar isto ou manter a pressão e assinar ESTA nova petição?…

Fonte:
http://economico.sapo.pt/noticias/parlamento-rejeitou-peticao-pela-demissao-do-presidente-da-republica_140295.html

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Categories: Política Nacional, Portugal | Deixe um comentário

A Europa espera um “líder visionário”. Em vão.

União Europeia (http://www.suapesquisa.com)

União Europeia (http://www.suapesquisa.com)

Os movimentos da História não se compadecem da necessidade de uns certos indivíduos, são imperativos e inamovíveis. Quando num dado momento é necessário que surge. Um indivíduo “providencial, ele surge. A História não é fulanista, não se move por o “José”, o “Antonio”, o “Dom Henrique” ou o “Adolfo” quiseram, são os próprios movimentos e fluxos intercomunicantes da Historia que fazem surgir à superfície indivíduos que dão eco a certos fenómenos, necessários, imperativos e incontornáveis. Não os indivíduos (nem sequer “os grandes líderes”) que fazem a História. Pelo contrário, é a História que faz os lideres.

Se os europeístas de hoje clamam ansiosos por um grande líder, como Monet, Shumman ou Delors, clamam em vão. Se fosse o momento desse líder chegar à superfície, já o teríamos conhecido. Este é, pelo contrario, o tempo dos Merkels e dos Sarkozies, dos “lideres” sem ambição e visão de longo prazo, dos políticos sem estofo nem carisma que se preocupam apenas no horizonte das próximas eleições. A ausência de um “líder providencial” é um dos sintomas desse “homem doente” do panorama internacional que é hoje a europa. Não existe um líder à altura do projeto europeu, porque simplesmente, ele não deve existir. Não, pelo menos, na situação e condição em que o continente se encontra.

Categories: Política Internacional, Política Nacional, Portugal, união europeia | 8 comentários

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