Daily Archives: 2012/04/01

A Renegociação da Divida Portuguesa é cada vez mais inevitável

A recente subida do Ranking da Grécia pela Fitch em quatro níveis para B- e o sucesso da reestruturação da sua divida demonstra aquilo que dizemos já há muito tempo: as Dividas impagáveis não devem ser pagas e Portugal devem imitar os gregos e renegociar a sua divida.

Os famigerados “Mercados” também o sabem, como de resto, cita a Bloomberg
Que escreve: “os mercados já estão preparados para este desenlace: na sexta-feira os títulos de dívida a 10 anos estavam a negociar com um desconto de 47% em relação ao valor real”.

A Bloomberg conclui que Portugal deve arrancar com a reestruturação da divida, de uma forma muito semelhante à grega. Segundo a agência, Portugal so vai conseguir controlar o seu défice orçamental se reduzir a divida em pelo menos 40% e acrescenta que os Mercados já anteciparam esse movimento, pelo que os impactos tão temidos pelo Governo nos juros perante tal renegociação parecem completamente injustificados.

Fonte:
http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=2355737&seccao=Dinheiro%20Vivo

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Categories: Economia, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | 6 comentários

Plataforma de Convergência Lusófona


“Uma convergência assente em três princípios estratégicos:
– o principio do reforço da Cidadania: até porque têm sido vitimas da asfixia dos grandes partidos, estes pequenos partidos não podem senão promover esse reforço, o que inclui, entre muitas outras coisas, a defesa das instâncias intermédios do Estado (Municípios e Regiões).”

O monopólio do sistema político pelos partidos não tem – manifestamente – funcionado. Décadas de “rotativismo democrático” produziram pouco mais que o Estado infetado por boys e boyas do bi-partido PS-PSD. A renovação do quadro partidário parlamentar que se observou e observa naturalmente nos outros países europeus nunca ocorreu em Portugal (o BE é a exceção, mas limitada pela existência anterior da UDP) tamanho é o controlo mediático dos grandes partidos e a atávica aversão à mudança dos portugueses. Este quadro artrítico tem que mudar. Tem que haver uma renovação parlamentar e esta – no quadro legal atual – tem que passar pelos ditos “pequenos” partidos.

“- o principio da Convergência Lusófona: cada vez mais pertinente, agora que, como também se tornou evidente para todos, o projeto da “União Europeia”, em que Portugal apostou tudo nestes últimos trinta anos, se encontra em manifesta implosão. Não que o reforço dos laços com os restantes países lusófonos – desde logo, com o Brasil – seja a panaceia para os nossos males.”

Os indicadores económicos, e nestes, o crescimento do PIB mostram de forma cabal e absolutamente insofismável que a integração europeia e, sobretudo, a adesão ao Euro, corresponderam ao período nas décadas recentes de menor crescimento económico. A Europa derramou sobre Portugal dinheiro sem destino ou efeito certo em troca do fim do nosso setor produtivo. Hoje, e desfeito a ilusão de riqueza induzida pelo crédito barato massivo, estamos bem pior que em 1986.

“Arrisco adivinhar que, à luz destes três princípios, mais do que suficientes para compor um programa político consistente e inovador, alguns dos ditos pequenos partidos, mais alguns movimentos que se quisessem juntar, poderiam estabelecer uma Plataforma, a dita “Plataforma Cidadania, Ecologia e Lusofonia”, que seria mais do que suficiente para garantir representação parlamentar.”

Com uma tal Plataforma, alguns pequenos partidos, arredados desde sempre de qualquer possibilidade de representação parlamentar poderiam nesta plataforma obter a tal presença. A democracia – cristalizada – poderia renovar-se através da chegada de novos elementos, de novas propostas e de novos partidos ao principal palco da nossa democracia. Com essa presença, os partidos do bi-partido PS-PSD seria estimulados a regenerar-se (pela via da competição democrática) e novos partidos convidados a surgirem. A democracia renovar-se-ia e o monopólio dos Interesses que hoje rege a República seria ameaçado.

Fonte:
Para a constituição da Plataforma Cidadania, Ecologia e Lusofonia
Renato Epifânio
Finis Mundi, número 3

Categories: Economia, Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono, Nova Águia, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | 10 comentários

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