Daily Archives: 2012/03/17

O Medalhão de Dom Dinis descoberto em Malaca

Medalhão português de Klebang (http://sicnoticias.sapo.pt)

Medalhão português de Klebang (http://sicnoticias.sapo.pt)

A descoberta por uma dona de casa malaia, da cidade de Klebang de um medalhão português do século XIII criou alguma celeuma nos meios de comunicação: como é que uma peça pessoal religiosa de uma época muito anterior às primeiras navegações portuguesas na Ásia teria chegado ao estômago de um tubarão na Malásia?

O medalhão foi encontrado por esta doméstica quando preparava um tubarão acabado de comprar no mercado para o jantar. Ao abri-lo, descobriu um medalhão com dez gramas tendo de um lado uma mulher coroada e do outro o desenho de um crucifixo com a palavra “antonii”. A mulher coroada deverá ser a Rainha Isabel, consorte do Rei Dom Dinis.

A presença do medalhão nas costas da Malásia pode ser explicada pelo facto de não ser somente a nossa época a ter o fascínio pelas antiguidades: os navegadores portugueses de seiscentos e setecentos eram tão religiosos (o Cristianismo sempre foi um dos motores da presença lusa na Ásia) como admiradores de antiguidades e este medalhão deve ter navegado embarcado numa das varias naus e galeões das carreiras do Oriente, servindo como amuleto a um marinheiro ou oficial desses navios.

Malaca foi durante o século XVI e XVII um dos portos mais demandados do Oriente português e a existência de vários navios naufragados nestas agua segura… Como o famoso “Flor de la Mar” de 400 toneladas, um dos maiores tesouros marítimos de sempre e resultante do saque de Malaca após a conquista da cidade por Afonso de Albuquerque.
A cidade malaia esteve sob domínio português entre 1511 e 1641.

Fonte:
http://sol.sapo.pt/inicio/Vida/Interior.aspx?content_id=42143

Categories: História, Mitos e Mistérios, Portugal | Deixe um comentário

Três Propostas para um Salto Quântico da Democracia Portuguesa

1. Propor a utilização do voto eletrónico a partir do cartão de cidadão com o devido leitor como forma de participar em sufrágios e referendos nacionais e municipais a partir de casa. Sendo a população portuguesa das mais ligadas à Internet da Europa e havendo já hoje a obrigação de entrega das declarações fiscais pela Internet, a Democracia Eletrónica poderia funcionar como uma forma de combater os crescentes índices de abstencionismo que se registam em Portugal, eleição após eleição, numa espiral crescente e potencialmente explosiva a prazo.

2. Revisão do quadro dos poderes e competências presidenciais: Depois das ultimas revisões constitucionais as competências do Presidente da Republica foram reduzidas a pouco mais que um conjunto de formalidades. Além da conhecida “Bomba Atómica” (a dissolução da Assembleia da República) nada mais resta à mais alta figura do Estado, eleita uninominalmente pela maioria dos cidadãos. Tal esvaziamento funcional desprestigia a função, corrói a credibilidade da democracia e anula a missão de equilíbrio e monitorização que a Presidência devia assumir.
Devem ser re-equacionadas as funções presidenciais: ou o Presidente da Republica passa a ser eleito indiretamente pelo parlamento (como acontece, por exemplo, em Itália) ou se reforçam os poderes presidenciais.

3. Consulta Pública:
A. Todas os projetos de Lei devem incluir obrigatoriamente um período de Consulta Publica com uma duração nunca inferior a sete dias úteis.
B. Os períodos de consulta pública consistirão no recebimento de representantes de associações da sociedade civil com uma significativa e representativa massa associativa. Existirá uma obrigação por parte do Legislador em incorporar – ainda que parcialmente – o resultado destas consultas no novo elemento legislativo.
C. Usando a plataforma de registo de utilizadores já existente em www.governo.pt os cidadãos devem ter a possibilidade de exporem a sua posição, positiva ou negativa sobre a iniciativa legislativa. O resultado não seria vinculativo, mas informativo e tido na devida conta para a finalização do processo legislativo.

Categories: Política Nacional, Portugal | 2 comentários

“A causa imediata do agravamento das dívidas públicas está relacionada com os planos de resgate dos bancos privados decididos pelos Estados em 2008 e em 2009”

“A causa imediata do agravamento das dívidas públicas está relacionada com os planos de resgate dos bancos privados decididos pelos Estados em 2008 e em 2009. Os bancos forçaram os poderes públicos a socorrê-los fazendo-se valer do lugar nevrálgico que ocupam na estrutura geral do sistema capitalista. Para desencalhar os bancos e as companhias de seguros ameaçadas, os Estados, tomados como reféns, tiveram por seu turno que pedir emprestado aos mercados. O que fez acrescer a sua divida em proporções insuportáveis. Somas astronómicas (800 mil milhões de dólares nos EUA, 117 mil milhões de libras na Grã Bretanha) foram gastas para impedir que os bancos falissem, o que agravou ainda mais as finanças públicas.”

O Ano de 2012 será terrível! Divida Pública: Como os Estados se tornaram prisioneiros dos Bancos
Alain de Benoist
Finis Mundi, número 3

Na verdade, o que os Bancos usaram foi bem mais que a sua posição vantajosa na economia, foi antes uma rede clientelar e lobbista muito extensa e que penetra profundamente na classe politica. Tornada subserviente e dependente, a Banca pôde assim reclamar para si uma parcela absurda dos Impostos das populações para salvar o seu rabo e, de permeio, manter os prémios aos seus gestores presentes e passados (mesmo aqueles que foram responsáveis pela presente situação). A Banca ultrapassou assim em muito a posição lógica e racional que devia ocupar na Economia, tornando-se de subsidiária em dominante. Esta posição tem agora que mudar e se tal não suceder, então esta crise não serviu para nada…

Categories: Economia, Política Internacional | 2 comentários

Create a free website or blog at WordPress.com.

Eleitores de Portugal (Associação Cívica)

Associação dedicada à divulgação e promoção da participação eleitoral e política dos cidadãos

Vizinhos em Lisboa

A Vizinhos em Lisboa tem em vista a representação e defesa dos interesses dos moradores residentes nas áreas, freguesias, bairros do concelho de Lisboa nas áreas de planeamento, urbanismo, valorização do património edificado, mobilidade, equipamentos, bem-estar, educação, defesa do património, ambiente e qualidade de vida.

Vizinhos do Areeiro

Núcleo do Areeiro da associação Vizinhos em Lisboa: Movimento de Vizinhos de causas locais e cidadania activa

Vizinhos do Bairro de São Miguel

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos

TRAVÃO ao Alojamento Local

O Alojamento Local, o Uniplaces e a Gentrificação de Lisboa e Porto estão a destruir as cidades

Não aos Serviços de Valor Acrescentado nas Facturas de Comunicações !

Movimento informal de cidadãos contra os abusos dos SVA em facturas de operadores de comunicações

Vizinhos de Alvalade

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos de Alvalade

anExplica

aprender e aprendendo

Subscrição Pública

Plataforma independente de participação cívica

Rede Vida

Just another WordPress.com weblog

Vizinhos do Areeiro

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos do Areeiro

MDP: Movimento pela Democratização dos Partidos Políticos

Movimento apartidário e transpartidário de reforma da democracia interna nos partidos políticos portugueses

Operadores Marítimo-Turísticos de Cascais

Actividade dos Operadores Marítimo Turísticos de Cascais

MaisLisboa

Núcleo MaisDemocracia.org na Área Metropolitana de Lisboa

THE UNIVERSAL LANGUAGE UNITES AND CREATES EQUALITY

A new world with universal laws to own and to govern all with a universal language, a common civilsation and e-democratic culture.

looking beyond borders

foreign policy and global economy

O Futuro é a Liberdade

Discussões sobre Software Livre e Sociedade