Daily Archives: 2012/03/11

Prémio Personalidade Lusófona 2012 a Adriano Moreira (2)

Segundo segmento

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Consequências da Politica da “Austeridade, custe o que custar”

Um artigo recentemente publicado no New York Times destaca os esforços do governo português para cumprir a receita de austeridade imposta pela Troika, comparando-os com a “rebeldia” grega. Mas o mesmo artigo admite que não é por ser um “bom aluno” da Troika não tem e não vai servir de muito a Portugal.

Com efeito, o défice em função do PIB não tem parado de aumentar: quando se contraiu o empréstimo era de 78%, mas hoje passou a 118%, não porque esta tivesse aumentado, mas porque a economia real encolheu e logo, a proporção da divida aumentou! Este é o preço da austeridade imposta pela Troika e do expresso desejo de Passos Coelho para “cumprir mais que o comprometido”.

A austeridade tem efeitos muito recessivos. O proprio governo o admite… E arrisca-se a nao abordar o cerne da questao, já que o essencial da divida externa portuguesa foi criada pela Banca, que pediu ao estrangeiro muito mais dinheiro do que devia (para financiar consumo, imobiliário e o Estado), na Grécia, pelo contrário, a maior parte da divida externa é do Estado. Assim, aplicar de forma cega e acrítica a receita da austeridade à despesa pública poderia até ser mais eficiente na Grécia do que em Portugal… E aplicada da forma integrista, radical e extremada, “custe o que custar” à despesa do Estado vai agravar o desempenho da economia, retrair a receita fiscal e dissuadir as empresas a realizarem investimentos e a gerarem Emprego.

Assim, paradoxalmente, a aplicação inadequada da receita da austeridade seria mais ajustada na Grécia do que em Portugal… Mas não é isso que está a acontecer e a consequência é que, como diz o economista David Bencek: “a dívida [portuguesa] simplesmente não é sustentável (…) a economia real não tem estrutura para crescer no futuro e, portanto, não conseguirá pagar de volta a sua dívida a longo prazo” a única saída a prazo é a renegociação da dívida, através de um processo de bancarrota parcial, com perdão dos juros e extensão dos prazos de pagamento por forma a salvar os Bancos da falência e o Estado de ter que acorrer a um setor bancário cada vez em maiores dificuldades e que pela escassez do crédito está a asfixiar a economia real.

Fonte:
http://sol.sapo.pt/inicio/Internacional/Interior.aspx?content_id=41558

Categories: Economia, Política Nacional, Portugal | 1 Comentário

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