Daily Archives: 2012/02/27

X Fórum PASC: Encontro Público “A Importância da Lusofonia” (3)

Intervenção do Prof. Mendo Henriques
http://idp.somosportugueses.com

Fórum organizado pelo MIL (entidade PASC)
http://www.movimentolusofono.org

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Categories: Europa e União Europeia, Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | Deixe um comentário

Porque é que os alemães não estão incomodados com as agências de rating?

“Apesar de em 2011 as criticas às três agências de rating norte-americanas, que partilham mais de 90% do setor, se terem multiplicado, os alemães não se manifestaram incomodados com as intervenções da Moody’s, SP e Fitch. Bem pelo contrario, o ministro das Finanças alemão, saudou a ameaça da SP de baixar o rating de 15 países da Zona Euro e o do FEE, decisão que classificou como o “melhor encorajamento para chegar a uma solução”. Ao reprovarem o comportamento dos europeus desleixados, as empresas de notação financeira ajudam a estratégia alemã que condiciona o apoio de Berlim à adopção de medidas de ajustamento severas.”

Os alemães não se preocuparam com estes absurdos, injustos e profundamente perturbadores para as economias dos países afetados porque são – juntamente com a Holanda e a Suíça – os grandes beneficiário do Capital que, em pânico, foge dos países afetados pelas agências de raters. Se fossem eles o alvo (como serão) então não viriam defender publicamente estas agências e as politicas que estas, com uma imensa e escandalosa desfaçatez se atrevem a sugerir a países livres, independentes e soberanos.

“Ao longo de 2011 as comissões que avaliaram a acção das raters produziram conclusões devastadoras, acusando-as, entre muitas coisas, de atribuírem boas avaliações a ativos tóxicos a troco de dinheiro. O Financial Times noticiou que a Moody’s alterou o comportamento quando pediu a admissão à cotação, passando a emitir analises mais regulares e menos exigentes e a partir daí os seus lucros não pararam de subir. Em junho de 2009, horas antes de a SEC, o regulador dos mercados dos EUA, anunciar que tinha dado inicio a um processo de investigação à actuação da Moody’s, o seu maior acionista durante toda a década, Warren Buffett, vendeu 30 milhões de acções da empresa, o que gerou suspeitas.”

Ao contrário do que sonham lunáticamente alguns federalistas europeus, estes desmandos, abusos e ilegalidades das agências de rating americanas não irão desaparecer com a erupção de uma agência europeia publica de rating. Pelo contrario. No contexto em que esta vai surgir, não merecerá credibilidade alguma e não vai resolver nada a ninguém além daqueles empregos para boys que acabará por “criar”.

Chegou a altura da Comissão Europeia avançar com as mesmas garras com que multou a Microsoft e a Oracle em processos legais no passado recente e aplicar a estas três agências (que operam e têm escritórios na Europa) multas tao pesadas que as obriguem a abandonar a operação na Europa. Mas é claro que para isso os alemães teriam de beneficiar com as suas avaliações… E isso não vai acontecer nunca.

Fonte:
Publico, 30 dezembro de 2011

Categories: Economia, união europeia | Deixe um comentário

QuidsLusófono T1: Conhece a Geografia de Moçambique?

Clique aqui para responder!

Pontos:
Clóvis Alberto Figueiredo (6) [Kristang, São Tomé e Príncipe, Guerra Civil em Angola, Timor-Leste, Alcácer Quibir, Cinema da Guiné-Bissau]
Luis Brântuas (3) [Agostinho da Silva, Literatura Brasileira, Geografia de Moçambique]

Regulamento:
1. Todos os quids valem um ponto
2. Os Quids são lançados a qualquer momento do dia ou da noite, de qualquer dia da semana
3. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos
4. Sai vencedor do Quid o primeiro concorrente a acertar em todas as respostas
5. Cada participante só pode responder uma vez

Categories: QuidsL1 | 2 comentários

Álvaro Ribeiro: “A inveja, ou invídia, consiste em não poder ver o diferente no semelhante, e é portanto um vício inteletual, uma confissão de estupidez, um fator de maledicência”

Álvaro Ribeiro (http://www.ofilosofo.com)

Álvaro Ribeiro (http://www.ofilosofo.com)

“A inveja, ou invídia, consiste em não poder ver o diferente no semelhante, e é portanto um vício inteletual, uma confissão de estupidez, um fator de maledicência.” (…) “O invejoso não quer ver, e para dar força à vontade pede auxilio da razão que logo lhe propõe o ideal da igualdade ou a igualdade do ideal, acima de todos os desmentidos da experiência.”

Álvaro Ribeiro, citado em:
Exilado do Mundo
António Carlos Carvalho
Revista Nova Águia, número 8

Um dos grandes males da sociedade portuguesa foi, é e será (?) com efeito, a Inveja. De tal já se queixava Camões, aliás… Não é fácil tentar compreender onde radica este pernicioso fio de atitudes que atravessa todo o percurso histórico da sociedade portuguesa, mas entre a sociedade lusoromana, visigótica ou tardo-medieval é mais difícil encontrar este tipo de atitude generalizada. Algo parece ter-se “quebrado” na alma coletiva portuguesa que terá lançado, solto, o corrosivo demónio da “invídia” (termo preferido de Álvaro Ribeiro) na nossa sociedade, deixando bem alimentado e hiperativo até hoje.

Julgamos localizar esse “algo”, esse ponto de viragem (para pior) da nossa sociedade no momento em que Dom Joao III introduz a Inquisição em Portugal. A partir daí todos aqueles que sentiam inveja perante a prosperidade, sucesso ou fama de um dos seus vizinhos, conterrâneos ou familiares sentiram-se com rédea solta para exercerem a sua inveja, denunciando-os à Inquisição. Os efeitos na alma coletiva foram tremendos e ecoaram durante gerações: o “pecado” foi associado ao “sucesso”, o “enriquecimento” ao “judaísmo” e, daí, ao novamente, ao “pecado”. Todos passaram a desejar não sobressaírem a não se destacarem nem a terem uma intervenção social ou civicamente muito relevante, como forma de não se destacarem da mole anónima e bovina e assim, se furtarem ao interesse letal do longo braço inquisitorial. Assim se fez a massa passiva e silenciosa que hoje carateriza a sociedade portuguesa, profundamente imersa nessa funesta “igualdade” de idiotia que tanto chocava a Álvaro Ribeiro.

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