Daily Archives: 2012/02/22

“O primeiro semestre de 2012 parece ser critico sobre a sorte do euro”

“O primeiro semestre de 2012 parece ser critico sobre a sorte do euro. Dois países com peso surgem na ribalta; Itália e França. “Só em março serão 200 mil milhões de euros de emissão de divida”. (…) A Itália é o ponto fraco do refinanciamento europeu em 2012 e pode ser a surpresa desagradável do ano. Segundo Fabrizio Goria, do jornal Linkiesta: “a Itália vai necessitar de uma reestruturação. Não é demasiado grande para falir, é demasiado grande para resgatar.”

Fonte:
www.negocios.pt

Veremos então. Perante o eventual fracasso destas emissões de divida publica espanholas e italianas os problemas financeiros gregos ou portugueses parecerão irrelevantes aos especuladores e o pânico decorrente do fracasso de uma só destas emissões ditará não só o fim da Zona Euro como da própria União Europeia. Simplesmente, não existe dinheiro suficiente na Europa ou no mundo para fazer um “bail-out” à Espanha ou a Itália e tal falhanço com o decorrente pânico dos Mercados levaria a duas bancarrotas descontroladas que antecederiam por horas apenas idênticos colapsos na Bélgica, França e Áustria, países que se encontram em situações não muito diferentes da espanhola e italiana.

Com as bancarrotas seguir-se-ia o colapso do Euro e o retorno às moedas nacionais ou a fundação de uma nova moeda “europeia” reservada apenas aos satélites alemães tradicionais (Holanda e Finlândia) criando assim uma efetiva separação entre europa do norte e europa do sul que ditaria definitivamente o fim ao projeto europeu de Schumann, Monet e Delors.

Categories: Economia, união europeia | Deixe um comentário

QuidsL1: Conhece bem a Batalha de Alcácer Quibir?

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Pontos:
Clóvis Alberto Figueiredo (5) [Kristang, São Tomé e Príncipe, Guerra Civil em Angola, Timor-Leste, Alcácer Quibir]
Luis Brântuas (2) [Agostinho da Silva, Literatura Brasileira]

Regulamento:
1. Todos os quids valem um ponto
2. Os Quids são lançados a qualquer momento do dia ou da noite, de qualquer dia da semana
3. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos
4. Sai vencedor do Quid o primeiro concorrente a acertar em todas as respostas
5. Cada participante só pode responder uma vez

Categories: História, Portugal, QuidsL1 | 12 comentários

João Franco: “Haverá forte competição e conflito pelos recursos da África Subsariana, onde Portugal tem interesses históricos e onde residem muitos cidadãos seus”

“Haverá forte competição e conflito pelos recursos da África Subsariana, onde Portugal tem interesses históricos e onde residem muitos cidadãos seus. África – especialmente a África subsariana – irá adquirir uma crescente importância estratégica nas décadas vindouras, porque alberga vastas reservas de recursos por explorar que são cobiçados por um leque crescente de interesses locais e internacionais. (…) Para defender os seus cidadãos nacionais em África, Portugal necessita de uma capacidade mínima de projeção de forças navais e aeronavais, cuja capacidade operacional tem também de ser preservada e intensificada.”
Portugal, Uma Análise do Poder
João Franco
Finis Mundi, número 3

O crescimento quase explosivo da economia chinesa e dos padrões de consumo dos seus cidadãos, juntamente com a manutenção dos elevados níveis de consumo de matérias-primas do Ocidente estão a lançar uma pressão sem precedentes sobre as matérias-primas. Se até agora as guerras eram potenciadas pela presença de hidrocarbonetos, as guerras do futuro serão motivadas por um leque muito mais alto de matérias-primas. E nesta autêntica caçada aos recursos naturais África será o principal alvo.

A China já o percebeu e está presente em praticamente todos os países africanos, explorando os seus recursos, fechando os olhos a todas as violações de direitos humanos (aliás comuns na própria China) e à corrupção dos lideres locais (que aliás usa em seu próprio proveito). Portugal tem interesses estratégicos em África. Não deve haver nenhum tipo de pudor ou “vergonha do Homem Branco” quanto a isso. A sul do Equador, temos mais de 700 mil concidadãos em Angola, Moçambique e África do Sul, quase um quarto de toda a Diáspora global lusitana! Estas pessoas têm o direito de serem apoiadas, com Embaixadas, Consulados e a partir da metrópole.

Enquanto Nação Soberana, Portugal não pode prescindir das ferramentas clássicas dos Estados Independentes: de uma Marinha, Força Aérea e Exército operacionais e dotados dos meios para intervir onde a representação estratégica dos interesses políticos, económicos e diplomáticos de Portugal o exigirem ou para tal for requisitado pelas Nações lusófonas amigas ou no quadro da Força Lusófona de Manutenção de Paz (que o MIL: Movimento Internacional Lusófono defende) ou até inserido num mandato legítimo do Conselho de Segurança da ONU. País soberano, que tem a Lusofonia como plataforma de projeção global de influencia não pode abandonar os seus compatriotas à sua sorte, à mercê dos interesses particulares de outras potencias e, sobretudo, não pode deixar-se resvalar para a irrelevância estratégica militar e diplomática (e ambos os domínios estão ligados) se quiser manter na Lusofonia um papel minimamente relevante.

Categories: Economia, Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | 2 comentários

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