Daily Archives: 2012/02/16

A Europa vai reagir ao proteccionismo da China ou… Receber dinheiro e esquecer tudo?

 

O mundo está hoje a ser percorrido por uma onda de proteccionismo… Esta onda foi desencadeada pela atual crise global e não cessa de crescer desde 2008. Até agora registaram-se movimentos proteccionistas nos EUA, Brasil e China, mas não na Europa que tem – com alguma ingenuidade – seguido a cartilha neoliberal das “fronteiras abertas”, enquanto um pouco por todo o mundo se reerguem as barreiras alfandegárias e o proteccionismo comercial se torna cada vez mais descarado.

O caso de proteccionismo mais escandaloso é – naturalmente – o da China. Imersa numa crise económica sem precedentes desde a Segunda Grande Guerra, a Europa tem estado fora desta vaga proteccionista, e sobretudo aquele proteccionismo aplicado pelo regime de Pequim. Mas, finalmente, a Comissão Europeia parece disposta a reagir ao proteccionismo chinês.

A CE ameaçou que se a China continuar a bloquear o acesso às empresas europeias, os mercados públicos europeus serão também fechados às empresas chinesas já a partir de março. Segundo o comissário europeu responsável pelo comércio (e que parece ter acordado agora do seu torpor neoliberal) a China tem “práticas comerciais nacionalistas” e acrescentou que a China oferece subsídios “em grande escala” às suas empresas exportadoras e procura criar no globo um “acesso monopolístico às matérias-primas”.

É claro que esta intensificação de tom, no momento em que a Europa ruma para Pequim, de mão estendida, mendigando pelo capital chinês no Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF) é suspeita… é como se estes protestos não passassem de arrufos inconsequentes a esquecer mais tarde, logo que a China der o seu contributo para o FEEF. A ser assim, o imenso desiquilíbro comercial entre a China e a Europa (em 2010, a UE exportou 113 mil milhões de euros e importou 281) será para continuar, assim como as práticas comerciais proteccionistas de Pequim, sacrificando as empresas e os empregos europeus em troca de uma transitória injecção de Capital.

Fonte:

http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=2271294&seccao=Europa

Categories: China, Economia, Política Internacional, união europeia | Deixe um comentário

Sobre os Privilégios Imorais dos funcionários do Banco de Portugal

Depois do escândalo público que foi a continuação do pagamento dos subsídios de férias e de natal aos funcionários do Banco Portugal e a consagração de um efetivo “estado de graça permanente” para os funcionários de uma instituição que desde a adesão à moeda única perdeu praticamente todas as suas competências e que exerceu com grosseira incompetência aquelas poucas que lhes restaram, como comprovam os casos BPP e BPN, eis que agora chegam à imprensa os primeiros relatos de privilégios ainda mais escandalosos usufruídos pelos funcionários do BP.

As noticias sucedem-se uma após outra, criando grande frustração num pais que atravessa a sua mais grave crise financeira dos últimos cem anos e onde a austeridade se agrava a cada dia que passa, com pesadas consequências para as famílias, que vem aumentar o desemprego ao mesmo tempo que o Estado Social e os direitos laborais retrocedem décadas em menos de dois anos.

Vivemos um momento socialmente muito perigoso. A crise económica, a austeridade crescente e a falta de perspetivas de recuperação a curto prazo não podem ser acompanhadas por exemplos de despesismo, fausto ou de privilégios imorais, como carros de golfe, quintas com cavalos, entre outros recentemente conhecidos. O abismo crescente entre os luxos destes poucos privilegiados e os de uma população cada vez mais assolada pelo desemprego, que ascende aos 750 mil desempregados “oficiais” ou… Um milhão reais estão a criar condições para uma revolta social sem precedentes e historicamente inédita em Portugal.

Senhores Privilegiados do Banco de Portugal: tenham bom senso e dêem o Exemplo a um pais cada vez mais empobrecido, desempregado e sem perspetivas.

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QuidsLusófono T1: Conhece São Tomé e Príncipe?

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Pontos:
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Regulamento:
1. Todos os quids valem um ponto
2. Os Quids são lançados a qualquer momento do dia ou da noite, de qualquer dia da semana
3. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos
4. Sai vencedor do Quid o primeiro concorrente a acertar em todas as respostas
5. Cada participante só pode responder uma vez

Categories: Lusofonia, QuidsL1 | 1 Comentário

O Que é o Investimento Estrangeiro Direto (IED)?

Por “Investimento Estrangeiro Direto” ou “IED” entende-se o investimento que é feito por forma a tomar posse de um interesse duradouro numa empresa que esteja a funcionar num país diferente daquele de onde é originário o investidor.

A relação entre o investidor (ou “empresa matriz”) e a filial forma aquilo a que se designa de “multinacional”, mas o termo IED só pode ser legitimamente utilizado quando a matriz tem o controlo total sobre a filial, sendo que “controlo” representa aqui a propriedade de 10 por cento (ou mais) das ações com direito de voto numa empresa de capital aberto (segundo a classificação da ONU). Um investimento inferior a 10 por cento recebe uma designação diversa: “investimento de portfólio”.

Existem quatro tipos de Investimento estrangeiro:
Investimento a fundo perdido;
Investimento autónomo;
Investimento induzido e
Investimento estrangeiro.

Investimento Estrangeiro Indireto:
O investimento estrangeiro pode ser direto (o IED acima descrito) ou indireto se assumir a forma de empréstimos a longo prazo.

Investimento Estrangeiro Governamental:
Além do investimento estrangeiro privado existe também o investimento estrangeiro governamental. Geralmente, tem outras motivações além das económicas (embora estas estejam também presentes). Motivos de ordem politica, diplomática ou até militar podem estar na base da sua origem. O investimento estrangeiro governamental pode ter como função, a de equilibrar a prazo balanças de pagamento demasiado desiquilibradas, já que injetando capital na economia do país recetor, a dinamiza e estimula o crescimento da sua economia compensando fracos níveis de poupança e acumulação de capitais internos. O processo, contudo, cobra um preço: em troca desta “ajuda” o país recetor fica politica e diplomaticamente dependente do país que concede essa ajuda externa.

Investimento Estrangeiro Privado:
Este tipo de IED encontra no lucro, nas facilidades fiscais e legislativas o principal apelo. Este tipo de IED é potenciado pela existência de condições legais e fiscais mais adversas no país de origem.

Investimento Estrangeiro em Ativos Fixos:
Os investimentos (estrangeiros ou nacionais) em ativos fixos podem ser distribuídos em várias categorias:

Investimentos de Substituição;

Investimentos de Expansão, para aumentar a capacidade de produção ou escoamento)

Investimentos de Modernização, para suportar a instalação de novas tecnologias, por forma a aumentar o lucro ou a produtividade.

Investimentos de Inovação que almejam à introdução de novas tecnologias.

Investimentos Sociais que procuram melhorar direta ou indiretamente as condições de trabalho na empresa que colhe este investimento.

Investimentos Ambientes, conformes às legislações nacionais, estes investimentos são geralmente o produto de alterações legislativas com inspiração ambiental ou ecológica que obrigam a entidade empresarial a realizar um determinado investimento para que possa ficar em conformidade.

Investimentos Estratégicos, com intenções ofensivas ou defensivas e que são concentrados em empresas competidoras em outros países.

Categories: Economia, Economia Politica | Deixe um comentário

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