O Padrão-Ouro

A partir de 1880, instaurou-se o dito Padrão-Ouro, um sistema monetário internacional que tinha como regras dominantes:

1. Todos os países determinavam o valor da sua moeda em função do ouro e comprometiam-se a comprar e a vender ouro a esse preço. As cotações bilaterais são definidas a partir das cotações das moedas face ao ouro.

2. As importações e exportações de ouro não podem sofrer restrições.

3. A autoridade monetária de cada pais assegura que existe uma relação direta entre as suas reservas em ouro e quantidade moeda emitida. Só é possível emitir mais moeda, se houver um afluxo de ouro. Isto permite travar políticas discricionárias por parte das autoridades monetárias e tornam a política monetária mais credível.

Entre 1880 e 1914, o Padrão-Ouro estende-se a todas as grandes economias do globo não se registando então desvalorizações das moedas durante este período. Mas houve países fora do sistema e outros que entraram e saíram varias vezes. Outros, optaram por fixar a sua moeda não em relação ao ouro, mas em relação à libra. O mercado financeiro internacional de então estava centrado em Londres

Após a Grande Guerra deu-se a queda do Padrão-Ouro. A maior parte dos países suspenderam então a convertibilidade das suas moedas em ouro e adota-se um sistema de taxas flexíveis. Este movimento resultou do financiamento das despesas de guerra e da inflação na Europa.

Categories: Economia, Economia Politica | Deixe um comentário

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