Daily Archives: 2012/01/11

Boicote ao Pingo Doce: Apelo ao consumo no Comércio Local


Desde que o Pingo Doce decidiu começar a pagar impostos na Holanda (esvaziando assim ainda mais os cofres da República neste momento de grave crise nacional) que apelo a um Boicote ao Pingo Doce (e ao Continente, que também já está na Holanda). Todos nós, de resto, devemos comprar os nossos produtos no comércio local, na mercearia de rua, nos mercados ou feiras, dando assim a riqueza a pessoas como nós, favorecendo a economia local e o emprego digno e humano que se encontra mais frequentemente nas pequenas superfícies do que nas grandes.

Na verdade, todos os cidadãos têm o dever para consigo e para com a sua comunidade e pátria de exigirem de todos os agentes económicos Ética e Decência. Temos que nos transformar em cidadãos ativos e conscientes, soltar-nos destas amarras bovinizantes com que nos deixámos entorpecer e sacudir o jugo. Comprar e Consumir em consciência, imprimindo às escolhas um valor moral é apenas um aspeto dessa nova atitude ativa e atuante sobre o mundo que todos temos o dever de passar a exercer neste novo Portugal que agora desperta.

Se um determinado agente comercial – o Pingo Doce no caso em análise – acumula lucros atrás de lucros pelo sistemático pagamento de baixos salários e colocam reféns os produtores nacionais abusando da sua posição negocial dominante. Se um determinado agente comercial sistematicamente (e apesar de todas as ocas campanhas de marketing) favorece a produção estrangeiro em desprimor da nacional e se agora – verdadeira cereja podre em topo de bolo azedo – deslocaliza também os seus impostos para a Holanda, e logo para a Holanda, país que na UE e na Historia tem estado sistematicamente CONTRA Portugal então temos não só o Direito, mas o Dever de agir e aplicar um

Boicote ao Pingo Doce.

Categories: E. F. Schumacher Society, Economia, Política Nacional, Portugal | Deixe um comentário

Sondagem sobre a União Lusófona

Continuar a ler

Categories: Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono, Portugal | Etiquetas: | 98 comentários

“O montante da dívida pública da Grécia é de pelo menos 350 mil milhões de euros, o que corresponde a mais de 160% do seu PIB” (…) “O ministério das Finanças da Grécia, avalia em 280 mil milhões de euros, ou seja 120% do PIB, como sendo apenas o montante dos fundos helénicos que foram transferidos para a Suíça.”

“O montante da dívida pública da Grécia é de pelo menos 350 mil milhões de euros, o que corresponde a mais de 160% do seu PIB” (…) “O ministério das Finanças da Grécia, avalia em 280 mil milhões de euros, ou seja 120% do PIB, como sendo apenas o montante dos fundos helénicos que foram transferidos para a Suíça.”

Se a esta verba – já de si astronómica – se somarem aquelas transferências para a Alemanha e Holanda, então teremos que constatar que uma das causas diretas para estas imensas dividas reside precisamente na capacidade de captação de capitais internacionais de alguns países, como a Alemanha, Holanda e Suíça. Nestes países (e noutros, como a Suécia, Irlanda ou Luxemburgo) pratica-se um efetivo e muito agressivo Dumping fiscal o qual – a par da desregulação dos movimentos de capitais – tem contribuído de forma significativa para o empobrecimento dos países do sul da Europa.

É incompreensível que – no quadro de União Europeia e de uma Zona Euro – existam quadros fiscais tao diferentes, incentivos à captação de capitais de outros países membros (sobretudo dos mais pobres) e que tudo isto ocorra literalmente sob as barbas de uma “União” europeia cada vez mais formal e esvaziada de conteúdo. Harmonização, precisa-se e já, ou então mais vale acabar com essa grande hipocrisia chamada “União Europeia”.

Fonte:
O Ano de 2012 será terrível! Dívida Pública: Como os Estados se tornaram prisioneiros dos Bancos
Alain de Benoist
Finis Mundi, número 3

Categories: Economia, Política Internacional | 2 comentários

Create a free website or blog at WordPress.com.

Eleitores de Portugal (Associação Cívica)

Associação dedicada à divulgação e promoção da participação eleitoral e política dos cidadãos

Vizinhos em Lisboa

A Vizinhos em Lisboa tem em vista a representação e defesa dos interesses dos moradores residentes nas áreas, freguesias, bairros do concelho de Lisboa nas áreas de planeamento, urbanismo, valorização do património edificado, mobilidade, equipamentos, bem-estar, educação, defesa do património, ambiente e qualidade de vida.

Vizinhos do Areeiro

Núcleo do Areeiro da associação Vizinhos em Lisboa: Movimento de Vizinhos de causas locais e cidadania activa

Vizinhos do Bairro de São Miguel

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos

TRAVÃO ao Alojamento Local

O Alojamento Local, o Uniplaces e a Gentrificação de Lisboa e Porto estão a destruir as cidades

Não aos Serviços de Valor Acrescentado nas Facturas de Comunicações !

Movimento informal de cidadãos contra os abusos dos SVA em facturas de operadores de comunicações

Vizinhos de Alvalade

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos de Alvalade

anExplica

aprender e aprendendo

Subscrição Pública

Plataforma independente de participação cívica

Rede Vida

Just another WordPress.com weblog

Vizinhos do Areeiro

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos do Areeiro

MDP: Movimento pela Democratização dos Partidos Políticos

Movimento apartidário e transpartidário de reforma da democracia interna nos partidos políticos portugueses

Operadores Marítimo-Turísticos de Cascais

Actividade dos Operadores Marítimo Turísticos de Cascais

MaisLisboa

Núcleo MaisDemocracia.org na Área Metropolitana de Lisboa

THE UNIVERSAL LANGUAGE UNITES AND CREATES EQUALITY

A new world with universal laws to own and to govern all with a universal language, a common civilsation and e-democratic culture.

looking beyond borders

foreign policy and global economy

O Futuro é a Liberdade

Discussões sobre Software Livre e Sociedade