Agostinho da Silva: “Ora o mestre não se fez para rir; rir é de facto um mestre aquele de que os outros se riem, aquele de que troçam todos os prudentes e todos os bem estabelecidos”

Agostinho da Silva

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“Ora o mestre não se fez para rir; rir é de facto um mestre aquele de que os outros se riem, aquele de que troçam todos os prudentes e todos os bem estabelecidos.”
Agostinho da Silva

Não tenhamos medo do ridículo ao propormos conceitos novos e realmente inovadores. O riso resvala na saudável de uma forte indiferença quando sabemos que estamos no caminho certo e aceitamos a convicção das nossas convicções. Não me intimida que descreiam ou ridicularizem noções como “união lusófona”, “descentralização municipalista”, “moedas locais” ou “economias locais”. Sei que estou certo e que esse é o destino de Portugal e da comunidade lusófona. Sei-o numa convicção sentida e plena, numa tranquila certeza que é compatível com a duvida e incerteza que tem sempre que acompanhar a Fé por forma a temperar todos os extremismos e radicalismos. O destino final permite desvios corretivos tanto (ou mais) quanto exige convicção e empenho.

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Categories: Agostinho da Silva, Educação, Movimento Internacional Lusófono, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | 3 comentários

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3 thoughts on “Agostinho da Silva: “Ora o mestre não se fez para rir; rir é de facto um mestre aquele de que os outros se riem, aquele de que troçam todos os prudentes e todos os bem estabelecidos”

  1. Correcto. Estou de acordo quanto ao essencial do texto. As ideias novas não servem para nos rirmos delas, mas para lhes darmos atenção e para pensar. A ideia de «União Lusófona», por exemplo, apesar de estar ainda na sua génese, á altamente motivadora e deve servir para a aprofundarmos e densificarmos, não para ser rejeitada «in limine» sem uma segunda reflexão.

    • Para mim (e para o MIL, de resto), a UL é antes do mais, nesta fase embrionário, um designio de longo prazo. Um projeto de largo espetro que motiva, orienta e estimula. E para onde se avanca numa logica de pequenos, mas consistentes passos. Comecando pelo desenvolvimento daquela estrutura ainda muito formal e esvaziada de operacionalidade que é hoje a CPLP.

      • Correcto. Ainda é «Utopia». Mas «Utopia Positiva». Isto é, que se apoia nos dados da realidade, não os negando em bloco, como faz a «Utopia Negativa» (A «Grande Rercusa»: HERBERT MARCUSE), mas que pretende ir mais além e dirige exigências normativas à realidade que já aí temos. Além disso, é uma «Utopia Aberta», incompleta e inacabada, porosa e receptiva das mais variadas contribuições de cada um.

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