Entrevista ao galizalivre.org: “Sendo Português existe um dever moral e histórico de solidariedade para com a Galiza”

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Categories: Galiza, Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono | Etiquetas: | 11 comentários

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11 thoughts on “Entrevista ao galizalivre.org: “Sendo Português existe um dever moral e histórico de solidariedade para com a Galiza”

  1. Carlos

    Oxalá cada dias mais portugueses pensem como você!

  2. Carlos, a Galiza e a sua causa será sempre a minha.
    Ou não fosse a defesa e promoção da língua portuguesa um dos meus maiores objetivos de vida.

  3. – “…e se existem vozes dissonantes, elas não se fazem ouvir nem nos fóruns que mantemos no Facebook, nem por correio eletrónico, nem sequer nas conferências públicas, eventos ou assembleias gerais que organizamos.”

    de certeza que este Rui Martins (que não conheço) fez cursos de conta-informação no PCP, na PIDE ou na CIA…
    só pode!!!

    – “reconhecer que o português nasceu na Galiza.”

    primeiro a pergunta ficou sem resposta, Rui Martins ou esquivou-se ou esqueceu-se.
    em segundo É MENTIRA!!!
    quanto muito o português, tal como o galego, nasceram do Latim e duma corruptela chamada galaico-português que se falava numa região chamada Galecia, que até incluía uma sub-região que hoje se designa por Galiza e mais 2, Astúrias e Portucale.
    por acaso a capital era em Braga.
    em terceiro lugar Portugal não deve nada aos galegos, nem a ninguém no Mundo (excepção aos cabo-verdianos que foram literalmente enganados nos anos 50 pelo governo português, quando foram levados para as roças de São Tomé e Príncipe), muito menos em questões linguísticas.
    se tivessemos que pagar alguma coisa a alguém seria ao Império Romano. mandem lá o NIB para irmos fazendo umas transferências bancárias.
    será que aceitam €uros ou tem de ser sestércios???

    – sobre ““Portugal e os demais povos lusófonos, têm a obrigação moral de acorrer aos galegos…”

    mas a que propósito???
    o que é “A causa galega”???
    (já sei que me vias brindar com silêncios ruidosos ou pelo o usual “deve sim, um dia dedicarei um artigo sobre este assunto…)

    – “A “questão da Galiza” é para mim central porque sendo Português existe um dever moral e histórico de solidariedade para com a Galiza: a Cultura, a Língua e a História tornam a Galiza uma nação irmã de Portugal, mais do que qualquer outra, ainda mais do que o Brasil ”
    por isso é que os amiguinhos da AGAL do Rui Martins ainda não explicaram porque “adotaram” o brasileiro como língua, ao invés do português… esse Rui anda mesmo enganado com as irmandades e com a sua identidade…
    e perece que não percebe nada de História de Portugal, pelo menos até à meio da Dinastia de Aviz.

    ( CPzinho, não te zangues comigo, sabes que te adorooooo. e não contes nada ao Rui Martins que eu escrevi estas patacoadas, tá bem???)
    :mrgreen:

  4. Thor

    “…os demais povos lusófonos, têm a obrigação moral de acorrer aos galegos…”
    – Os demais povos lusófonos têm a obrigação moral???????? Obrigação moral??????? Eu quero que a Galiza se torne independente e que a Espanha se ****, mas por que “obrigação” e ainda mais “moral”?

    • Thor

      repara na resposta do CP ao meu comentário, o habitual:
      NADA!!!

      a não ser, que por respeito aos deuses nórdicos ele te responda.
      afinal Thor sempre é mais importante que um mocho…

      😈

    • Ok… será talvez um termo demasiado exagerado, mas exprime aquilo que sinto contra a opressao castelhana e a solidariedade pelos irmaos galegos…

      • CP

        demasiado exagerado não, totalmente.
        e totalmente errado em termos estratégicos…

        além demais os teus contactos são sobretudo com radicais, o que piora tudo.

        • Radicais… não conheces as pessoas em questão, Otus… a acusação é injusta especialmente quando se tem em conta o tipo de energumenos que alinham “do outro lado” e que sempre estiveram contra Portugal (não é preciso recorda-lo)

          • CP

            eu quando “digo mal” de alguém é na sua vertente política, social, pública, não é pessoal, íntimo, familiar ou algo do género. (*)
            não dramatizes s.f.f..
            são radicais sim, na forma como veem as coisas e nada dados ao contraditório, insultam, desdizem, em NENHUM caso reconhecem argumentos válidos aos outros.
            querem dividir Portugal (consoante os gostos, ora pelo rio Douro, ora pelo Mondego e até quem chegue perto do Tejo) e são uns reconvertidos ao acôrdo ortôgráfico, escrevendo com sintaxe e semânticas brasileiras, nem sequer as de Portugal…
            se isto não é radicalismo, explica-me sem tibiezas o que é.

            permite-me dizer uma coisa:
            o teu amor pela Lusofonia por vezes desconcentra-te da realidade e de veres o perigo.
            a sorte é que eles são poucos e ninguém para além deles próprios e o MIL lhes reconhece importância.
            nem a Academia das Letras do Brasil nem a nossa Academia das Ciências…

            (*) se não fosse assim, já me tinhas dado uma tareia à muito tempo… 😉

            • A maioria dos galegos nem se sente comop tal, tamanho é o grau de obliteracao e de colonizacao determinado e imposto por Castela/Madrid.
              E todos os que conhecem defendem a aproximacao entre Portugal e Galiza. Ninguem advoga uma cisao de Portugal (nem eu a aceitaria).
              Em relação à galiza temos dois deveres: o de solidariedade frente a qualquer povo oprimido e o de enfraquecer Madrid (inimigo historico de Portugal)

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