Daily Archives: 2011/12/15

A EDP instalou um aerogerador marítimo Windfloat junto à Póvoa do Varzim

Windfloat (www.pcouncil.org)

Windfloat (www.pcouncil.org)

A EDP, juntamente com a InovCapital e a Principle Power colocou a primeira torre eólica em alto mar do planeta. O sistema instalado é conhecido como “Windfloat” e inclui um aerogerador de 2 megawatts. Instalado ao largo de Aguçadora, este primeiro Windfloat inaugura uma serie de estações marinhas de aerogeração que irão surgir nos próximos anos.

O Windfloat congrega o esforço de mais de 60 empresas e institutos europeus e foi concebido para dispensar a instalação e manutenção sem o recurso a qualquer equipamento pesado, uma vez que foi completamente montado em terra firme, na Lisnave e só depois rebocado para aguas abertas no Atlântico.

O sistema estará em testes nas próximas semanas os quais a serem bem sucedidos irão abrir um novo capitulo na exploração da grande Zona Económica portuguesa no oceano Atlântico, garantindo assim a sua ocupação efetiva e a rentabilidade de um recurso que ainda hoje persiste essencialmente ignorado, mas que assim poderá contribuir não somente para as reduções das emissões nacionais de CO2 mas também para a independência energética do país.

Fonte:
http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?contentID=ED38C3CA-62B7-4A08-BA46-7BC32BEA3CFA&channelID=00000021-0000-0000-0000-000000000021

Categories: Ecologia, Economia, Política Nacional, Portugal | 2 comentários

tQuids S1: Portugal: Os Números, Maria João Valente Rosa e Paulo Chitas

1. Esta frase “evolui-se de 3,2 filhos por mulher, em 1960, para 1,4 filhos por mulher em 2008” surge neste livro?
2. Quantos, em cada 3 jovens (entre os 18 e os 24 anos) não estão a estudar e deixaram assim por alcançar o ensino secundário em 2009?
3. Em 1990 havia 6 mil pensionistas com menos de 60 anos. Quantos havia em 2008?

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Sobre o movimento “Ocupem Wall Street” e outras manifestações de “Indignados”

“Ocupem Wall Street começou por ser desvalorizado pela imprensa norte-americana. Afinal, eram estudantes que se manifestavam no parque Zucotti; entretanto rebatizado Freedom Plaza, em Nova Iorque, reclamando o perdão de milhares de dólares de propinas. Mas, entretanto, o protesto alastrou e recebeu o apoio de pessoas expulsas de suas casas por não poderem pagar as hipotecas, de desempregados e sindicalistas. O que as une é o rancor contra o sistema financeiro, é o sentimento de que os bancos foram ajudados com o dinheiro dos contribuintes em 2008 para não terem que fechar as portas e agora não estão a fazer a parte que lhes é pedida, financiando a economia e as pequenas e médias empresas. “Sejamos honestos. As pessoas não acreditam que o sistema seja justo”, disse o vice-presidente dos EUA, Joe Binden. É esse sentimento de injustiça que cresce à medida que aumentam as dificuldades no dia a dia dos cidadãos comuns. Até agora, os protestos têm sido pacíficos. Mas se os políticos não tomam medidas para que os sacrifícios sejam bem repartidos por todos; então só se pode esperar que os protestos deem lugar à revolta. Lá como cá.”

Ricardo Costa
Expresso, 8 de outubro de 2011

Os sinais de que a saturação popular contra os rendimentos cada vez mais desproporcionados que os financeiros e banqueiros auferem por comparação com os rendimentos do trabalho e com a legião crescente de desempregados que se espalha cada vez mais depressa pelo Ocidente não param de se multiplicar.

A paciência dos cidadãos está a esgotar-se muito rapidamente e se não fosse a gigantesca e opressiva maquina de manipulação de mentes que são os Media hoje – controlados como estão pelos grandes grupos financeiros – teríamos já revoltas populares descontroladas tomando conta dos maiores países desenvolvidos do mundo. Mas a bovinização das populações tem limites. Estas vagas crescentes de austeridade, despedimentos e desemprego crónicos vão fazer crescer cada vez mais as massas de descontentes com pouco ou nada a perder. Cada novo desesperado que o sistema recruta é um novo potencial militante dos movimentos de indignados que se multiplicam mundo fora.

Esperemos que estes indignados façam valer a sua vontade, desejos e aspirações também nas urnas de voto e que contribuam igualmente para renovar por dentro (militando nos partidos existentes) ou por fora (criando novos partidos). Se se limitarem somente à Rua, arrriscam-se a serem inconsequentes e a desperdiçarem uma energia anímica que falta a esta entorpecida sociedade ocidental. E a darem pretexto para que os poderes económicos instituídos possam reprimir estas expressões sadias e plenas de cidadanias rotulando-as de extremistas” e “inconsequentes”.

Categories: Economia, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | 3 comentários

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