Daily Archives: 2011/11/29

Água líquida em… Plutão?

A sonda New Horizons continua a caminho de Plutão. Deverá lá chegar em 2015 (se tudo correr bem) altura em que poderá confirmar uma das teses mais intrigantes surgidas na planetologia nos últimos tempos e que advoga a existência de um oceano sob a superfície gelada do planeta (sim! Para mim Plutão será sempre um “planeta”!).

A New Horizons está equipada com instrumentos que poderão confirmar a pesquisa que aponta para a probabilidade da existência deste oceano e que revela o tipo de observações que a sonda tem que realizar por forma a confirmar a existência desse oceano.

Sabe-se a superfície de Plutão é composta por uma fina camada de gelo de nitrogénio que, por sua vez, cobre outra camada de gelo de água. Ora segundo os planetólogos Guillaume Robuchon e Francis Nimmo, da Universidade da Califórnia, sob esta camada de gelo de agua pode haver um oceano e a ser assim seria possível identificá-lo através de certos sinais que podem ser observados na superfície gelada do planeta.

A New Horizons foi lançada em 2006 mas só chegará a Plutão em abril de 2015. Contudo, devido à dificuldade de entrar em orbita a uma distancia tão grande, a sonda não terá muito tempo para realizar as suas observações, realizando apenas uma passagem rápida pelo planeta e seguindo depois para o Espaço Exterior. Isto significa que apenas um hemisfério será mapeado a uma resolução de 62 metros por pixel.

A tese da existência de um oceano subterrâneo depende de um elemento: calor. Pode parecer estranho haver calor a uma tão grande distancia do Sol, mas isótopos radioativos no núcleo planetário podem cumprir esse papel. Os modelos teóricos estimam que poderá existir um oceano com 165 km de profundidade, sob uma camada de gelo de uma espessura semelhante.

O que é mais espantoso nesta tese é que a existência de agua líquida e calor, tornam Plutão no mais improvável (julgava-se) cena para a presença de vida… E ainda querem despromover Plutão da categoria de “planeta”…

Fonte:
http://www.spacedaily.com/reports/Pluto_Hidden_Ocean_999.html

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Albrecht Ritschl: As Bancarrotas alemãs

Albrecht Ritschl (http://personal.lse.ac.uk)

Albrecht Ritschl (http://personal.lse.ac.uk)

A “senhora merkel” mais a sua pandilha de abjetos aduladores da Finlândia, Áustria e Holanda tem-se multiplicado em declarações onde critica o desequilibro das contas publicas dos Países do Sul.

O que merkel cala é que esta Alemanha que agora derrama arrogância e criticas implacáveis aos seus “parceiros” do sul é a mesma que entre 1924 e 1929 dependeu totalmente de empréstimos dos EUA para pagar as pesadas “reparações de guerra” impostas pelos Aliados depois da Primeira Grande Guerra. Quando em 1931 (depois do Crash de 1929) a Alemanha se revelou incapaz de pagar esses empréstimos, quem acabou por os perdoar foi o maior credor alemão: os EUA.

Mais tarde, depois da segunda grande “aventura imperial” alemã, foram novamente os EUA que ajudaram a Alemanha impedindo que os restantes aliados exigissem à Alemanha indemnizações compensatórias de toda a destruição material e humana deixada pelas tropas de Hitler. Um dos países mais destruídos e saqueados fora então – ironicamente – a Grécia…

Mais tarde, em 1953, seriam novamente os EUA a perdoar parte da dívida alemã, realizando assim a “bancarrota controlada” ou parcial que agora se aplica sobre a Grécia. Em 1990, a Alemanha tornaria a deixar descalços os seus credores… Kohl cancelou o acordo firmado após a Segunda Grande Guerra e que determinava que “quando a Alemanha se reunificasse seriam feitos os pagamentos das indemnizações de guerra aos países destruídos pela Werhmacht”. Nada disso aconteceu e estas indemnizações nunca foram pagas…

Esta é a Alemanha caloteira que por três vezes na História recente deixou a arder os seus credores. Que moral, que decência, que falta de vergonha, tem assim Merkel para que se julgue no direito moral de ditar conselhos de moral aos mesmos países que deixou de “mais a abanar” pelo menos três vezes na sua história recente? História é Memória e esta Alemanha pífia e medíocre parece ter perdido a noção de ambos os conceitos.

Fonte:
Entrevista de Albrecht Ritschl, professor de História Económica da “London School of Economics”

Categories: Economia, Política Internacional | 2 comentários

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