Daily Archives: 2011/11/27

A Força Aérea Indiana terá finalmente detalhado quantos Sukhoi T-50 vai adquirir

A Força Aérea Indiana terá finalmente detalhado quantos Sukhoi T-50 vai utilizar: 214, dos quais 166 monolugares e 48 bilugares. O facto de estarmos perante quase meia centena de aparelhos, indica que não serão meros aviões de treino, mas aviões de combate. Antes desde número de T-50, a Índia declarara estar interessada em adquirir 250 aviões. Os primeiros T-50 indianos deverão entrar ao serviço a partir do ano de 2017.

Fonte:
Défense & Securité Internationale, novembro de 2011

Anúncios
Categories: DefenseNewsPt | Deixe um comentário

Galiza e Lusofonia: a minha posição pessoal

Galiza (linguaeliberdade.com.br)

Galiza (linguaeliberdade.com.br)

Enquanto membro fundador do MIL: Movimento Internacional Lusófono e atual vice-presidente do MIL sempre considerei a chamada “questão da Galiza” uma das preocupações centrais do Movimento.

Mas o que é de facto a “questão da Galiza”? Porque acredito que ela deve ser central às acções, princípios e objetivos do MIL e porque se reveste ela de prioridade sobre outros problemas aparentemente mais cadentes e urgentes que envolvem os países da Lusofonia?

1. A Galiza é hoje uma região de Espanha que goza de relativa autonomia administrativa e política. Mas esta autonomia é pouco mais que formal, superficial e aparente se não for sustentada por uma identidade própria, por uma Pátria ou sentimento de comunhão e pertença a uma Res Publica. Sem Nação não pode haver a prazo, autonomia e a dissolução da Galiza numa “Grande Espanha”, máscara hipócrita do centralismo imperial de Castela-Madrid, torna-se certa. E não pode haver “Nação Galega” sem uma língua própria e diversa do todo espanhol. Para a Galiza e para os galegos a língua reveste-se assim de uma importância vital. E a língua galega é sob todos os aspetos (históricos, filológicos e paleolinguisticos), português. Português da Galiza, mas Português. Só isso bastaria para defender a causa galega e o projeto reintegracionista que pretende religar a “língua galega” com os ramos linguisticos comuns de além-Minho e aquém-Mar.

2. A CPLP é hoje a organização internacional que agrega todos os Estados de língua oficial portuguesa. O MIL elegeu também como seu desígnio o aprofundamento da CPLP, reforçando o seu âmbito e responsabilidades, transformando gradualmente a Comunidade num protótipo da União Lusófona que é o nosso maior objetivo. Mas a CPLP, estatutariamente, pode apenas agregar Estados, não Nações nem regiões, mesmo que de fala lusófona, desde que estejam integradas noutros Estados independentes. Não defendo, obviamente, nenhuma forma atualizada de imperialismo, nem mesmo linguístico, que pela via indireta da agregação de regiões como a Galiza, Goa ou Macau levasse à anexação destas a essa futura “União Lusófona”. Assim sendo, importa desde já reformar a CPLP por forma a permitir que dela façam parte além de Estados, também regiões de outros Estados de língua que não a portuguesa, permitindo aplacar eventuais receios de anexionismo ou separatismo por parte destes. Uma vez revistos os estatutos, a sua transposição para o momento em que a CPLP se transformasse numa União Lusófona seria uma forma de integrar de forma pacífica, mas sob um estatuto especial, essas nações não independentes.

3. Resta abordar o último aspeto desta questão, quiçá o mais importante: a independência da Galiza. Por aquilo que escrevi nos dois pontos anteriores resulta que considero que existem diversas formas de agregar a Galiza à CPLP e a uma futura “União Lusófona” sem obrigar a mesma a declarar previamente a sua independência. Obviamente, a reintegração da Galiza enquanto Estado plenamente livre e independente seria mais fácil do que na forma atual: uma região mais ou menos autónoma de Espanha. Mas essa é a vontade da maioria dos galegos? Os sucessivos sufrágios na Galiza nunca deram a vitória (quanto mais a maioria) aos partidos independentistas reunidos sob a bandeira do Bloco Nacionalista Galego, nem sequer somando a este os outros partidos galeguistas (contando-se aqui o novel Partido da Terra, abertamente reintegracionista). Não é fácil saber quantos galegos num referendo votariam a favor da independência num referendo sobre esta questão, mas sem dúvida que não chegariam sequer a metade de todos os eleitores. A causa da independência galega não é, de facto, popular nos dias de hoje… Décadas de repressão cultural e linguística cobraram o seu preço e o que a repressão não fez, conseguiram as vagas sucessivas de colonos castelhanos que arribaram à Galiza. Atualmente, por exemplo, entre os jovens urbanitas somente uma escassa maioria domina a língua galega, preferindo a língua castelhana. A situação atual é aparentemente irreversível. Mas não fatal. Alterações bruscas das condições atuais podem produzir alterações igualmente radicais nesta situação linguista e identitária. O colapso da Espanha centralista, seja pela via económica (bancarrota), seja pela via política (independência da Catalunha) pode introduzir nesta delicada equação as alterações necessárias a fazer sair a questão nacional galega para o primeiro plano da agenda política local e reforçar súbita e de forma decisiva o movimento independentista. Se tal suceder, Portugal e os demais povos lusófonos, têm a obrigação moral de acorrer aos galegos, oferecendo os seus melhores préstimos diplomáticos e de influência, sempre em consonância com a vontade expressa da maioria da população galega.

Categories: Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | Etiquetas: | 46 comentários

A China toma controlo de vários satélites dos EUA

Enquanto alguns teóricos ocidentais discutem se a próxima guerra será ou não um conflito entre a China e o Ocidente, a China toma já as suas primeiras medidas ofensivas precisamente nos terrenos de batalha principais onde se travarão as grandes guerras do futuro: o Espaço e a Ciberesfera.

A NASA revelou ter identificado “interferências” em vários satélites seus em pelo menos quatro ocasiões diferentes em 2007 e em 2008. A origem destas “interferências” esteve algures na China continental, entre as suas forças militares, segundo um relatório elaborado para o Congresso dos EUA.

Segundo a investigação hackers militares chineses teriam conseguido enviar comandos para um dos satélites em pelo menos duas ocasiões distintas. Todos os satélites pirateados tinham em comum o seu objetivo de observação da terra e do clima. Os chineses invadiram os chineses a partir de computadores da Estação de Rastreio de Svalbard, uma estação comercial na Noruega, que está ligada à Internet para receber dados e ficheiros, o que explica como é que os chineses conseguiram entrar.

No primeiro ataque, verificado em outubro de 2007, o Landsat-7 esteve sob ataque durante 12 minutos. Mais tarde, em julho de 2008 outro ataque que também durou 12 minutos. Em junho de 2008, o satélite Terra EOS AM-1, sofreu ataques durante alguns minutos sabendo-se que pelo menos nestes ataques a estes satélites os atacantes de Pequim conseguiram “acesso total ao satélite mas não lhe deram nenhum comando”. O mesmo se repetiria em outubro.

Estes ataques repetidos e bem sucedidos parecem ser apenas ensaios para uma ofensiva mais alargada e a ser lançada contra satélites mais sensíveis em momentos de conflito. O objetivo poderá ser virar as capacidades do satélite tomado contra o seu próprio proprietário ou dar-lhe comandos que o levem à sua destruição.

O relatório aponta também o dedo para a China no que respeita a vários ciber-ataques realizados contra empresas norte-americanas do setor da Defesa, grandes empresas e ONGs, todos oriundos da China.

A Terceira Grande Guerra mundial já começou e de um lado estão as democracias (limitadas ou não) do Ocidente. Do outro, está o regime ditatorial e colonial (Xinjiang e Tibete) de Pequim. A China tece atualmente uma rede mundial de guerra cibernética através da disseminação de vírus e malware em milhões de computadores, que depois torna em “escravos” dos seus hackers de uniforme nos ataques contra as estruturas do Ocidente. Ataques a centrais elétricas e nucleares, aeroportos e governos, fazem parte dos planos a lançar contra o Ocidente e urge tomar medidas protetivas adequadas e confrontar estes ataques sediciosos em tempo de paz com a visibilidade publica que merecem, apesar de todo o temor e dependência da “fábrica do mundo” que hoje se estabeleceu no Ocidente.

Fonte:
http://www.defencetalk.com/china-suspect-in-us-satellite-interference-report-37974/

Categories: China, Política Internacional, SpaceNewsPt | 5 comentários

Resposta a Pedro Álvaro sobre uma Confederação de Estados de Língua Oficial Portuguesa (C.E.L.P.)

“Em primeiro lugar é interessante verificar que desde o ano de 2008 até 2011 que se veem comentários acerca deste assunto, logo a primeira conclusão a chegar é que tem pernas para andar.”

– É verdade. A resiliência de alguns dos artigos do Quintus também me surpreende, por vezes. A este propósito, fica claro que esta noção, de união lusófona, confederação ou mesmo união política Brasil-Portugal não é tão absurda como alguns gostariam de crer. De facto, nada é impossível, assim o queiram os Homens. A União Europeia (por moribunda que esteja hoje) seria impensável, por exemplo, na década de 30, mas era uma realidade incontrolável apenas 20 anos depois. Se fizermos bem o nosso trabalho hoje, com persistência e empenho, quem sabe que a União Lusófona não será uma realidade daqui a vinte anos?

“Não é descabida aquela ideia do Financial Times para começar, mas claro foi dita por um americano e que está apartado das sensibilidades patrióticas nacionais.”

– o artigo do FT tem uma clara intenção de diminuir Portugal, um tema que é cada vez mais comum na imprensa britânica e nem sempre na tabloide… O sentimento anti-mediterrâneos é cada vez mais comum no norte da Europa e não visa exclusivamente os portugueses, mas atinge também espanhóis, italianos e gregos, com a multiplicação de ataques racistas na Alemanha, Irlanda do Norte, Escócia e Áustria, para falar apenas dos casos mais recentes… É a “Europa” que se desintegra sem que ninguém faca nada para o impedir.

“Penso que não se deveria abordar a questão por uma união lusófona, ou uma união Portugal-Brasil, dever-se-ia ser logo ambicioso e pensar em grande.”

– é tudo uma questão de probabilidade de sucesso… Conciliar os interesses conjuntos de sete países, dispersos por quatro continentes e três oceanos pode revelar-se uma tarefa hercúlea ou ate intransponível. Nos projetos de grande escala resulta sempre mais eficaz abordar o problema dividindo-o em pequenos segmentos, estabelecendo metas de curto prazo e muito objetivas, sempre com um grande e final objetivo em vista. Nesse sentido, há que começar pequeno, para acabar em grande. E no que respeita aos começos há varias alternativas: a união política entre países com graus de desenvolvimento económico e social mais semelhante, como Portugal e Cabo Verde, Cabo Verde e Brasil, Moçambique e Angola ou Timor com São Tome e Príncipe… Ou então começar a União, agregando por exemplo competências entre vários membros da CPLP, seja formando uma força militar multinacional, uma união alfandegaria, uma união monetária ou uma única diplomacia… Depois era uma questão de ir montando mais tijolos, acumulando sucesso após sucesso, de forma lenta, sistemática mas sempre segura.

“A questão deverá ser posta da seguinte forma e porque não fazê-la online, fazendo a seguinte questão:
“Querem os cidadãos de países de língua oficial portuguesa, estar unidos através de uma Confederação de Estados de Língua Oficial Portuguesa (C.E.L.P.)?””

– Lançar um questionário em todos os países de fala lusófona?… Isso pode ser feito, usando os meios e contactos do MIL (www.movimentolusofono.org) de que sou vice-presidente, claro. Vou lançar internamente essa proposta e veremos se colhe eco.

“Desta forma não estaríamos a polarizar a ideia e pelo contrário estaríamos a dar uma dimensão verdadeiramente universal.”

No Quintus, já lancei questionários semelhantes e o resultado foi sempre globalmente muito positivo, quer entre portugueses, quer entre brasileiros, o que me surpreendeu, tenho que admitir…

“A solução confederativa é a ideal porque os estados mantém a sua soberania.”

– foi também sempre esse o meu modelo favorito porque aquele que mais facilmente permitiria afastar os naturais receios de neoimperialismos de parte a parte. Mas acredito também que haveria que reconstruir a administração dos Estados, descentralizando-os e retirando poder aos Estados centrais, recuperando a noção de um país como uma “federação de municípios independentes” da Idade Media portuguesa e defendida por Agostinho da Silva, o grande mentor do MIL.

“A capital seria rotativa um pouco à semelhança do que acontece na CPLP.”

– esse o modelo europeu… Nem sempre de boa memória e mais custoso do ponto de vista de ter que implicar constantes deslocações de pessoal e equipamento… Preferia a construção de uma nova capital, num pais central e sem risco de aspirar a sede de nenhum novo “império”, por exemplo, Cabo Verde…

“Haveria livre circulação de pessoas e bens.”

– um dos mais antigos pontos de honra defendidos pelo MIL.

“Uma moeda única.”

– que poderia ser apenas virtual (como foi o “ecu” antes do Euro) e usável apenas nas transações comerciais entre países lusófonos.

“Um poder militar confederativo.”

– a alavancar a partir da frutuosa experiência dos “exercícios Felino” já realizados com grande sucesso no seio dos países membros da CPLP. E que seriam prefaciados pela “Força Lusófona de Manutenção de Paz” que é defendida na primeira petição online promovida pelo MIL.

“Uma política económica e externa confederativa.”

– um serviço diplomático comum, como o Europeu, mas substituindo as embaixadas e consulados atualmente existentes.

“Existe uma falsa ideia de que Portugal teria de sair da UE, nada mais errado pela simples razão de que quando a Alemanha e a França soubessem da ideia o melhor que lhes ocorreria seria o de não expulsar Portugal da UE pois, poderiam ter um problema maior com uma super-potência às portas de Badajoz.”

– o problema é que tal União Lusófona (ou CELP) colidiria com vários pontos de vários tratados europeus, que teriam que ser revistos por todos os signatário por forma a permitirem a conciliação com a pertença simultânea de Portugal a duas uniões políticas e económicas. Não é impossível, mas é muito difícil dado o conhecido imobilismo europeu…

“O que irá acontecer será o euro acabar, cada país regressar às suas moedas mas Portugal com este golpe de asa seria o único país europeu com uma moeda pan-europeia.”

– isso é hoje praticamente seguro: O Euro não vai resistir sequer à bancarrota de Espanha, quanto mais à de Itália, e nada hoje permite antever que os juros nestas duas grandes economias do Euro vai cair… E nenhum dos dois (ninguém, de resto) pode passar muitas semanas a pagar juros perto dos 7 por cento…

“A UE europeia prosseguirá mas noutros moldes e com novos centros de decisão e forças.”

– ou não… Ninguém sabe hoje para onde caminha a UE. A desintegração é tão possível, como a formação de uma nova UE dos ricos, a transformação da UE numa verdadeira federação ou… Outra hipótese que nem me atrevo a enunciar.

“O papel de Portugal na UE será de liderança óbvia porque só terá rival na Europa pela Federação Russa.
Lisboa retomará o seu papel como é natural.
A América Latina e África entrarão na Europa por vias de Portugal.”

– essa é também a minha Visão… Todos teríamos a ganhar com essa ligação. O Brasil abria as portas da maior economia mundial (a Europa) e a Europa, do maior produtor mundial de alimentos e de uma das nações mais dinâmicas do globo.

“Alguns estados hispânicos quererão entrar para essa Confederação, abandonando o idioma castelhano para adotar o português como primeira língua, vejo por exemplo o Uruguai.
O Brasil inserido nesta realidade retirará a liderança aos EUA.
Algumas regiões autónomas espanholas poderão equacionar entrar na confederação des ligando-se do estado espanhol, nomeadamente a Galiza e Extremadura.”

– esse era o sonho de Agostinho da Silva, que via a União Lusófona apenas como primeira fase de uma União Latina que englobasse depois todos os povos de fala castelhana e italiana… Seguindo todos o bom exemplo de uma união de tipo novo, paritária, unitária, exemplar, livre e ética demonstrada pela União Lusófona.

“A região de Macau mais tarde quando o processo já esteja em andamento poderá pressionar o governo chinês a ter uma autonomia mais eficaz.
As regiões indianas de Goa, Damão e Diu seguirão o exemplo de Macau.
Haverá grandes implicações de relações de forças no mundo e acredito que muitos países que tem como língua oficial o inglês se queiram mudar para a esfera lusófona.
Acredito que completaremos o que iniciámos no séc.XIV.
Talvez a ideia de Fernando Pessoa não esteja neste momento tão longe assim…”

– Portugal ainda não se cumpriu, dizia Pessoa… E tinha razão. Portugal sempre foi mais que um Estado ou uma Nação. Como dizia Agostinho foi sempre sobretudo uma “ideia a lançar no mundo”, uma Língua e não um Exercito ou uma Indústria (como a Alemanha ou a Inglaterra). Urge então reencontrar esse perdido desígnio nacional, de unir o que está separado, promovendo a ideia ainda desconhecida para muitos de uma União dos povos lusófonos, cumprindo Portugal, realizando o Mundo.

Esse é o principal objetivo do MIL, movimento ao qual o convido a aderir enviando uma mensagem de correio eletrónico para:
Adesao@movimentolusofono.org

Categories: Brasil, Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | 6 comentários

Create a free website or blog at WordPress.com.

Eleitores de Portugal (Associação Cívica)

Associação dedicada à divulgação e promoção da participação eleitoral e política dos cidadãos

Vizinhos em Lisboa

A Vizinhos em Lisboa tem em vista a representação e defesa dos interesses dos moradores residentes nas áreas, freguesias, bairros do concelho de Lisboa nas áreas de planeamento, urbanismo, valorização do património edificado, mobilidade, equipamentos, bem-estar, educação, defesa do património, ambiente e qualidade de vida.

Vizinhos do Areeiro

Núcleo do Areeiro da associação Vizinhos em Lisboa: Movimento de Vizinhos de causas locais e cidadania activa

Vizinhos do Bairro de São Miguel

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos

TRAVÃO ao Alojamento Local

O Alojamento Local, o Uniplaces e a Gentrificação de Lisboa e Porto estão a destruir as cidades

Não aos Serviços de Valor Acrescentado nas Facturas de Comunicações !

Movimento informal de cidadãos contra os abusos dos SVA em facturas de operadores de comunicações

Vizinhos de Alvalade

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos de Alvalade

anExplica

aprender e aprendendo

Subscrição Pública

Plataforma independente de participação cívica

Rede Vida

Just another WordPress.com weblog

Vizinhos do Areeiro

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos do Areeiro

MDP: Movimento pela Democratização dos Partidos Políticos

Movimento apartidário e transpartidário de reforma da democracia interna nos partidos políticos portugueses

Operadores Marítimo-Turísticos de Cascais

Actividade dos Operadores Marítimo Turísticos de Cascais

MaisLisboa

Núcleo MaisDemocracia.org na Área Metropolitana de Lisboa

THE UNIVERSAL LANGUAGE UNITES AND CREATES EQUALITY

A new world with universal laws to own and to govern all with a universal language, a common civilsation and e-democratic culture.

looking beyond borders

foreign policy and global economy

O Futuro é a Liberdade

Discussões sobre Software Livre e Sociedade