Daily Archives: 2011/11/23

A Mossad terá realizado um atentado num paiol iraniano de mísseis Shahab-3?

Raio de alcance do míssil iraniano Shahab-3 (www.ad-actu.fr)

Raio de alcance do míssil iraniano Shahab-3 (www.ad-actu.fr)

Quando recentemente uma grande explosão foi registada num paiol iraniano, imediatamente foi acionado um alerta de ataque aéreo porque se pensava ser o começo da vaga de bombardeamentos por parte de Israel que conta estar iminente.

Soube-se pouco depois que não, que não era o começo de nenhuma campanha aérea israelita contra o Irão. Mas agora, um artigo do jornal Times vem levantar a suspeita de que afinal a responsabilidade desse ataque pode mesmo ser atribuída a Israel…Segundo esse artigo, tratar-se-ia da obra de uma sabotagem realizada por agentes da Mossad e mais ataques semelhantes estariam a ser preparados…

De facto, no passado recente a Mossad já realizou um ataque semelhante provocando a morte a 17 guardas revolucionários iranianos, entre os quais o seu objetivo, o responsável máximo pelo programa de misseis da Republica Islâmica, o general Hasan Moghaddam.

Este alegada sabotagem ocorre no momento em que é divulgado um relatório da IAEA em que se apresentam provas de que o Irão está a trabalhar numa ogiva nuclear suficientemente pequena para poder ser transportada por um míssil Shahab-3 ou Shahab-4.

Esta sabotagem terá visado um silo de mísseis Shahab-3, quando o general Moghaddam estava presente. Os iranianos não assumem tratar-se de uma sabotagem, e provavelmente nunca o farão já que tal significaria que um dos – supostamente – mais seguros lugares do Irão era, afinal, permeável e se o era, também as instalações nucleares o podem ser…

Fonte:
http://www.guardian.co.uk/world/julian-borger-global-security-blog/2011/nov/14/iran-nuclear-weapons

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tQuids S1: Ó Alexandria (Alix), Jacques Martin

Ó Alexandria (Alix), Jacques Martin (http://images.portoeditora.pt)

Ó Alexandria

1. Qual era a faraó que escondeu de Tutmósis o tesouro oferecido por Punt?
2. Como se chama o salvador de Enak e Alix, o mesmo que usa o leopardo Jor para os levar para as montanhas?
3. Como se chama o antigo vizir preso no antigo santuário de Tebas?

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Agostinho da Silva: “O liberalismo de tipo parlamentar era em Portugal pouco menos que absurdo”

“O liberalismo de tipo parlamentar era em Portugal pouco menos que absurdo. Em primeiro lugar, os portugueses eram demasiado individualistas para que se pudessem acomodar a um sistema que só funciona bem com a condição de haver dois grandes partidos de massa e talvez um terceiro, sem real influência política, mas que possa de certo modo propugnar reformas de progresso: uma espécie de partido de verdadeiros aristocratas ou de verdadeiros intelectuais”

> Mas este é precisamente o tipo de Parlamentarismo que hoje encontramos em Portugal. Disfuncional, tornado em porta-voz e agente de interesses mais ou menos obscuros e dominado por uma Partidocracia regida por interesses particulares e mais ciosa dos privilégios dos seus membros e da sua prole do que com o interesse nacional. A curto prazo, acreditamos que urge renovar os Partidos, invadindo-os com novos militantes, renovando-os a partir do interior e expulsando as cleptocracias que há muito se apropriaram delas. A médio prazo, contudo, numa sociedade mais esclarecida, informada e civicamente mais ativa, há que reformar pela base o sistema político. A constituição de uma segunda câmara parlamentar (um “Senado”) onde tivessem assento personalidades de reconhecido valor social e inteletual, eleitos diretamente pelas populações, teria que estar em equação como forma de renovar o sistema de representatividade política, preparando o momento em que os cidadãos (pela via da educação pública e cidadã) poderiam dispensar a representatividade imperfeita através da câmara eleita através de listas partidárias.

“em segundo lugar, não têm os portugueses aquela mentalidade de clube que permite a discussão calma das teses, que permite saber ganhar e que acima de tudo garante os direitos das minorias; em terceiro lugar, ao passo que o parlamentarismo inglês teve sempre o conteúdo real do interesse da expansão industrial do país, o conteúdo real do parlamentarismo português, quanto a questões de economia, sempre foi menos do que nulo.”

> Se Agostinho tem razão, o temperamento português não permitiria o debate saudável, criativo e produtivo no Parlamento. Os debates parlamentares no nosso Parlamento raramente produzem desfechos imprevisíveis e por regra as boas iniciativas legislativas não são aprovadas não porque não tenham mérito ou valor, mas apenas porque a cor partidária dos seus subscritores não é a mesma que a da maioria parlamentar. Este tipo de atitude tendenciosa, acrítica e sectária é potenciada pelo sistema de representação exclusivamente partidária mas seria difícil de observar num Parlamento que fosse exclusivamente povoado por deputados eleitos individualmente, em listas nominais a nível de cada município. Este é o modelo da Descentralização Municipalista advogada pelo MIL: Movimento Internacional Lusófono e formalizada na Petição “Por uma democracia representativa” que reúne já o numero suficiente para ser levada à Assembleia da República.

Fonte:
Agostinho da Silva, Reflexão

Categories: Agostinho da Silva, Política Nacional, Portugal | 2 comentários

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