Daily Archives: 2011/11/21

Lançamento “Moçambicanidades disputadas”, de Eugénio Santana

Categories: Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono | Deixe um comentário

tQuids S1: Ir à Índia sem abandonar Portugal / Considerações / Outros Textos; Agostinho da Silva

Agostinho da Silva (http://www.cm-sintra.pt)

Agostinho da Silva (http://www.cm-sintra.pt)

1. “Porque X é que me educou, não me deu instrução, aliás, nem a instrução educa ninguém, só prepara para uma profissão, às vezes um sujeito até escapa com educação, apesar da instrução, não é?”
Onde (local X) recebeu Agostinho a “educação básica”?

2. “tem de ser independente da Península e uma pedra no seu mosaico. Como tem de ser a Catalunha, como tem de ser o Algarve, como têm de ser os Açores ou as Canárias, exactamente isso.”
A que nação peninsular se refere Agostinho?

3. “Portugal como uma rede municípios republicanos e democráticos, cada um com sua constituição adequada às características locais, confiando-se a representação ou convivência de todos eles a delegados que se reuniam em Cortes, sem prazo fixo, e aí discutiam dos problemas particulares ou comuns do Reino”
Quem coordenava esta rede municípios republicanos e democráticos, nesta visão de Agostinho?

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A Rússia anunciou que iria modernizar 3 submarinos nucleares da classe Typhoon

Submarino Typhoon (www.areamilitar.net)

Submarino Typhoon (www.areamilitar.net)

A Rússia anunciou que iria modernizar 3 submarinos nucleares da classe Typhoon: o Dmitriy Donskoi, o Severstal e o Arkhangelsk. Os submarinos deverão manter-se ao serviço até 2014.

Soube-se entretanto a causa do acidente com o Arkhangelsk em 27 de setembro de 1991: aparentemente, num disparo de teste com um míssil nuclear SS-N-20 o engenho terá explodido na fase de pré-lançamento. O navio teve que ser levado de urgência para a superfície por forma a apagar os vários incêndios que a detonação do combustível solido do míssil tinha provocado.

Fonte:
Défense & Sécurité Internationale, novembro de 2011

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O Orçamento de Estado para 2012 é um autêntico assalto organizado às famílias e, sobretudo, às famílias de classe média

O Orçamento de Estado para 2012 é um autêntico assalto organizado às famílias e, sobretudo, às famílias de classe média. O OE2012 vai contribuir para o clima de depressão que já se tinha instalado na sociedade portuguesa e ter um pesado impacto nos níveis de consumo e retrair a economia a um valor que muito provavelmente será ainda mais baixo que os 3%.

Portugal é já atualmente – juntamente com a Bulgária e da Lituânia – um dos três países mais desiguais da Europa. Este “assalto fiscal” aos rendimentos sobre o Trabalho, enquanto se mantêm praticamente incólumes os impostos sobre o Capital, vai aumentar ainda mais esta desigualdade. Muitas opções se poderiam ter seguido para repartir também pelos mais ricos o sacrifício: poder-se-ia ter aumentado o IVA sobre os carros de luxo, imóveis de alto preço ou outros bens de luxo.

Este OE2012 vai fazer disparar o crédito malparado (tradicionalmente baixo em Portugal) e erodir violentamente os rendimentos disponíveis à esmagadora maioria das famílias portuguesas.

Ao contrário de todo o discurso eleitoral, o primeiro OE anual de um Governo de Passos Coelho, não apresenta nenhuma redução seria da estrutura de despesa do Estado. Reduzir a massa salarial no Estado, como se fará em 2012, não é mais do que mais um imposto que o Governo lança sobre o país, a que se juntam todos os outros e que vai criar condições para uma recessão que não se resolvera num ou dois anos e de cuja intensidade e duração muito dependerá a capacidade das exportações de resistirem à recessão que se antevê hoje nos nossos mercados na Europa.

Fonte:
www.publico.pt

Categories: Economia, Política Internacional, Política Nacional | 21 comentários

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