Afinal, a venda de 60 Dassault Rafale para os Emiratos Árabes Unidos não está tão segura como isso…

Até ao momento – e com o adiamento do F-X2 brasileiro – a encomenda externa do Rafale mais provável era a dos Emiratos Árabes Unidos. Os franceses tinham como certa – até às umas semanas atrás – a venda de 60 Rafale. Mas em 16 de novembro soube-se que os Emiratos pensavam que o preço proposto pela Dassault “pouco competitivo e impossível de corrigir”.

Os termos financeiros do acordo estão a ser debatidos desde 2008, mas tornou-se claro que os árabes estavam a perder a paciência quando pediram ao eterno rival do Rafale, o Eurofighter Typhoon, uma proposta concorrente.

Será que apesar de toda a influencia política e diplomática jogada dos EAU pela França a Dassault vai acabar por perder a sua primeira exportação do Rafale? Pelas palavras do príncipe regente, não: “A Dassault parece incapaz de perceber que toda a pressão política e diplomática do mundo não pode vencer termos comerciais pouco competitivos e impossíveis de trabalhar”. Outras fontes locais referiram que a Dassault estava a tratar de toda esta questão com “arrogância”… se depois disto, a França não perder esta primeira exportação do Rafale, então é porque os porcos voam e as galinhas têm dentes.

Fonte:
http://www.aviationweek.com/aw/generic/story_channel.jsp?channel=defense&id=news/awx/2011/11/16/awx_11_16_2011_p0-395135.xml

Categories: DefenseNewsPt, Política Internacional | Etiquetas: | Deixe um comentário

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