Daily Archives: 2011/11/12

A Royal Navy não tem navios em prevenção nas suas próprias águas

http://rafameltonmowbray.co.uk

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O declínio da outrora garbosa Royal Navy é notório. Os planos de defesa naval britânicos contemplam a existência de uma fragata ou destroyer em “Fleet Ready Escort” (FRE), ou seja, em prontidão total para zarpar a qualquer momento. Contudo, os recentes cortes orçamentais e a despesa imprevista colocada pelo conflito na Líbia fizeram com que não houvesse nenhum navio em FRE no Reino Unido, desde o começo de outubro.

A situação resulta em grande medida do envio para as costas da Líbia de 9 navios de guerra. Esta operação e os pesados cortes no orçamento de Defesa do Reino Unido fizeram com que não restasse um único navio para defender as costas do país. A situação expõe uma verdade a que os governantes britânicos ainda não quiseram compreender: o Reino Unido já não tem a capacidade para se empenhar numa missão internacional de elevada intensidade sem comprometer a defesa das suas próprias costas. Ou o Reino Unido deixa de agir como uma superpotencia mundial ou aumenta o orçamento de Defesa e constrói mais fragatas e destroyers.

Fonte:
http://www.telegraph.co.uk/news/uknews/defence/8862215/No-warships-left-defending-Britain-after-Defence-cutbacks.html

Categories: DefenseNewsPt, Política Internacional | Etiquetas: | 7 comentários

António Barreto: “É possível que Portugal, daqui a 30, 50, 100 anos, não seja um país independente como é hoje”

António Barreto (aeiou.expresso.pt)

António Barreto (aeiou.expresso.pt)

António Barreto numa entrevista à Lusa afirmou que “É possível que Portugal, daqui a 30, 50, 100 anos, não seja um país independente como é hoje“. Para o investigador daqui a algumas décadas, Portugal fará parte de “uma outra Europa”, com uma organização política muito diferente da de hoje.

A desaparição de Portugal será consequência da “crise que estamos a viver há alguns anos e com as enormes dificuldades que vamos ter para resolver e para ultrapassar“, isto embora admita que os dados atualmente conhecidos possam ainda ser alterados e que “Portugal reassuma um papel de estado independente”.

Álvaro Barreto culpa os últimos governos pela situação de iminente perda de soberania porque “se escondeu informação e se enganou a opinião pública. A acreditar nos dirigentes nacionais, vivíamos, há quatro ou cinco anos, um confortável desafogo” e os desnortes das últimas décadas fizeram com que o país passa-se de  “fazer planos de grande dimensão e enorme ambição“, passou-se, “em pouco tempo, num punhado de anos”, a uma “situação de iminente falência e de quase bancarrota imediata“.

Infelizmente, Barreto tem razão. A situação atual, de indecisão europeia e de incapacidade para resolver de forma decisiva e cabal a crise das Dívidas Soberanas vai levar a Europa tal como a conhecemos ao fim. Ainda que a presente indecisão crónica (?) da Europa não o pareça fazer crer é possível que a União Europeia evolua na senda federalista desejada pelos mais ferrenhos europeístas (como Soares). A seguir por aí a presente fraqueza política da Comissão Europeia e do Parlamento Europeu e aparente regência do bi-unvirato França/Alemanha só indicam que essa “nova Europa” será um império franco-germano em que todas periferias de norte, leste e sul serão pouco mais que protetorados. Se essa é a “outra europa” de Barreto não só não a quero, como não creio que a maioria dos europeus a queiram, com excepção dos franco-germânicos, claro.

A alternativa ao federalismo (por improvável que este pareça hoje) é a fissão. Uma “outra Europa” que assumiu o falhanço só modelo de unificação europeia, em que ou a União Europeia se transforma numa formalidade ou numa aparência, esvaziada de conteúdos e competências, ou pura e simplesmente se dissolve e onde cada país regressa à sua condição anterior à integração europeia: de plena e total independência. Este é hoje, sem dúvida, o caminho mais fácil e direto, em função da condição atual do continente. O regresso à independência plena não se fará sem dor, tal é o nível atual de integração económica, social e política. Mas parece inevitável. E urge começarmos a preparar esse cenário.

Fonte:
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=510859

Categories: Política Internacional, Política Nacional, Portugal, união europeia | 4 comentários

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