Daily Archives: 2011/11/01

Hackers chineses invadem computadores do Parlamento Nipónico

Os computadores da Câmara Baixa do Parlamento japonês foram atacados por hackers chineses. O ataque terá durado pelo menos um mês e informação sensível terá chegado a Pequim: passwords e ficheiros confidenciais estavam na mira dos hackers. Depois do ataque ser conhecido, o pessoal do parlamento e os deputados foram instados a mudarem os seus cartões de segurança e palavras-chave, como medida de contenção a mais este ataque cibernético chinês.

O ataque terá sido realizado através da instalação de um “cavalo de tróia” num servidor e em vários computadores de deputados nipónicos que depois enviava dados (como passwords) para um servidor instalado na China. O “cavalo de tróia” ter-se-á introduzido na rede do parlamento através da abertura de um anexo de mail por um deputado.

Este ataque sucede a uma vaga recente, em que os alvos foram o fabricante de aviões militares e centrais nucleares Mitsubishi Heavy e que terá resultado no furto de planos de aviões militares e de desenhos de reatores nucleares de última geração.

A China parece empenhada numa cada vez mais intensa guerra cibernética contra todo o tipo de alvos ocidentais e nipónicos: Governos, empresas de distribuição e produção de energia elétrica, ONGs, empresas do ramo de defesa, satélites, etc. Todos têm reportado um numero crescente de ataque vindos da China. O objetivo parece claro: testar a força das defesas informáticas e recolher informação tecnológica que permita a Pequim ultrapassar o atraso tecnológico que ainda a separa do resto do mundo desenvolvido.

Fonte:
http://www.defencetalk.com/japan-parliament-hit-by-china-based-cyberattack-37909/#ixzz1brxX6xQ5

Categories: China, Ciência e Tecnologia, Política Internacional | Etiquetas: | 3 comentários

Agostinho da Silva: “A primeira condição para libertar os outros é libertar-se a si próprio”

Agostinho da Silva (http://ebicuba.drealentejo.pt)

Agostinho da Silva (http://ebicuba.drealentejo.pt)

“A primeira condição para libertar os outros é libertar-se a si próprio”
“É ilusória toda a reforma do colectivo que não se apoie numa renovação individual”
“Só existe governo exterior a nós por preguiça de nos governarmos a nós mesmos”
Agostinho da Silva em “In Memoriam de Agostinho da Silva” (vários autores)

Para que a sociedade civil portuguesa desperte deste torpor pré-morte há que realizar o único tipo de revolução que produz efeitos perenes e definitivos: a revolução interior. Para tal, o individuo deve ter municiado das ferramentas intelectuais e do conhecimento empírico e teórico bastante para poder observar e julgar de forma crítica e informada a realidade que lhe é apresentada.

Em vez de um sistema de ensino baseado na “autoridade” do professor e na superioridade da cátedra, o ensino deve pugnar pelo estímulo da curiosidade natural da criança, ser intensamente experimental e prático e incluir educação cívica e comunitária. A escola deve preocupar-se sobretudo em formar cidadãos – críticos e atuantes – e não amebas dóceis e bovinizadas.

Agostinho da Silva entende por “libertar-se a sua próprio” precisamente este “grito do Ipiranga” que cada um de nós deve ser capaz de dar no seu Eu íntimo por forma a quebrar as grilhetas do “pensamento feito”, das “auctoritates” e do saber livresco e estático. Saibamos tornar nosso ser num eterno questionador por forma a que possamos no seio da nossa comunidade cumprir o nosso papel de cidadãos ativos e participantes.

Quanto mais intensa for a nossa participação na comunidade onde estamos inseridos, mas exigente, bem gerida e ativa será esta, porque – ao que se sabe – as amebas não fazem boas cidades e o Homem – animal social por excelência – realizasse de forma mais completa na sua comunidade, fora e para além de si, tornando o altruísmo e a dedicação ao Outro num dos seus principais desígnios de vida.

Categories: Agostinho da Silva, Economia, Educação, Movimento Internacional Lusófono, Política Nacional, Portugal | 4 comentários

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