Dilma verifica os progressos do míssil conjunto África do Sul/Brasil A-Darter

Dilma Rousseff visitou a fabricante sul-africana de armamento Denel para avaliar o andamento no programa conjunto de desenvolvimento de um míssil anti-aéreo. Trata-se do A-Darter, um míssil Ar-Ar de 5a geração e que na África do Sul vai armar os aviões Hawk e Gripen.

Já foram realizados diversos testes em protótipos do A-Darter e o sistema de guia por infravermelhos foi testado no começo de 2011. Se não surgirem atrasos imprevistos, as primeiras entregas às forças aéreas brasileira e sul-africana deverão ter lugar ainda no inicio de 2013. Se tudo correr como planeado, o Brasil terá assim um dos mísseis mais sofisticados da sua classe no seu inventário, com a vantagem adicional de ser capaz de o desenvolver e construir, em parceria com a Denel, formando assim também uma aliança estratégica muito importante e que há que solidificar.

Fonte:
http://www.defpro.com/news/details/28904/

Categories: Brasil, DefenseNewsPt | 25 comentários

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25 thoughts on “Dilma verifica os progressos do míssil conjunto África do Sul/Brasil A-Darter

  1. Odin

    Very Good! Já vi que o Brasil vai acabar e se aliando aos BRICS mesmo. Principalmente com a África do Sul e a Índia.
    http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=76110

  2. espero que esse projeto seja concluido de forma concreta e celere o A-Darter é um importante componente para a defesa nascional

    • Sera certamente. Mas gostaria de ver mais paises lusofonos no projeto. Como Portugal e Angola, que seriam clientes potenciais para este tipo de armamento.

      • Odin

        Por que você não propõe aos governos de Portugal e Angola pra participarem? Eu duvido que os governos do Brasil e da África do Sul que é uma nação “amiga” de Portugal de longa data, vão recusar.

      • Portugal pertence à NATO e está integrado na Europa e é um fiel cliente de armamento norte-americano, logo a adesão a projectos fora desta esfera seria desastroso políticamente.
        quanto muito devia integrar os consórcios da MBDA, mas os nossos F-16 não permitem a utilização de outros mísseis, logo a integração neste projecto seria um devaneio inútil.

        estou a imaginar a Dilma a inspeccionar o míssil, deve perceber muito do assunto… 😀
        será que o J.Zuma também deu palpites???

        P.S. – Angola e a África do Sul são rivais e potenciais contendores, fará nexo os sul-africanos integrarem Angola neste projecto??? mais um delírio lusofonista militante… 😈

        • Fiel? Nao necessariamente… Na marinha a tradicao ‘e ate francesa e alema. No exercito, agora temos material alemao e austriaco, na forca aerea, de facto, predomina o material made in usa…
          Dilma foi dar o apoio (decisivo) politico ao projeto. Dez o que devia fazer, num projeto estrategico para o Brasil.
          No que concerne ‘a colaboracao lusofona na area de defesa, as potencialidas sao tremendas: desde uma central de compras comum que multiplique o poder negocinal, a manutencao conjunta, o treinamento (por exemplo, so um dos 3 paises teria avioes de treino, so um teria oficinas de reparacao, etc)

        • CP, o A-Darter é da Marinha??? 👿
          não inventes…

          a Dilma foi dar apoio político ao míssil??? e eu a pensar que tinha ido lá dar umas dicas…
          😀

          sim, essas vantagens são muito boas desde que o Brasil compre e possua armamento padrão-NATO, que é o nosso e o melhor do planeta. o resto não interessa.

          o A-Darter é melhor ou equivalente ao Sparrow ou ao Meteor??? isso é que interessa, os nossos homens devem ter sempre o melhor. se for então concordo.

          • Fred

            Grande Corujão, o A Darter será para a Força aérea e para a Marinha do Brasil.

            Otus, mas é essa a diferença, o Brasil não quer comprar armamento algum, quer fabricar e vender. Se são melhores que os utilizados pela OTAN? alguns são, outros não, mas sempre com precinhos camaradas. 🙂 😉

            • olá Fred 🙂

              o A-Darter é para a Aviação Naval brasileira, como Portugal neste momento só tem helicópeteros não precisa do “dito cujo”.
              mas a conversa com o CP tinha a ver com os fornecedores tradicionais de equipamentos, ele misturou a Marinha e a Força Aérea, cujos fornecedores são tradiconalmente os americanos.

              já aqui disse mais de uma vez que tenho um familiar na Força Aérea e ele sempre me disse que o material americano em termos gerais é o melhor. ele lá saberá…

          • Nao precisamos (nos e o Brasil) de ter o melhor missil do mundo, mas precisamos de ter o know-how, a tecnologia, a capacidade de a fabricar e sobretudo a geracao de emprego e de exportacoes que daqui resulta.
            Por isso ‘e que Portugal devia estar tambem neste projeto: por mero interesse estrategico.

            • Odin

              Exatamente, Clavis! O Brasil precisa é ter o know-how, a tecnologia, a capacidade de fabricar, mesmo que não seja o melhor do mundo, mas desde que seja bom. Portugal é um país num contexto diferente, está aliado a países poderosos a muito tempo. Mas um país do tipo do Brasil tem que deter tecnologia nacional avançada, mesmo que não seja a melhor do mundo.

              • Chama-se a isso construir alicerces, sobre os quais, depois, se pode construir um edificio…
                Portugal nao tem a estrutura de Defesa para ser autonomo neste dominio muiro especializado (nem o mercado) mas pode participar como cliente privilegiado e na pesquisa e desenvolvimento, especialmente na area do software, onde esta na linha da frente, a nivel mundial.

            • claro que nós precisamos de ter o melhor armamento – SEMPRE!!!
              em primeiro lugar porque a rapaziada que combate deve possuir o melhor para aumentar as chances de sobrevivência e em segundo lugar, neste lado do Mundo os rivais são os mais poderosos e bem armados.
              o pouco que Portugal tem deve ser sempre o melhor, se queres ter know-how, capacidade de fabricar, interesse estratégico então integramo-nos nos projectos europeus MBDA.
              a indústria de armamento NUNCA EM TEMPO ALGUM na História da Humanidade serviu para desalavancagem económica, que comentário tão demagógico…

              • Achas?… Permito-me discordar… O programa espacial, a aeronautica, a informatica teriam progredido sem os trilioes investidos nestas areas na Defesa?
                Quanto a Portugal sempre defendi um exercito pequeno, profissional, mas completado com milicias (no modelo suico) e armado primariamente com equipamentos fabricados total ou parcialmente em Portugal.

              • CP
                1º parágrafo:
                sim, teriam progedido sempre, com menos mortes, dor e menos custos monetários, mas certamente mais lentamente, as guerras aceleram muito a pesquisa.

                2º parágrafo:
                é uma boa ideia, mas sem grande efectividade. ou se querem forças bem preparadas – incompatível com as milícias – ou queremos um exército de carne para canhão.
                numa invasão a História tem-nos mostrado que quando os povos estão empenhados o treino militar para guerrilha é uma coisa que as populações aprendem rapidamente.
                sugiro uma espécie de cerviço cívico que englobe bombeiros, hospitais e misericórdias, serviços florestais e da natureza, para TODOS os cidadãos, darem um pouquinho de si ao país.
                a mim e a milhares de rapazes obrigaram-me a ir para a tropa enquanto que as minhas colegas de escola puderam prosseguir livremente os seus estudos sem problemas. foi mau.

                • A ideia nao ‘e nova, basicamente ‘e o modelo aplicado na Suica e que resolve o dilema de saber como se constroi um exercito credivel e operativo com poucos recursos e contemplando o plano estrategico de defesa do pais em caso de invasao terrestre: resistencia minima nas fronteiras, recuo ate Lisboa, defesa aqui e guerrilha em todo o pais, nas linhas de abastecimento do inimigo. O modelo de um exercito pequeno, movel e profissional complementado por milicias geograficamente distribuidas ‘e conforme a este modelo.

            • Odin

              sob o ponto de visto do Brasil faz muito sentido o que dizes, um país desse tamanho pode dar-se ao luxo de fazer essas extravagâncias (mas sabes o que penso em dinheiro derretido em armas).
              nem os próprios europeus tem a ousadia de fazer projectos individuais (o Rafale e o Gripen devem ter sido os últimos) agora é tudo em consórcio.
              nem o próprio Brasil tem projectos próprios, vai-se aliando para conseguir os seus intentos.

              mas eu não sei se o A-Darter é bom ou não, provavelmente é e pode inclusive ser o melhor. se assim for é um caso a ponderar a sério.

  3. Fred

    Quod Erat Demonstrandum 😉

  4. Odin

    A nível de planeta, eu acho ridículo deixar de gastar dinheiro combatendo a fome, principalmente na África, no Haiti, onde reina a miséria absoluta, e também combatendo as doênças, principalmente aquelas que ainda não têm cura. Mas já que os EUA se recusam a abandonar os investimentos como o projeto Haarp, escudo anti-mísseis, entre outros investimentos visando a guerra e a opressão aos outros povos, os franceses ficavam fazendo testes nucleares na Polinésia, já que os governos da Terra são “sem noção”, então o Brasil infelizmente vai ter que investir em armas e dominar a tecnologia bélica, mesmo tendo miséria em seu território.

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