Daily Archives: 2011/09/21

Geoglifos no Médio Oriente re-descobertos com o… Google Earth

Geoglifos no Médio Oriente (http://i.livescience.com)

Geoglifos no Médio Oriente (http://i.livescience.com)

Foram descobertos em três países do Médio Oriente (Jordânia, Síria e Arábia Saudita) uma série de geoglifos que alguns (indevidamente) comparam aos conhecidos geoglifos de Nazca.

Este geoglifos – muito semelhantes entre si nos três países – foram descobertos em fotografias aéreas e confirmados por observações satélite. Visualmente, assemelham-se a “rodas dentadas”, ocorrem com relativa frequência nestes países num número que se estima ser de alguns milhares e terão mais de dois mil anos de antiguidade.

Ao longo do tempo, muitos terão sido aqueles que caminharam sobre estas estruturas sem se aperceberem do que se tratava, já que estas só podem ser percepcionadas a partir do ar.

As tribos beduínas que vivem nestas regiões dizem que se trata do produto do trabalho dos “homens antigos” e são encontrados em zonas onde abunda a rocha vulcânica. As formas parecem assemelhar-se com alguns animais, formas geográficas, linhas mais ou menos aleatórias ou “rodas dentadas” (a forma mais comum). Não há indícios de que estejam alinhados astronomicamente.

Estes geoglifos foram descobertos pela primeira vez em 1927 por um piloto da RAF, mas foi recentemente através do Google Earth que a sua existência foi confirmada e estudada pela ciência.

Fonte:
http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-2037850/Thousands-strange-Nazca-Lines-discovered-Middle-East.html#ixzz1Y5w0pDg5

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Vítor Bento: “Este saque sobre o futuro é, em boa parte, uma consequência do desequilíbrio que a evolução demográfica no mundo ocidental, não compensada comportalmente, tem imposto ao contrato intergeracional”

“Estabeleceu-se, em muitas sociedades, um modo de vida coletivo assente num nível de bem-estar superior aos recursos contemporâneos disponíveis e que foi temporariamente sustentado, através da alavancagem financeira, pela hipótese do bem-estar futuro. E foi precisamente o esgotamento dessa capacidade de alavancagem, do presente no futuro, que se desmoronou na crise.”

> O ermamento produtivo – sobretudo de raiz industrial – que se verificou na Europa e nos Estados Unidos esteve na base de um empobrecimento crescente do Ocidente que apenas a existência de largas quantidades de liquidez disponibilizadas a baixas taxas de juro. A evaporação do tecido produtivo desde 1990 foi mascarada por torrentes de crédito barato fornecida a uma horda crescente de escritórios e empregados do serviços para comprarem bens manufaturados em fábricas deslocalizadas na China.

“Este saque sobre o futuro é, em boa parte, uma consequência do desequilíbrio que a evolução demográfica no mundo ocidental, não compensada comportalmente, tem imposto ao contrato intergeracional. De facto, ao não ter em conta aquela evolução, as escolhas das atuais gerações, entre tempo de trabalho e de lazer, entre poupança necessária e poupança realizada, enfim, entre os seus contributos para o consumo e a produção ao longo da vida, tem representado um saque, injusto e insustentável, sobre as gerações futuras.”

> O endividamento do Ocidente – intensificado com a Globalização neoliberal – terá o seu maior impacto não na nossa geração, mas na dos nossos filhos, já que boa parte desses empréstimos vencem a mais de dez anos. De facto, estamos a pagar os consumos de hoje com o dinheiro que os nossos filhos ainda não sabem se irão ganhar. Isso não pode ser justo. Para obstar a essa flagrante injustiça, restam-nos duas opções: ou por algum milagre improvável conseguimos na próxima década um crescimento do PIB acima dos 5% por ano e assim conseguimos começar a amortizar a dívida externa ou… declaramos a Bancarrota, assumimos na nossa geração (a que se endividou) as consequências dessa decisão e limpamos o futuro dos nossos filhos.

Eticamente, a escolha parece-me simples.

Fonte:
Economia, Moral e Política
Vítor Bento

Categories: Economia, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | 9 comentários

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