Daily Archives: 2011/09/16

A Reaction Engines britânica prossegue com o desenvolvimento do seu avião espacial, o Skylon

Avião Espacial Skylon (http://www.reactionengines.co.uk)

Avião Espacial Skylon (http://www.reactionengines.co.uk)

Um dos projetos aeroespaciais mais fascinantes da atualidade prossegue a bom ritmo. Trata-se do avião espacial Skylon cujo radical motor Sabre está agora a ser desenvolvido através de uma demonstração prática da sua tecnologia de “troca de calor” que terá um papel central no motor híbrido alimentado a ar e oxigénio líquido.

Estes testes estão a ser realizados pela empresa construtora do Skylon, a Reaction Engines, de Oxford e serão cruciais para provar a capacidade da empresa britânica para construir o motor “Sabre” do Skylon.

O Skylon deverá ser capaz de descolar e aterrar em pistas convencionais, voar sem piloto e levar cargas úteis de até 12 toneladas até órbita baixa, ou 6 toneladas a órbitas geoestacionárias, tudo isto a um custo de um décimo de um foguetão convencional.

A empresa tenciona construir um motor Sabre de demonstração entre 2012 e 2014 por 325 milhões de dólares. A partir de 2014, a Reaction Engines vai investir dez mil milhões de dólares no desenvolvimento do avião espacial, preparando a sua entrada em serviço em 2020. A estrutura do avião com 87 metros de comprimento e uma envergadura de asas de 25 metros, será construída e desenvolvida por um parceiro.

Fonte:
http://www.flightglobal.com/articles/2011/09/01/361501/spaceplane-engine-tests-under-way.html

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Luciano Amaral: “Uma economia dotada de uma estrutura empresarial sólida e capitalizada pode conviver bem com um sistema judicial ou administrativo menos eficiente. É o caso de Itália”

http://www.jornaldenegocios.pt

jornaldenegocios.pt

“Uma economia dotada de uma estrutura empresarial sólida e capitalizada pode conviver bem com um sistema judicial ou administrativo menos eficiente. É o caso de Itália. O que já não pode fazer é crescer sem dispor de uma elevada disponibilidade de capital pela mão-de-obra existente. Em termos económicos, a produtividade associa-se de forma muito clara a essa disponibilidade. Por capital, entenda-se aqui as máquinas e outros instrumentos de trabalho.”

Economia Portuguesa, As últimas décadas
Luciano Amaral

Embora se fale muito da falta de produtividade do trabalhador português, pelo menos intra-muros, para explicar o crónico atraso da economia nacional, a verdade é que o fator dominante tem sido a baixa intensidade de Capital. Portugal teve no passado, na Idade Moderna, capitalistas… os judeus que o ultracatolicismo expulsou e massacrou, espalhando pelo mundo e malbaratando assim estupidamente todo o seu Capital. As feridas destes êxodos ainda hoje perduram e explicam boa parte da abundância de Capital da City londrina e da Holanda protestante…

O 25 de abril fez também a sua mossa… O fim do regime de Salazar, que sobre-protegera uma certa aristocracia financeira que lhe era favorável, levou a uma série de excessos que fez sair muitos dos mais ricos do país, e com eles, saiu o seu Capital. Este Capital regressou parcialmente na década de 80 e 90, com a integração europeia, as privatizações e o Euro, mas quando os primeiros governos Sócrates começaram a “resolver” os défices orçamentais pela via fiscal abriu-se a porta para novas torrentes de fuga de Capital que hoje, com o imenso apetite fiscal do governo Passos-Portas, este fenómeno irá certamente acentuar-se ainda mais…

Na verdade, é difícil a um país da escala de Portugal resistir aos países do norte que fazem dumping fiscal de forma impune e perante o silêncio cúmplice da União Europeia. Mas não é impossível pressionar os outros membros, usar todos os fóruns públicos para divulgar essa mensagem e usar o “eixo lusófono” para divulgar em todos os continentes essa mensagem reformistas. É difícil, mas possível. Assim haja vontade. Mas não tem havido…

Categories: Economia, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | 9 comentários

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