Daily Archives: 2011/09/15

O Mistério Canadiano dos Sapatos de Ténis com pés humanos

Quatro dos últimos sapatos de ténis (http://www.thedailybeast.com)

Quatro dos últimos sapatos de ténis (http://www.thedailybeast.com)

Não é muito falado em Portugal mas, atualmente no Canadá, decorre um dos maiores mistérios da atualidade: por onze vezes nos últimos quatro anos, sapatos de ténis com pés humanos deram à costa na costa canadiana do Pacífico Norte.

O último foi encontrado na última semana de agosto perto de uma marina em False Creek (Columbia Britânica). O evento foi relatado pelo chefe da polícia de Vancouver Stephen Fonseca (de ascendência portuguesa). O ADN será comparado com as outras amostras já recolhidas nos últimos anos e cruzado com o ADN de pessoas desaparecidas no Canadá.

O primeiro sapato de ténis contendo um pé humano deu à costa canadiana em 2007, também na Columbia Britânica e depois de algum mistério foi identificado como pertencendo à um homem desaparecido que a família preferiu manter anónimo. Todos os outros achados, contudo, permanecem por esclarecer.

O mistério é, de facto, grande… porque é que estes eventos só ocorrem nos arredores de Vancouver? Porque é que os pés aparecem apenas em sapatilhas? E, sobretudo… onde está o resto dos corpos?!… A sua estranha omissão (após 4 anos) faz pensar em intencionalidade. Não faltam desaparecidos na costa canadiana, mas será que estes corpos vêm ainda de mais longe devido às caraterísticas de boa flutuabilidade dos polímeros usados nos ténis e o resto do corpo fica no fundo do Pacífico? Mas se é assim, porque não há mais casos no resto do planeta?!

A explicação acidental não é assim a mais razoável. Tudo indica mesmo que se trata do resultado da atividade criminosa de um assassino em série com uma tara muito específica e original, ativo desde 2007 na região de Vancouver.

Fonte:
http://news.blogs.cnn.com/2011/09/01/canadian-floating-feet-mystery-deepens/?hpt=wo_c2

Categories: Justiça, Mitos e Mistérios | 7 comentários

Luciano Amaral: “O mercado de trabalho português comporta-se, na verdade, de maneira complexa, combinando rigidez e flexibilidade. Mais do que rígido, é segmentado”

http://www.jornaldenegocios.pt

jornaldenegocios.pt

“Acusa-se muitas vezes o mercado de trabalho português de ser “rígido”. Dessa “rigidez” resultariam importantes consequências económicas, como a dificuldade em concretizar reestruturações empresariais, nucleares para a economia conseguir adotar novas tecnologias e métodos de produção. No entanto, a evolução da força de trabalho portuguesa nos últimos 36 anos parece desmentir aquela acusação. De facto, alguns dos seus comportamentos costumam ser associados a mercados laborais flexíveis: é o caso do desemprego, que tem sido relativamente baixo em comparação com o resto da Europa, e é também o caso das taxas de criação e destruição de emprego, que são relativamente altas, indicando uma elevada frequência de despedimentos e contratações. O mercado de trabalho português comporta-se, na verdade, de maneira complexa, combinando rigidez e flexibilidade. Mais do que rígido, é segmentado.”

Economia Portuguesa, As últimas décadas
Luciano Amaral

E lá se vai um dos mitos da desregulamentação laboral… Que liga umbilicalmente esta suposta rigidez do mercado laboral à baixa produtividade da economia portuguesa (esquecendo os nossos elevados custos de contexto e a responsabilidade da gestão). Na verdade, o Mercado Laboral português não é rígido e nao precisa certamente de novas leis que liberalizem os despedimentos individuais. Precisa é que se colmate o abismo entre os contratos de trabalho anteriores a 1990 e aquelas celebrados depois dessa data, aproximando ambos.

A maior parte do trabalho gerado pela economia depois de 1990 foi precário e isso explica porque é que hoje quase todos os jovens têm apenas emprego precário (quando têm sorte e não são forçados a emigrar). Depois de tantas reformas laborais, há uma que falta fazer: não se trata de tornar todo o emprego precário (como anseiam os neoliberais), trata-se de proibir as formas de precariedade atuais e de as substituir por novos contratos de trabalho mais flexíveis e que permitam o afastamento dos piores e o recrutamento dos melhores. Quem exerce funções de gestão conhece sempre empregados simplesmente sem vontade ou capacidade para exercerem as suas funções, mas que tem que manter no quadro porque simplesmente é muito complicado e oneroso despedi-los. Isso, do ponto de vista da saúde financeira das organizações e da defesa dos restantes postos de trabalho não pode ser moralmente aceitável. Entre estes dois extremos da segmentação do mercado laboral há de haver um meio termo. E é este que deve ser procurado. Com decisão, coragem e ambição regeneradora. Apesar e contra todos os Lobbies.

Categories: Economia, Política Nacional, Portugal | Deixe um comentário

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