Daily Archives: 2011/09/14

tQuids S1: A Ciência em Portugal, Carlos Fiolhais

 Carlos Fiolhais (http://aeiou.expresso.pt)

Carlos Fiolhais (http://aeiou.expresso.pt)

1. A Junta de Energia Nuclear (JEN) foi fundada em 1954 e dispôs de um reator nuclear de investigação em Sacavém a partir de…
2. Portugal está em número de estudantes de doutoramento em áreas de ciência e tecnologia, à frente da média da Europa a 27. Nomeadamente, da Irlanda, Dinamarca, Bélgica e Itália. Verdadeiro ou Falso?
3. A percentagem de alta tecnologia nas exportações nacionais está acima da Grécia, Espanha e Noruega, sendo em 2006 de…

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Alerta sobre a “Petição CONTRA as comissões sobre Levantamentos em ATMs (Multibanco)”

Existem vários emails em circulação na Internet sobre os quais não tenho qualquer responsabilidade. Todos contêm links para esta minha petição, mas estão cheio de inverdades (valor de 1,5 euros, por exemplo) e omitem além do mais que a Assembleia da República em 2000 acabou por legislar proibindo a Banca de cobrar este imposto…

Exemplo de e-mail que não é de minha responsabilidade (havendo outras versões em circulação):

*POR FAVOR, ISTO DIZ RESPEITO A TODOS NÓS! REENCAMINHE PARA O MAIOR NÚMERO
DE PESSOAS POSSÍVEL!*

É preciso ultrapassar o 1.000.000 *
Levantamentos nas caixas ATM vai  custar ** **1,50?*

Os bancos preparam-se para nos  cobrarem 1,50 Eur por cada levantamento nas caixas ATM.
Isto é, de cada vez que levantar o seu dinheiro com o seu cartão, o banco vai almoçar à sua conta. Este ‘imposto’ (é mesmo uma imposição, e unilateral) aumenta exponencialmente os lucros dos bancos, que continuam a subir na razão directa da perda de poder de compra dos Portugueses.
Este é um assunto que interessa a todos os que não são banqueiros e não têm pais ricos.

Quem não estiver de acordo e quiser protestar, assine a petição e reencaminhe a mensagem para o maior número de pessoas conhecidas.

http://www.petitiononline.com/bancatms/

DIVULGUE ESTE EMAIL, P. F. JÁ CHEGA DE SERMOS ROUBADOS PELA  BANCA AO COBRO DA LEI. JÁ SÓ FALTA UMA PETIÇÃO PARA MUDAR A LEI.”

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Luciano Amaral: “Grande parte do emprego gerado nas últimas décadas concentrou-se nas formas flexíveis”

“Grande parte do emprego gerado nas últimas décadas concentrou-se nas formas flexíveis (contratos a termo certo e prestação de serviços). Em 2007, cerca de um quarto do emprego existente em Portugal estava abrangido por aquele tipo de contratos. (…) os contratos flexíveis cobrem sobretudo a mão-de-obra mais jovem e qualificada e o fenómeno tem aumentado com o tempo. Se em 1999 cerca de 25% dos trabalhadores entre 20 e 23 anos tinham contratos a termo certo, em 2007, a proporção tinha já subido para 45%.”

Economia Portuguesa, As últimas décadas
Luciano Amaral

Dito isto, como se pode continuar a alegar a “rigidez” do mercado laboral português como fazem os alemães? Em 2007, 25% de todo o emprego já era flexível! Uma percentagem mais elevada do que alemã, de resto… E entre os jovens o valor nesse mesmo ano já quase chegava aos 50%, o que quer dizer que hoje já deve certamente ultrapassar os 60%…

A situação é, a prazo, insuportável e vai criar condições para um conflito intergeracional que o protesto da “geração à rasca” já exprimiu, de certa forma. Daqui a quinze ou vinte anos, a maioria da força laboral ativa será então já precária e sub-remunerada (fala-se hoje da “geração mil euros”) e a massa fiscal que entregará aos cofres da Segurança Social insuficiente para cobrir as reformas da geração que hoje tem entre 40 e 50 anos. Nao é assim difícil imaginar que as reformas sejam então 50% do vencimento atual, ou ainda menos…

Mas até chegar a este equilíbrio passar-se-ão alguns anos em que os reformados com pensões elevadas serão cada vez mais numerosos e a a população ativa menos numerosa e mais mal remunerada. Este fosso de rendimentos poderá ser iludido com défices orçamentais durante alguns anos, tanto mais porque estas pensões elevadas servem tantas vezes para ajudar filhos e netos com empregos precários e mal remunerados, mas estamos a criar condições para uma situação socialmente explosiva e não é improvável que ocorram situações de violência. Por isso defendo que antes de se aumentar ainda mais o peso do jugo fiscal, se devem começar o peso da despesa do Estado, nomeadamente nas pensões e remunerações públicas mais elevadas, trazendo-as de volta para valores compatíveis com o que se paga em funções idênticas no mundo privado e realizando idêntico ajustamento nas pensões mais elevadas. A bem da manutenção do sistema de pensões e da paz social entre as gerações.

Categories: Política Nacional, Portugal, Sociedade Portuguesa | 12 comentários

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