PASC: Fórum das Associações da Sociedade Civil: “CONHECER. AGIR. MUDAR”

Clique AQUI para consultar o programa do Fórum de 21 de setembro. O MIL é um dos membros da PASC e parte da organização deste evento a realizar no Grande Auditório da Universidade de Lisboa, pelo que deixo a todos um convite a estarem presentes e a registarem-se em: inscricao.pasc-plataformaactiva.org

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Categories: Movimento Internacional Lusófono, Política Nacional, Portugal, Sociedade Portuguesa | 13 comentários

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13 thoughts on “PASC: Fórum das Associações da Sociedade Civil: “CONHECER. AGIR. MUDAR”

  1. Como todo o respeito pela iniciativa (cada um é livre de organizar o que quiser e dar os nomes que quiser às suas iniciativas) mas eu lamento informar que muitos dos nomes que aqui aparecem não são a sociedade civil. Pelo contrário, são o establishment em peso.

    Se vamos receber dicas reformistas daqui já podemos imaginar os seus principais objectivos sem ouvir uma só palavra porque de contas basta-nos ligar a tv.

    • Bem, eu vou la estar para ouvir e decidir depois… Como sabem aqueles que me lêm à mais tempo: defendo uma reestruturacao das “400 familias” que nos regem e a que pertencem alguns deste notaveis, mas tudo o que dizem ‘e errado: nao. Podemos aprender: sim.
      E sobretudo: precisamos de mais iniciativas que dinamizem esta dormente sociedade civil e que levam as associacoes (as reais integrantes da pasc, nao esses “notaveis”): claramente que sim.

      • Faz bem em ir, depois conte-me as “novidades” 🙂

        A julgar pelo alto grau de concentração do poder em Portugal podemos concluir facilmente onde se concentram os erros graves e podemos também perceber claramente quem terá algo a aprender (não é só dar cursos de gestão aos membros junior da família lol).

        • Ok! A concentracao do poder ‘e o grande problema: leva ao rotativismo democrativo e ao bipartido… O sistema precisa de renovacao urgente, de novos partidos de primeira linha (com excepcao do BE que nao ‘e bem “novo”) os grandes sao os mesmos desde 75 e os seus agentes igualmente os mesmos ou filhos dos mesmos…
          Culpa de quem? Dos clas que se defendem contra intrusos e dos portugueses que votam consoante caras e cores e nao pela leitura dos programas dos partidos.

          • Por mim os que existem podiam durar mais 200 anos, desde que o sistema fosse mesmo aberto (que sim, eu sei, nunca será) – sabendo o que escondem 4 ou 5 dos micro partidos que estão à espera de crescer não tenho qualquer desejo de ver o espectro parlamentar alargado, a não ser que surja algo novo de raiz tão radicalmente diferente que me faça mudar de opinião (mas isso até para encontrar quem desse a cara seria complicado quanto mais o financiamento e o começo de uma cultura cívica).

            Mas o problema não é bem partidário apenas… a questão está no estrangulamento económico que alguns conseguiram. Nos feudos que compraram… a política é apenas o reflexo desse poder (só existe quase por consentimento de “outros” e apenas com o objectido de dar uns certos ares de liberdade).

            Ou seja, e resumindo isto tudo, não se pode reformar a “política” sem tocar no resto…

            • No economico, claro. Ou se assim nao fosse nao teriamos os grandes interesses economicos a financiarem TODOS os grandes partidos. A este proposito defendo a total proibicao dos “donativos” pessoais ou de empresas e a total dependencia dos partidos de verbas publicas – identicas – a todos os partidos politicos…

      • fada do bosque

        Estou em pleno acordo com o Nicolau Wurmood. Esse tipo de gente, de certeza absoluta que não traz nada de novo! Não é por deterem o poder e saberem mais do que os outros, que vão ajudar o País com iniciativas que não sejam de interesse próprio.
        Isto está tudo minado, Clavis. Essas 400 famílias levam-nos a um estado de guerra perpétuo se preciso for, para manterem o poder
        Pergunte: o que têm eles a ganhar com isso.

        • Dinheiro e emprego para a filharada, claro. Mas, isso nao nos deve levar ‘a rendicao: eu estive nas Presidenciais apoiando o unico candidato independente (o que se passou depois, foi outra historia), estou num movimento civico, estou nesta “associacao das associacoes” que ‘e a pasc, porque acredito que a rendicao nao ‘e opcao!
          A acao cidada e a via da expressao da sociedade civil (tao dormente em Portugal) ‘e a principal saida para este bloqueio de decadas que mantem sempre os mesmos nos mesmos sitios e que deu os belos resultados que temos hoje.
          De facto, nao excluo nada, nem sequer a militancia num grande partido, porque importa mudar o sistema, quer por “fora” (acao civica) quer por “dentro” (partidos). Agir tem que ser o lema, se queremos mesmo salvar Portugal… Por isso, sim, estarei no forum, a trabllhar (faco parte da organizacao em nome do MIL) e crente que ele podera contribuir para mudar um pouco este estado de coisas… Com ou sem VIPs!

          • fada do bosque

            Era melhor sem vip´s, Clavis… mas para isso o País precisava de uma Revolução… e isso é que não estou a ver num futuro próximo, ou talvez nunca.
            Força aí no MIL!! 😉

            • Bem, mas assim temos um eco mediatico que de outra forma nao teriamos nunca. ‘E um equilibro delicado entre vips e nao-vips que se esta aqui a fazer, de resto.
              A ideia ‘e “agitar as aguas” e isso vai ser conseguido via Media, acredito eu. E pela via das associacoes que integram a pasc, igualmente.

  2. fada do bosque

    Por favor vejam a reportagem A VERDADE DA GUERRA. Querem manter a humanidade “Num Estado De Guerra Perpétuo”. Por favor vejam… a Vímeo acabou de retirar a versão inglesa e esta também irá desaparecer em pouco tempo… http://vimeo.com/25312298

    • fada do bosque

      Em homenagem aos senhores da GUERRA:

      • A guerra “esta para o Homem, assim como a maternidade esta para a mulher”, frase que diz bem o que pensam os senhores do complexo militar-industrial, hem?… ‘E de mussolini, de uma epoca em que ainda se diziam estas coisas abertamente…
        De facto, recordo-me bem de varios artigos de comentadores que diziam que com o colapso do pacto de varsovia o complexo industrial-militar dos eua entraria em graves dificuldades, por falta de encomendas. E que sucedeu pouco depois? Invadiu-se o Iraque com um exercito de mais de 400 mil homens!
        Nao vou a ponto de dizer que ‘e complexo industrial que inventa as guerras, mas nao duvido que ele usa o lobbying para as proporcionar ou para aumentar as hipoteses de um conflito se tornar armado…

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